ATENAS

A capital da Grécia é muito mais do que o principal acesso para chegar nas famosas e lindas ilhas de Santorini, Mykonos, Zakynthos, Rhodes e outras.

Trata-se de uma cidade que dá o devido destaque a riquíssima história do país helênico, com a preservação de ruínas milenares e museus bem estruturados, sendo o melhor lugar para entender a mitologia grega, as reflexões da filosofia clássica, o nascimento das competições esportivas e das manifestações artísticas.

É em Atenas que concentram-se os principais monumentos da Grécia Antiga. Visitar a emocionante Acrópole, caminhar pela cidade onde nasceu a democracia e as primeiras influências da civilização ocidental, além de experimentar as delícias da saudável culinária grega já são motivos de sobra para viajar a essa cidade.

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PARTENON – MÍTICO CARTÃO-POSTAL DE ATENAS, GRÉCIA

QUANDO IR

De outubro até abril, é frio e os dias mais nublados. Se sua intenção é utilizar Atenas como parada rápida para conhecer as ilhas, evite viajar para lá nesse período.

Para pegar sol, a época ideal para ir vai de maio até começo de outubro. Apesar da alta temporada acontecer nos meses de julho e agosto, com mais pessoas visitando a Acrópole e outras ruínas, a lotação em Atenas não é tão grande quanto nas ilhas gregas (sobretudo, em Santorini e Mykonos) – muitos fazem apenas uma conexão sem sair do aeroporto da capital ou pernoitam na cidade.

Bom ficar atento às altas temperaturas do verão grego, chegando a ficar na faixa entre 35ºC e 40º graus em julho.

Recomendamos a viagem no mês de maio, junho ou setembro, pelo menor risco de chuvas e clima mais ameno, sem tantos turistas quanto nas férias europeias.

COMO CHEGAR

Não há voos que vão direto do Brasil para  Atenas. Desta maneira, é bom pensar em outro país a conhecer se quiser aproveitar a conexão para tal finalidade.

Nossa sugestão, caso os preços de passagens Brasil x Grécia estejam muito elevados é fazer como nós: comprar passagem para Itália ou outro país em que o valor da passagem esteja mais acessível e comprar outra passagem desse território para a Grécia. Conseguimos uma economia bastante relevante comprando desta maneira e podemos aproveitar bastante da Itália antes e depois de ir para Grécia.

Para dar uma noção de distância, um voo saindo de São Paulo até Roma demora  em torno de 11 horas e  de Roma até Atenas mais 2 horas, em média.

Faça várias simulações com diferentes cidades como base antes de chegar a Atenas e compare os preços no DECOLAR ou visite o site da AEGEAN e ALITALIA, companhias com voos regulares para a capital grega.

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RUÍNAS MILENARES DA ACRÓPOLE – ATENAS, GRÉCIA

VISTO

Brasileiros não precisam de visto

FUSO HORÁRIO

UTC/GMT +2 ; no verão, UTC +3.

Isso quer dizer que, normalmente (sem horário de verão no Brasil e na Grécia), a diferença é de 5 horas a mais no território grego (quando o horário de Brasília aponta 16h, em Atenas já são 21h). Todavia, essa disparidade de fuso é reduzida para + 4h (no final do ano, a partir de novembro, quando há o horário de verão brasileiro) e aumentada para +6h (no meio do ano, a partir de maio, durante o verão europeu).

MOEDA

Euro. Para cotação atualizada, consulte o link da conversãomonetária oficial do Banco Central do Brasil.

IDIOMA

Grego, mas o inglês é a segunda língua mais falada.

Algumas palavras em grego para você já ir estudando:

Bom dia -Kaliméra                                    Sim – Né                                    Perto – Kodá

Boa tarde – Kalispéra                                Não – Ohxi                                Longe -Makriá

Boa noite – Kalinirta                                 Direita – Deksiá                       Por favor – Parakalô

Obrigado (a) -Efharistô                            Esquerda – Aristerá

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CARÍATIDES DA ACRÓPOLE – ATENAS, GRÉCIA

QUANTO TEMPO FICAR

Apesar de possuir lindos monumentos, bons restaurantes e agradável vida noturna, o principal de Atenas pode ser conhecido em 2 dias. No primeiro, dá para conhecer perfeitamente os destaques da Acrópole, o museu e as ruínas próximas. No segundo, reserve o tempo para fazer compras, circular pelas ruas e sentir a “vibe” da cidade, passando pelos Jardins Nacionais e assistindo ao por do sol do alto do Monte Licabeto (Lykabettos).

Ao viajar para lá, não deixe de estender sua visita para alguma(s) ilha(s) grega(s). As ilhas são, definitivamente, as maiores atrações da Grécia e merecem, inclusive, mais dias que a capital.

COMO SAIR DO AEROPORTO

Apesar de bem distante do centro, o aeroporto ateniense é bem comunicado com aquela região. Basta subir no ônibus X95 que leva até a Praça Syntagma, que é a última parada e fica bem perto de muitos hotéis e próxima à Acrópole.

Caso deseje ir direto para o porto de Pireu, de onde saem os barcos para as ilhas, é só subir no ônibus X96.

Ambas as linhas operam o tempo todo (24h) e as passagens são compradas em um guichê na saída do aeroporto. Os ônibus são novos, confortáveis, climatizados e possuem estantes para guardar malas. É, sem sombra de dúvidas, a melhor e mais barata opção.

Também dá para ir do aeroporto até o centro de metrô. Basta pegar a linha azul. Adquira um mapinha para saber exatamente a parada onde vai descer. O bilhete custa quase dez euros cada trecho ou aproximados quinze euros se for ida e volta (desde que em um intervalo não superior a 48 horas). A desvantagem é que funciona das 6h30 às 23h30. Portanto, se você chegar de madrugada, terá que ir de ônibus, táxi ou vai ter que esperar. A nosso ver, só tem sentido sair do aeroporto por metrô se você chega no horário de funcionamento dele e não quer enfrentar trânsito ou não quer esperar o horário de saída do ônibus.

Também é possível sair do aeroporto através de táxi. Como dissemos acima, a distância até o centro é grande e, desse modo, a corrida por esse transporte fica cara. Só compensa se você dividir o valor do percurso com mais pessoas no táxi ou se você estiver com malas muito pesadas e não quiser esperar o horário de saída do ônibus.

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TEMPLO DE HEFESTO (HEPHAESTUS) – ATENAS, GRÉCIA

HOSPEDAGEM

Os melhores bairros para ficar são Plaka e Monastiraki. Ficam bem perto das atrações principais, a uma curta caminhada até a Acrópole, além de serem bem servidos de bares, restaurantes e transporte público (verdadeira “mão na roda” para quem quer ir facilmente ao aeroporto e ao porto).

Se estiver achando caro ou não conseguir reservar naquelas áreas, outras boas alternativas são os bairros Psiri e Makriyianni, também próximos ao centro histórico.

A seguir, listamos algumas opções bem avaliadas por turistas:

Para mais alternativas, consulte o BOOKING, TRIVAGO ou TRIPDAVISOR. Caso deseje alugar um quarto, apartamento ou casa para uma temporada, acesse o AIRBNB.

O QUE CONHECER

Os pontos turísticos principais de Atenas são muito próximos. Se você ficar hospedado em Plaka ou Monastiraki, dá para conhecer tudo a pé. Os destaques ficam para as ruínas dos templos ancestrais do auge da Grécia Antiga, principalmente para os monumentos da Acrópole. Todos eles são impressionantes pelo tempo e acontecimentos que viram passar, sendo prova viva de milênios de história da civilização ocidental e retratam a pujança da civilização grega antes de sofrer nas mãos persas, romanas, bizantinas e otomanas.

É pelo Partenon que, sem medo de errar, todos os turistas visitam Atenas. Sabendo disso, o governo grego procurou utilizar a atração principal da cidade como estímulo para que os visitantes conheçam também outros monumentos atenienses e tenham porque ficar mais tempo lá. Para isso, implementou o ticket turístico único como boa estratégia para manter os turistas entretidos com mais opções.

Isso significa que, com a compra de um cartão de entradas (menos de 15 euros), além de visitar a Acrópole – onde fica o Partenon -, você pode visitar (sem pagar a mais) o Teatro de Dionísio, a Ágora Antiga, a Biblioteca de Adriano, o Templo de Zeus Olímpico e a Ágora Romana.  A Acrópole abre de segunda-feira a domingo, das 8h às 16h30, de outubro a março, e das 8h às 19h30, de abril a setembro.

Sobre os principais pontos turísticos, destacamos:

Acrópole: colina montanhosa mais famosa do fundo, centro sagrado da Grécia Antiga, onde foram erguidos monumentos dedicados a deuses da mitologia grega, como Atena (padroeira da cidade e deusa da sabedoria e das artes, filha de Zeus) e Poseidon (deus dos mares). Palco de encontro de filósofos e intelectuais famosos, do seu cume avista-se a linda paisagem da cidade de Atenas, com destaque para os montes vizinhos e para o mar. Na Acrópole, as principais atrações são:

  • Teatro de Dionísio – parte remanescente de uma área dedicada ao deus do vinho, trata-se de um espaço com arquibancadas (construídas com pedras) e palco onde eram encenadas tragédias. Era o mais importante teatro da Grécia Antiga e é o mais antigo do mundo. Fica no caminho de subida para o topo da colina.
  • Odeão de Herodes Ático – lindo anfiteatro construído já durante a dominação romana com arquibancadas construídas a partir de recortes escavados na própria colina. Não é mais coberto como originalmente, mas ainda recebe espetáculos musicais e teatrais. Fica muito perto do teatro anterior, ainda no caminho de subida.
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ODEÃO DE HERODES ÁTICO – ATENAS, GRÉCIA

  • Templo de Atena Nice (ou Atenas Nike) – símbolo maior da ambição dos atenienses em tornar a cidade a principal da Grécia. Lá os guerreiros e cidadãos de Atenas adoravam a deusa, suplicando pela vitória na longa guerra contra Esparta. O templo foi construído no lugar do original, destruído pelos persas em 480 a.C. A deusa original (Atena Nice) era alada, mas, para evitar que fosse levada embora, foi erguido no templo uma estátua sem asas. Fica na parte sudeste do alto da rocha, logo à direita da entrada (Propileus) do topo da colina.
  • Partenon – o principal monumento grego. Um imenso templo dedicado a Atena. O que vemos hoje é maior do que o original destruído pelos persas. Nele também funcionava a tesouraria do governo onde eram guardadas as riquezas da cidade. Foi construído sob ordem do governante Péricles, tendo sido projetado por Ictinos e Calícrates e decorado por Fídias, no século V a.C. Passou a ser abandonado a partir do domínio da cidade pelo Império Romano, já foi igreja e mesquita e boa parte do mármore do Monte Pentélico que a adornava foi levado pelo Lorde Elgin e hoje é exposto no Museu Britânico.
  • Erectéion – templo em estilo jônico dedicado a Atena e a Poseidon (deuses que guerreavam pela devoção da cidade). É nele onde fica o pórtico das Caríatides, pilares de sustentação em forma de estátuas de mulheres. Foi construído entre 421 e 406 antes de Cristo por Mnesicles, e era considerado o mais sagrado da Acrópole.

Ágora de Atenas (Ágora Antiga) – era o principal local das manifestações públicas, o centro em que era exercida a cidadania, e caracterizada pelo complexo de edifícios antigos separados por belos jardins. Na sua área, sobressaem:

  • Templo de Hefesto (Hephaestus) – Este lindo templo em estilo dórico é dedicado ao deus do fogo e dos metais (Vulcano, em Roma), filho de Zeus e Hera, e é considerado o mais bem preservado da Grécia Antiga, com colunas intactas e boa parte do teto original. No Império Otomano, o Templo de Hefesto foi utilizado como a principal igreja ortodoxa de Atenas.
  • Estoa de Átalo – um dos maiores edifícios da Grécia Antiga, construída pelo rei Átalo II de Pérgamo, feita de mármore e calcário, com colunas externas dóricas e colunas internas jônicas. Sua construção foi um presente a Atenas pela educação dada aos pergamenhos. Foi destruída por bárbaros germânicos (hérulos) em 267 d.C, tendo sido completamente restaurada na década de 1950, com doações do empresário norte-americano Rockfeller. Atualmente, abriga o Museu da Ágora Antiga.

Rua Adrianou: entre a Ágora Antiga e a Ágora Romana fica essa via para pedestres repleta de bons restaurantes e bem movimentada durante a noite, na base da Acrópole. Muitos turistas se encontram por lá. Excelente opção para refeições ou se animar com boas bebidas.

Ágora Romana: centro administrativo e comercial da Atenas antiga, construída durante o Imperído de Augusto, entre 19 a.C. e 11 a.C. Nele concentravam-se lojas cobertas por passarelas que contornavam um amplo pátio aberto. A nosso ver, o destaque aí fica para um dos portões de entrada (Propileu) que sobreviveu ao passar dos milênios, que é o portão de Atena.

Biblioteca de Adriano (Biblioteca de Hadrian): do lado da estação de metrô Monastiraki, já ao norte da Ágora Romana fica esse centro de estudos, construído a mando de Adriano, imperador romano, no ano 132 d.C. Tinha apenas um portão de entrada, em estilo coríntio, e tinha um espelho d’água decorativo no meio. Os livros na verdade eram rolos de papiro que ficavam na parte oriental do espaço, com salas de leitura adjacentes. Foi bastante atingida pelo ataque dos bárbaros germânicos e já chegou a ser uma igreja bizantina, tendo sofrido um incêndio no fim do século XIX. Após o incêndio, foram feitas escavações que acabaram motivando os governantes a remodelarem o espaço tal qual originalmente construído.

Rua Ermou: é a rua das lojas e grande movimento no bairro de Monastiraki. Liga a Praça Syntagma à Ágora Romana. Ótimo lugar para lanchar e fazer compras.

Praça Syntagma: ponto de encontro dos manifestantes atualmente. Divide o bairro de Plaka, Monastiraki e Psirri. É a parada final do ônibus que chega do aeroporto e a inicial para quem quer ir até ele. Ela é ampla, com hotéis, bares e restaurantes ao redor. Possui fontes que ficam iluminadas durante a noite, árvores ciprestes e o Túmulo do Soldado Desconhecido (em homenagem aos mortos em guerra) e fica de frente para o Parlamento helênico.

Parlamento: sede do Poder Legislativo grego, que é unicameral. Trata-se de um bonito edifício neoclássico de cor amarelo claro (quase creme). Foi construído entre 1836 e 1840 e foi o palácio real durante o reinado de Otto (primeiro rei grego após o domínio turco-otomano). Após sofrer vários danos com incêndios no começo do século XX, foi abandonado pela família real e remodelado em 1930 como casa do Legislativo nacional, permanecendo assim até hoje. O antigo Parlamento -histórico edifício ateniense e joia da arquitetura local – fica onde hoje funciona o Museu Histórico Nacional, ao fundo da praça com a estátua do comandante da Revolução de 1821, Theodoros Kolokotronis (endereço: Rua Stadiou & Kolokotroni).

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PARLAMENTO – ATENAS, GRÉCIA

Jardins Nacionais: parque público mais importante da cidade, com amplo espaço verde, alameda de palmeiras, bem como árvores e plantas típicas da região mediterrânea, além de ruínas, bustos de figuras históricas, colunas coríntias à sombra de um “túnel” de plantas. Fica colado ao Parlamento e tem diferentes saídas.

Estádio Panatenaico: praticamente atrás dos Jardins Nacionais fica o estádio onde foram realizadas as primeiras Olimpíadas da era moderna, em 1896. Construído inteiramente com mármore pentélico, é um dos mais antigos do mundo, e tem um formato de U. Nele os gregos comemoram as conquistas esportivas (como o título da Eurocopa de 2004) e lá foram realizadas as competições de tiro e foi o palco de chegada da maratona das Olimpíadas de 2004.

Zappeion: edifício com bonita fachada neoclássica onde são realizadas reuniões e cerimônias oficiais e privadas. Parada muito rápida e, para muitos, dispensável.

Templo de Zeus Olímpico (Olympeion): monumento construído a partir de 515 a.C e finalizado em 125 d.C pelo Imperador Adriano, em homenagem a Zeus, a maior divindade da mitologia grega. A gigante estátua de ouro e marfim dedicada ao rei dos deuses, assim como as demais que adornavam o espaço foram saqueados pelos hérulos (bárbaros germânicos), e não foi reconstruído desde então, tendo sido retirada uma boa parte de seu mármore pentélico para decorar igrejas e mesquitas. Das 104 colunas originais (com 17 metros de altura e 2 metros de diâmetro), só restam no local 15 em pé e 1 caída no solo. Abre todos os dias entre 8h30 e 15h30. Endereço: Avenida Vasilissis Olgas.

Arco de Adriano: estrutura construída pelos atenienses em 132 d.C como homenagem a Adriano, imperador romano que investiu no progresso da cidade. Ela consiste em uma espécie de portão que simboliza a fronteira entre a área antiga e a área edificada pelo Imperador Adriano. Tanto é assim que nela constam as frases: “Esta é Atenas, a cidade antiga de Teseu” (na fachada voltada para a Acrópole); e “Esta é a cidade de Adriano e não de Teseu” (fachada voltada para o Templo de Zeus Olímpico).

Monte Licabeto (Lykabettos): ponto mais alto de Atenas, com 280 metros de altura. Considerado o melhor mirante da capital, com vista privilegiada para a Acrópole, outros montes e o porto. Muito indicado para ver o por do sol. No topo existe um restaurante/café bem aconchegante, uma capela dedicada a São Jorge e um teatro, onde acontecem várias apresentações, principalmente no verão. Para subir até o cume, dá para ir caminhando (subida íngreme), de táxi ou por funicular (vagão elétrico que sobe ladeiras; menos de 10 euros a subida; acesso pelas ruas ruas Aristippou e Ploutarchou).

Novo Museu da Acrópole: aberto em 2009, esse impressionante espaço reúne grande parte dos objetos arqueológicos encontrados na famosa colina ateniense. Na entrada já dá para sentir o clima do lugar, ao atravessar um chão de vidro por baixo do qual estão sendo realizadas escavações. Além disso, nele há inúmeras galerias interessantes, como a Arcadia (com esculturas datadas do período entre o século VII antes de Cristo até 479 a.C. com o fim da invasão persa), a das esculturas do Partenon, a das cinco Caríatides originais do Erecteion, entre outras seções de artefatos. Localiza-se no bairro de Makrygiannis, a sudeste do Partenon. Lá funciona um restaurante com linda vista para a Acrópole, além de loja com réplicas de esculturas e um espaço para shows e eventos.

Museu Arqueológico Nacional: riquíssimo acervo daquilo que mais orgulha os atenienses: a história. Endereço: 44 Patission Street. Disputa com o anterior o posto de melhor museu grego.

Outros pontos interessantes para curtir a visita na cidade: Academia de Atenas (em estilo neoclássico. Endereço: Rua 28 Panepistimiou), Universidade Nacional e Kapodistrian de Atenas (belo prédio em estilo neoclássico em formato de duplo T. Endereço: 30 Rua Panepistimiou), Biblioteca Nacional (também neoclássico. Endereço: Rua 32 Panepistimiou); Museu Benaki; Museu Bizantino e Cristão; ruas charmosas de Plaka; Agioi Theodoroi (balneário a cerca de 60 km a oeste de Atenas, com uma linda praia, de águas bem azuis, mornas e calmas, muito frequentada pelos atenienses no verão).

DESLOCAMENTO DENTRO DA CIDADE

A pé – Caso você fique hospedado em Plaka ou Monastiraki, conseguirá explorar a maioria e as melhores atrações de Atenas através de tranquilas caminhadas. Sempre viaje com um calçado confortável para turistar a pé. Se for no verão, procure usar roupas leves. Para quem gosta de passeios guiados, a dica é fazer o walking tour da cidade.

Ônibus – Na hipótese de hospedagem um pouco mais distante ou querendo explorar outros transportes ou não podendo caminhar muito, saiba que as linhas 040, 230, 106, 126, 134 e 135 dos ônibus também dão acesso à Acrópole.

MetrôSempre uma ótima maneira de circular por grandes cidades europeias, o diferencial do metrô ateniense é que, em muitas estações (exemplo: praça Syntagma), ficam expostos objetos achados por ocasião das escavações para o funcionamento desse transporte.

Em Atenas, existem três linhas que funcionam diariamente: verde (linha 1; entre 5h e meia-noite durante a semana e até 2h, na sexta e no sábado), vermelha (linha 2; entre 5h30 e meia-noite na semana, e até 2h sexta e sábado) e azul (linha 3; horário de oepração igual ao da linha vermelha). As estações mais úteis para os turistas são: Syntagma, Monastiraki e Akropoli.

Para comprar o ticket (avulso: menos de 2 euros; semanal: cerca de 15 euros, de uso ilimitado durante 7 dias a contar da primeira utilização) é só seguir as instruções da máquina, disponíveis em inglês. Vale avisar que o bilhete pode ser usado em bonde elétrico e ônibus.

Bondinho (tram)também opera em três linhas. Cabe destacar a linha 2 (verde; “Platon”), que leva até as praias vizinhas a capital, bastando descer na parada “Voula”. Opera o dia inteiro nos fins de semana (incluindo sexta à noite) e até 1h entre segunda e quinta. Para informações atualizadas sobre valor e horários, clique no link do título.

Táxi – Serve muito para quem quer conforto e praticidade até chegar em lugares específicos e alternativa excelente para locomover-se de madrugada. Os valores das corridas não são caros, exceto para o distante aeroporto (a não ser que você possa dividir o quanto a pagar com outros passageiros). Aconselhamos a levar o endereço do local de destino no alfabeto grego. Ah! Confira antes de iniciar o trajeto se o taxímetro está zerado.

TremPara quem deseja ir deslocar-se até o porto ou ao aeroporto, também existe a opção dos trens suburbanos, que funcionam a partir das 5h40 e custam menos de dez euros (bilhete único). 

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TEMPLO DE HEFESTO (HEPHAESTUS) – ATENAS, GRÉCIA

CULINÁRIA LOCAL

Assim como registramos no post de Santorini, de uma forma geral, a culinária da Grécia é mediterrânea e com muita influência do Oriente Médio. Utiliza muita carne, vegetais e frutos do mar. Tudo com muito azeite e ervas. É grande o consumo também de queijos, iogurte e frutas. Os vinhos locais são bastante apreciados também.

Preparamos uma rápida lista com os pratos gregos mais famosos:

Mussaká  – é o prato grego mais conhecido. De uma forma simples, é um tipo de lasanha que leva berinjela, carne de carneiro e molho béchamel.

Gyros –  é como o kebab, só que utiliza-se carne de porco. Você vai ver muito aquela carne enorme girando no espeto, que eles utilizam para cortar as fatias e montar o Gyros. É bem fácil de achar e barato.

Souvlaki – A melhor explicação que podemos dar é que trata-se de um tipo de  churrasquinho. Geralmente servem com salada ou batata frita e molho.

Pita – É o tipo de pão deles. Vimos muitas opções de Gyros com Pita, Souvlaki com Pita… São as opções que já explicamos acompanhadas com pão grego.

Queijo Feta – é o queijo que mais vimos por lá, em vários pratos. É feito com leite de cabra ou ovelha. Muito gostoso.

Tzatziki – tradicional aperitivo grego, feito como pasta/patê à base de pepino,iogurte e alho. Vai muito bem com a tradicional salada e queijo feta.

Horiatik – salada grega que serve como entrada, composta de pimentão, pepino, tomate, cebola, azeitona e queijo feta.

Pastitio – macarrão ao forno, com especiarias marítimas.

Uzo – é uma bebida típica da Grécia, alcoolica. É feita com anis e é interessante o fato de que fica branco se entrar em contato com a água. É bastante forte, com quase 50% de alcool.

Mythos – cerveja grega elogiada.

Gemista – tomate (ou também pimentão) que eles recheiam com arroz e colocam molho e azeite.

RESTAURANTES

Uma ótima área para comer em Atenas é a rua Adrianou, logo na saída do Templo de Hefesto (Hephaestus), deixando a Acrópole, também pertinho da Biblioteca de Adriano. Essa via é só para pedestres e concentra vários restaurantes animados (entre eles o Hard Rock Cafe da cidade), com mesas ao ar livre, sendo ótimo para jantar e curtir a noite.

Feito esse registro, indicamos abaixo outros restaurantes elogiados na capital grega:

  • Dinner in the sky (a comida não é o principal desse lugar; o bacana mesmo é a experiência: o salão de refeições é erguido por um guindaste proporcionando uma ótima vista panorâmica de Atenas; cozinha contemporânea a preços um pouco salgados, diferente apresentação dos pratos, boa trilha sonora e atendimento informal caracterizam esse restaurante; leve algum agasalho, o vento pode incomodar);
  • Funky Gourmet (vencedor do Traveller’s Choice 2016, do TRIPADVISOR, esse restaurante oferece pratos com ingredientes em misturas muito criativas e incomuns, visualmente muito bonitas; atendimento excelente e ambiente muito bonito).
  • Cinque Wine & Deli Bar (ambiente simples e aconchegante, com poucas mesas, em que o cliente é atendido pelos próprios donos e pode escolher entre diferentes tipos deliciosos de vinhos gregos e azeitonas do país, em um ótimo custo-benefício)
  • Arcadia (perto do Novo Museu da Acrópole; destaque para o Moussaka);
  • Palia Taverna Kritikou (tem terraço com vista para a Acrópole; ótimas comidas típicas gregas);
  • Taverna Bairaktaris (comida bem servida e a baixos preços, em mesas ao ar livre, com destaque para a sobremesa de iogurte com mel; fica do lado da Praça Monastiraki; endereço: Pl. Monastirakiou 5, Athina 105 55, Grécia);
  • Fresko Yogurt Bar (indicado para café da manhã ou lanche, com variados tipos de iogurte, alguns servidos com frutas frescas e mel; fica entre o Arco de Adriano e a Acrópole);
  • Karamanlidika (ótimo atendimento, preços justos; elogiadas linguiças caseiras, iogurte, sobremesas; fica no bairro Psirri; endereço: Sokratous 1, Athina 105 52, Grécia).
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HARD ROCK CAFE – ATENAS, GRÉCIA

COMPRAS

Em virtude da grave crise que assola a Grécia nos últimos anos e das tentativas em reanimar o consumo, é muito bom circular pelas ruas de Plaka e Monastiraki para aproveitar o comércio da cidade repleto de bons preços para turistas.

O melhor lugar para comprar certamente é a Rua Ermou, por onde só pedestres são autorizados a circular e que fica entre Monastiraki e a Praça Syntagma. Nela você encontra lojas de marcas conhecidas com artigos mais baratos que em outros lugares do mundo: Sephora, H&M, Mango, Zara, Nike. Além disso, há um centro de compras (shopping/galeria) muito bom nessa rua: o Hondos Center.

Outro ponto excelente para quem quer consumir em Atenas é a Rua Voukourestiou, que fica no distrito de Kolonaki, a apenas 200 m da Praça Syntagma e servida de metrô. Nessa rua há estabelecimentos de grifes mais sofisticadas, como Louis Vuitton, Rolex, Ralph Lauren, Prada e joalherias.

Não existe um horário comercial padrão na cidade. Normalmente, abrem de segunda a sábado, entre 9h e 21h. Os mercados de pulgas e lojas de souvenirs de Plaka costumam abrir no domingos também.

VIDA NOTURNA

Por contar com um povo bastante animado, a noite ateniense tem agito garantido. Os lugares principais para curtir ficam no centro (Plaka, Monastiraki e Psirri), com muitos bares e restaurantes com mesas nas calçadas e algumas casas noturnas e vida boêmia, começando por volta das 22h no verão. Outra excelente pedida é o bairro Gazi, onde há clubes, festas, rock alternativo e outras atrações para quem não tem hora para dormir.

Destacamos lugares bem avaliados para você curtir na capital grega:

Está com pouco tempo e em dúvida sobre qual bar e balada visitar? Neste caso, sugerimos o Pub Crawl Athens. Trata-se de um “de bar em bar” muito comum em várias cidades festivas do mundo todo, em que um guia descontraído leva você e uma galera a um itinerário com paradas em bares e boates animados da cidade, com direito a shots e deslocamento incluído (em alguns pub crawls, são incluídas bebidas de “aquecimento” durante o transfer para os bares).

Para quem curte ambientes com exposições de arte misturadas com música, a dica fica para o TAF (The Art Foundation), Six Dogs e Technopolis. Querendo conhecer apreciar arte contemporânea em ambiente mais grandioso, visite o Centro Cultural Onassis. Para shows e exposições, confira também o novo centro cultural Stavros Niarchos.

Para informações sobre eventos e festivais que possam coincidir com sua visita, acesse esse link.

NOSSA EXPERIÊNCIA

Viajamos para Atenas em maio. Fomos a partir de Roma e ao chegarmos apenas pernoitamos no aeroporto e seguimos nossa viagem para as ilhas gregas de Mykonos e Santorini. Na volta desta, dormimos uma noite em um hotel simples, com banheiro compartilhado limpo e ótimo café da manhã no bairro de Plaka, a 5 minutos de caminhada da entrada para a Acrópole e bem perto também da Praça Syntagma, e ficamos um dia completo em Atenas.

Saímos do aeroporto por volta das 23h de ônibus (X95) e pouco mais de meia hora depois descemos na parada final, na Praça Syntagma, de onde pegamos um táxi muito barato até nosso hotel (levamos o endereço e voucher do Booking no alfabeto grego).

Não enfrentamos chuva, a temperatura estava agradável e o céu sem nuvens trouxe um sol forte durante nosso passeio.

Conhecemos a lindíssima Acrópole e gostamos sobretudo do Partenon e do Odeão de Herodes Ático. Descendo a colina no sentido diferente da entrada, chegamos na Ágora de Atenas e lá visitamos o lindo e preservado Templo de Hefesto.

Daí caminhamos pelo movimentado calçadão da Rua Adrianou (repleta de restaurantes e bares) e visitamos a Biblioteca de Adriano. Continuamos sem roteiro pelas ruas do centro, passando por lojas e igrejas bizantinas e ortodoxas, até chegarmos na Rua Ermou onde paramos para fazer compras.

Em seguida, sempre caminhando, chegamos na Praça Syntagma e no Parlamento grego. Tudo isso é muito perto e a cidade (tirando a subida da Acrópole e do Monte Lykabettos) tem seus pontos turísticos acessíveis por ruas planas.

Sem cansar, caminhamos até os belos Jardins Nacionais, por onde entramos e cortamos caminho para chegar no Estádio Panatenaico. Apesar de simples, ele é muito simbólico e a sensação de estar diante do lugar onde foram realizados os primeiros jogos olímpicos da era moderna é incrível.

Adiante, passamos pelo amplo jardim e pela bonita fachada neoclássica do Zappeion (local onde são realizadas reuniões e cerimônias oficiais e privadas). Bem pertinho daí, atravessamos a rua e visitamos as imponentes ruínas do Templo de Zeus Olímpico e, na saída, cruzamos o antiquíssimo Arco de Adriano.

Terminamos nosso passeio circulando pelas charmosas ruas de Plaka com bouganvilles e flores sobre as casas  pontilhando o caminho de vias estreitas e povo cordial.

Apesar de termos ido até Atenas em uma época muito conturbada, com alto desemprego e o sério risco de colapso econômico com a então provável exclusão da Grécia da União Europeia, não nos sentimos inseguros caminhando pelas ruas do centro, não vimos miséria e nem fomos mal atendidos. Pelo contrário, todos foram muito solícitos e expansivos nos restaurantes e nas vias onde pedíamos orientações. Deu tudo certo, apesar de conhecer brasileiros que acharam o povo grego bastante rude e despreocupado com o turista. Para evitar esses dissabores, procure ser gentil e calmo.

O que mais gostamos, certamente, foi a Acrópole, a Ágora de Atenas, os Jardins Nacionais, o Estádio Panatenaico e caminhar pelas ruas de Plaka

Para quem tem mais tempo que nós ou deu-se por satisfeito em ver as ruínas das Acrópole, sugerimos subir no Monte Lykabettos (Licabeto) e na Colina Philipappou (Filopappos), de onde é possível apreciar lindas vistas para a Acrópole, a cidade baixa e o porto de Pireus.

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TEMPLO DE ATENA NICE – ATENAS, GRÉCIA

CURIOSIDADES

→ Atenas era o principal polo intelectual e cultural do Ocidente, sendo uma das mais importantes cidades-estados desde a Idade de Ouro da Grécia (entre 500 e 300 anos antes de Cristo). Mesmo durante o domínio pelo Império Romano, a cidade foi respeitada e manteve-se próspera como centro de estudos e artes. Seu status foi bastante prejudicado a partir da conversão do Império Bizantino para o cristianismo, ocasião em que as escolas de filosofia foram extintas e a cidade tornou-se provinciana.

→ Assim como o restante da Grécia, boa parte da economia ateniense é dependente do turismo. Como não poderia deixar de ser no país que figura entre os 15 com o maior número de patrimônios da humanidade tombados pela UNESCO, a cidade grega mais importante reúne boa parte desses monumentos, com destaque absoluto para o Partenon. Finalizado no ano de 438 a.C, com colunas dóricas e estilo que serviram de molde para inúmeros edifícios espalhados pelo mundo, localiza-se na Acrópole e foi construído como homenagem à padroeira Atena.

→ Com a entrada na Grécia na União Europeia em 1981, avanços foram obtidos, mas junto com ele elevou-se o problema de poluição do ar e congestionamentos (o trânsito é caótico, com muitos motoqueiros e motoristas que não dão vez para pedestre).

→ Quase 80% da população ateniense é de religião ortodoxa. As principais igrejas atenienses nesse estilo e rito são a Catedral, a Panaghia Kapnikarea e a Igreja Omorfoclíssia.

→ Outra peculiaridade é que os prédios são todos baixos. Raramente ultrapassam quatro andares. Em virtude da religião ortodoxa, os primeiros prédios (familiares, com portas abertas) foram construídos para que os filhos, ao casarem, não deixassem de ficar perto das mães, ainda que em residências separadas. Com a expansão da cidade e a tendência de verticalização dela, o governo determinou por lei que a altura máxima dos edifícios não pudesse ser tamanha a ponto de impedir a vista dos vizinhos para a Acrópole.

→ A capital grega é um verdadeiro paraíso para a pesquisa arqueológica no mundo, haja vista a imensa quantidade de sítios arqueológicos no próprio centro urbano da cidade. Destaque para a Acrópole (antigo centro sagrado da cidade), a Universidade de Atenas, o Museu Arqueológico Nacional, o Novo Museu da Acrópole, o Museu Bizantino e Cristão e para o Museu Benaki.

→ Os principais monumentos de Atenas são em estilo arquitetônico greco-romano e neoclássico. O Partenon é o representante máximo do estilo dórico, com alguns elementos jônicos, com colunas e esculturas feitas em mármore extraído do Monte Pentélico. Boa parte do mármore aplicado originalmente na construção do Partenon foi levado da Grécia para a Grã-Bretanha em 1806, por Lorde Elgin, embaixador britânico junto ao Império Otomano (império que dominava a Grécia à época). Atualmente, esses Mármores de Elgin encontram-se expostos no Museu Britânico, em Londres, e são objeto de constantes pedidos de devolução pelo governo grego.

→ Para ter uma ideia de como era o Partenon nos tempos áureos, existe uma réplica dele na cidade norte-americana de Nashville, no Tennessee.

→ Nenhuma das Caríatides (estátuas de mulheres que sustentam uma das fachadas do Templo Erecteion, na Acrópole) é original. Cinco delas foram levadas ao Museu da Acrópole e a outra fica exposta no Museu Britânico.

→ Ainda sobre o Erecteion, como falamos anteriormente, é o templo dedicado a Atena e Poseidon, deuses que disputavam o patronado da capital. O símbolo desse combate é a fonte de água salgada e a oliveira que já existiam no local em que foi erguido o monumento e são interpretadas como dádivas daqueles deuses.

→ Dez países da assinaram o tratado de admissão na União Europeia na Estoa de Átalo (edifício que fica na Ágora Antiga), em 2003.

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BIBLIOTECA DE ADRIANO – ATENAS, GRÉCIA

DICAS

⇒ Para quem vai a Atenas no verão, procure visitar a Acrópole logo cedo ou ao final da tarde, em virtude do calor intenso (quase 40ºC) e do sol muito forte. Procure subir até o Partenon com sol mais brando deixando para depois a visita aos monumentos encontrados nas partes mais baixas da colina, como o Odeão de Herodes Ático e o Templo de Dionísio. Use roupas leves, tênis confortáveis, boné/chapéu e filtro solar. Não esqueça de levar garrafa d’água.

⇒ Para economizar, procure reservar seu hotel com antecedência. Muitos dão descontos se você pagar antecipadamente, principalmente na baixa temporada. Dá para conseguir bons preços entre abril e junho, meses de temperaturas amenas e pouca chuva.

⇒ Como o ingresso para a Acrópole é o mesmo de outros monumentos, como o da Biblioteca de Adriano e o do Templo de Zeus Olímpico (um verdadeiro combo turístico por menos de 15 euros), para evitar filas no carro-chefe, compre seu ingresso nos menos concorridos. Ou seja, compre seu “pacote” de entradas na Biblioteca de Adriano ou no Templo de Zeus Olímpico e depois dirija-se à Acrópole. A visita naqueles lugares é bem rápida e raramente tem fila. Pessoas de até 18 anos não pagam; estudantes pagam metade.

SEGURO VIAGEM

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BIBLIOTECA DE ADRIANO – ATENAS, GRÉCIA

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TEMPLO DE HEFESTO (HEPHAESTUS) – ATENAS, GRÉCIA

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TEMPLO DE ZEUS OLÍMPICO E ARCO DE ADRIANO VISTO DA ACRÓPOLE – ATENAS, GRÉCIA

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TEMPLO DE ZEUS OLÍMPICO – ATENAS, GRÉCIA

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DETALHES DE COLUNA GREGA MILENAR – ATENAS, GRÉCIA

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ODEÃO DE HERODES ÁTICO – ATENAS, GRÉCIA

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SUBINDO A ACRÓPOLE – ATENAS, GRÉCIA

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ACRÓPOLE E VISTA PARA A CAPITAL – ATENAS, GRÉCIA

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FACHADA DAS CARÍATIDES NO ERECTÉION – ATENAS, GRÉCIA

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JARDINS NACIONAIS – ATENAS, GRÉCIA

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VISTA PARA A COLINA ROCHOSA DA ACRÓPOLE – ATENAS, GRÉCIA

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7 comentários sobre “ATENAS

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