LONDRES

O alto custo de viagem, principalmente, no que diz respeito à hospedagem, não tira da capital da Inglaterra e cidade mais importante do Reino Unido o status de uma das cidades mais sensacionais para conhecer no mundo.

Cosmopolita, monumental, organizada, limpa, animada, com casas lindas mesmo no subúrbio e com uma variedade de coisas para ver e aproveitar, Londres é destino certo para quem deseja passear por lindos pontos turísticos, para quem quer curtir uma vida cultural rica e (acredite) para quem quer fazer compras baratas.

Continue a leitura e saiba por que a gente é louco pela cidade da Rainha.

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TOWER BRIDGE – LONDRES, INGLATERRA

COMO CHEGAR

De avião: Existem 4 aeroportos principais nos arredores da cidade, a seguir listamos suas informações principais.

* Há também o aeroporto London City. Ele é bem central, mas opera quase exclusivamente para jatos pequenos, executivos. Os voos até ele são mais caros. Fica na zona leste de Londres.

De trem: para quem vem de grandes centros Europa continental, sobretudo, Paris e Bruxelas. A estação ferroviária principal de chegada em Londres é a King’s Cross/St. Pancras. Há diferentes trens que chegam até lá, o mais rápido e caro é o Eurostar, que parte da Gare du Nord, em Paris, e dura 2h15 até a capital inglesa, atravessando o Canal da Mancha pelo Eurotúnel. Consulte os preços simulando a época que você pretende ir no site Rail Europe ou naquele link da Eurostar.

De ônibus: para quem vem da Europa continental, esse transporte passa pelo Canal da Mancha em uma balsa gigante (vagão/contâiner fechadinho). A estação rodoviária internacional principal de Londres é a Victoria Coach Station, de onde saem ônibus de linha e metrôs de várias linhas para diferentes partes da cidade. Há ônibus de Bruxelas, Paris, Edimburgo, Lisboa, Madri, Berlim, Amsterdã entre outros. Evidente que a duração da viagem é bem maior e o custo, bem menor. Reflita direitinho se você precisa de mais tempo ou de mais dinheiro para seus dias em Londres. Lembre-se que, como a travessia é de barco, você só pode atravessar aquele famoso braço de mar se não houver mau tempo. Por isso, dê uma olhada na previsão do tempo antes de ir e não compre sua passagem com tanta antecedência. Sites especializados para consulta de preços e itinerários de ônibus até Londres: Megabus, Ouibus, Busbud.

De carro: Para quem vem do sul (atravessando o Canal da Mancha vindo da França, Bélgica, Espanha), as estradas até Londres são A20 e M20 ou A2 e M2. Aos que vêm do norte (Escócia), o melhor é trafegar pela A1 (M) até a capital inglessa.

QUANDO IR

Londres é similar a Nova York, Paris e outras megalópoles nesse quesito, afinal, em todas as épocas do ano, não faltam coisas para fazer por lá.

As chuvas são um fator que pouco influencia na escolha do melhor mês, porque elas são muito incertas e frequentes o ano inteiro, embora dificilmente sejam intensas (é raro enfrentar um temporal, mas é difícil encarar dois ou mais dias de sol consecutivos). Estatisticamente, os meses menos chuvosos são fevereiro, abril e julho, nessa ordem.

Por isso, nosso critério leva em conta a vibe mais festiva e o clima mais ameno no ano naquela cidade. Assim, querendo curtir ao máximo dias longos e noites ainda mais animadas, sem ficar tremendo de frio ou fortemente agasalhado, o melhor período para essa viagem é no verão europeu, que acontece entre o fim de junho e o fim de setembro.

Se puder escolher o período de sua viagem dentro desse intervalo, prefira ir no fim de junho ou no início de julho, quando ocorrem festivais de música, feiras ao ar livre e outros eventos que celebram o início da estação mais quente do ano.

VISTO

Não é necessário, bastando um passaporte com validade assegurada por, no mínimo 6 meses após a data da viagem a Londres (ex: se você tem um passaporte que vence em agosto de 2018 deve viajar até a capital inglesa, no mais tardar, em janeiro daquele ano).

Dito isso, destacamos abaixo algumas informações sobre a chegada no território inglês.

Londres é conhecida internacionalmente pelo alto rigor alfandegário e considerável índice de recusa de imigrantes. Por isso, aconselhamos que leve o máximo de comprovantes que atestem seu vínculo de moradia e estabilidade no país de origem (declaração de seu vínculo empregatício, passagem de ida e volta já compradas e com horário certo, nome e endereço do hotel, período da estadia no hotel que coincida com a data de saída de Londres), afastando qualquer chance de intepretarem que você quer ficar de vez por lá.

Outra coisa…comporte-se como um turista comum, sem usar terno e mala executiva ou falar de um jeito muito formal. Seja respeitoso, educado e tranquilo, mas não displicente nem autoritário. Jamais demonstre pressa ou impaciência perante os fiscais.

FUSO HORÁRIO

GMT +1. Isso significa que são 4 horas à frente do horário oficial brasileiro. Assim, quando em Brasília são 17h; em Londres são 21h.

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BIG BEN – LONDRES, INGLATERRA

MOEDA

Libra esterlina. Para ter uma estimativa de quanto você vai precisar gastar para conseguir a quantidade de cédulas aceitas na cidade, confira o índice oficial do conversor monetário do Banco Central do Brasil nesse link.

Entendemos que dispor de 60 libras diárias por pessoa é uma quantia razoável para garantir um mínimo de conforto na cidade (esse valor não inclui o preço gasto na hospedagem). Evidentemente que, com 80 a 100 libras/dia/pessoa, é possível viver tranquilo, com boas refeições em todos os turnos e até com sobras para algumas pequenas compras.

IDIOMA

Inglês (com um sotaque espetacular, diga-se de passagem). A comunicação é bem tranquila, haja vista que os britânicos são muito educados e pacientes, quase sempre tentando ajudar.

QUANTO TEMPO FICAR

O correto seria dizer 1 vida ou, no mínimo, 1 mês, mas a gente sabe que isso é no plano ideal, difícil para turistas com pendências ou responsabilidades profissionais no país de origem. Diante disso, para ter uma noção dos pontos principais da cidade e curtir parques, comércio e musicais ou shows que sempre rolam por lá, indicamos 4 a 5 dias completos como um período bacana em Londres.

Só tem 1 ou 2 dias na capital inglesa? Nada mal também! Dá para ver os pontos turísticos principais (Big Ben, London Eye, Tower Bridge, Palácio de Buckingham, Abadia de Westminster e St. Paul’s Cathedral) e, a depender do horário da volta, ainda pode encaixar uma noite bem massa na região do Picaddily Circus.

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LONDON EYE VISTA DA PONTE WESTMINSTER – LONDRES

COMO SAIR DO AEROPORTO

A) A partir do Heathrow: O metrô da linha Picadilly (azul escura) conecta os terminais do aeroporto até as principais zonas hoteleiras londrinas, com destaque para as paradas em Westminster (estação mais perto do Big Ben), Picadilly Circus, Leicester Square e Covent Garden. Adquira um cartão Oyster, que te confere descontos e várias viagens durante sua estadia na cidade. Para nós, o metrô é a melhor forma para sair de lá e o diferencial deste imenso aeroporto.

Dá para ir até a área central também de trem, que são de dois tipos: a) Heathrow Express,  mais caro (entre 18 e 35 libras) e rápido (15 minutos de percurso); e b) Heathrow Connect, mais lento (30 minutos) e barato (entre 9 e 18 libras). Ambos deixam na estação Paddington, de onde partem diferentes linhas de metrô e táxis mais baratos do que os que saem direto do aeroporto.

Táxi direto do aeroporto: cerca de 65 libras. Saindo da estação Paddington, custa cerca de 15 libras.

B) A partir do Gatwick: trem até a estação Victoria, por onde passam 3 linhas de metrô londrinas e vários ônibus. O trem mais rápido é o Gatwick Express, que é o mais caro (custa cerca de 20 libras; é pouco mais barato comprando pela Internet antecipadamente).

De táxi, é bastante salgado (entre 85 e 100 libras) e só vale à pena se você dividir a corrida com mais 2 ou 3 pessoas e tiver tempo sobrando, porque o trânsito de Londres é muito carregado.

C) A partir do Stansted: trem Stansted Express até a estação Liverpool Street (perto da Tower Bridge e dos prédios modernos da City), por onde passam 4 linhas de metrô e diversos ônibus. Custa pouco mais de 20 libras.

De ônibus, existem as empresas National Express e a Terravision que deixam na estação Victoria e Liverpool Street, respectivamente. Aquela custa cerca de 15 libras e esta, pouco mais de 10 libras.

D) A partir do Luton: trem First Capital Connect. Custa perto de 10 libras. Leva até a estação King’s Cross St. Pancras, por onde passam 6 linhas de metrô e vários trens para diferentes cidades europeias.

De ônibus, existem as empresas easyBus (leva até Baker Street, na região de Marylebone, poucas ruas acima do Hyde Park) e Greenline (vai de Luton até a estação Victoria). O preço de ambos é, aproxidamente, 16 libras e o percurso dura 1 hora.

*Se você chega pelo aeroporto LondonCity, pode pegar o monotrilho DLR ou um táxi (valor da corrida perto de 35 libras). O monotrilho/metrô de superfície liga até a estação de metrô Canning Town, da linha Jubilee (cor cinza; que passa até as estações Waterloo e Westminster, colados ao Big Ben).

Combine essas informações com as de deslocamento na cidade, principalmente no que diz respeito às estações de metrô e linhas de ônibus que dão acesso à Victoria Coach Station, Liverpool Street, King’s Cross-St. Pancras e Waterloo.

HOSPEDAGEM

Esse é o fator que mais pesa no bolso para o turista na cara cidade de Londres. Dá para achar lanchonetes, transporte e atrações a preços acessíveis (muitos museus são gratuitos, inclusive), mas é praticamente impossível achar uma hospedagem, ainda que super simples, a menos de 250 reais a diária. Já vá preparado para gastar bastante com esse segmento.

O alto custo leva muitos a caírem na tentação de arrumar qualquer hostel bem distante da área central. Isso, para nós, é um erro. Afinal, o metrô em Londres não é barato. Assim, quem vai nessa de ficar num lugar longe e pouco menos caro, economiza na hospedagem mas gasta no transporte e perde a comodidade de ficar perto do burburinho londrino. Fuja dessa furada!

Dito isso, os melhores lugares (e, consequentemente os mais caros) para ficar são os que mais se aproximam do Big Ben e do Picadilly Circus. Por isso, recomendamos as hospedagens na região do Soho ou Temple, perto do Covent Garden, na região da avenida Strand ou da Aldwych. Outro ótimo lugar para ficar, mas não tão animado, é no bairro de Kensington, por ser perto dos maiores parques e de incríveis museus e lojas, além de bem servida de transporte público. Considere também as áreas de Russell Square, St. Paul’s, Marylebone/Mayfair, Notting Hill para passar boas noites em Londres.

Listamos, a seguir, algumas opções bem avaliadas por turistas:

  • The Savoy (um dos mais bem avaliados e conhecidos hotéis 5 estrelas de Londres; fica na região estratégica da avenida Strand, muito perto do Covent Garden, Trafalgar Square e Piccadilly Circus; não faltam opções de lazer, gastronômicas e musicais nessa região, inclusive com restaurante mundialmente famosos no seu interior; revestimento de mármore e estilo eduardiano e Art Decó fazem a decoração dos quartos, já ocupados por Sinatra, Churchill e Katherine Hepburn; é o mais caro da lista);
  • Citadines Trafalgar Square (hotel 4 estrelas com decoração moderna e clean, situado a poucos metros da Trafalgar Square/National Gallery, do Big Ben/Parlamento e outros prédios públicos famosos. É disponibilizado aparelho celular com mapa grátis e outras facilidades; equilibra bem o luxo e a praticidade de quartos amplos e bem equipados; custo da diária elevado);
  • Sanctuary House Hotel (hotel vitoriano elegante, de 3 estrelas, a menos de 5 minutos de caminhada até a Abadia de Westminster e o Big Ben; uma das melhores localizações dessa lista, com valor alto, mas abaixo da média do bairro);
  • Brewer Street Apartment (localizado ao lado da praça mais famosa da Piccadilly Circus; custo inferior aos padrões da região);
  • Comfort Inn Buckingham Palace Road (localização central; diária de valor razoável comparando com outras opções nessa área privilegiada);
  • LSE Grosvenor (estúdio com comodidades privativas, bem perto do Covent Garden; custo relativamente baixo para padrões londrinos);
  • 72QT (localizado a 100 metros ao norte do Hyde Park e a uma curta caminhada até Notting Hill a oeste e à Oxford Street a leste; quarto pequeno, mas com custo baixo pela boa localização);
  • Westpoint Hotel (perto do anterior, um pouco mais ao norte do Hyde Park e a 800 metros até a Oxford Street e o Marble Arch; perto da estação Paddington, que possui o serviço de trem expresso até o Aeroporto de Heathrow, além de metrôs que circulam pela cidade; bom custo-benefício);
  • Lovet Homestay (quartos agradáveis, sossegados e muito indicados no Booking; fica a menos de 500 metros da Torre de Londres e da Tower Bridge, na região da City; bom custo-benefício);
  • SoHostel (valor alto para um albergue, mas bem em conta para quem quer ficar no centro turístico de Londres; bem perto de estação de metrô e a uma curta caminhada do British Museum, da rua do comércio, Oxford Street, e da Piccadilly Circus);
  • Goodwood Hotel (acomodação econômica perto da estação ferroviária de King’s Cross/St. Pancras e de Camden Town; seu baixo custo e boa localização são os fatores mais elogiados pelos hóspedes que lá ficaram; conforto mínimo; lugar ideal para quem vê na hospedagem apenas um lugar para dormir, sem qualquer prioridade)
  • Sandeman-Allen Hostel (albergue que fica muito perto do Kensington Gardens e de Notting Hill; é o mais barato da lista e com uma avaliação próxima de 7 no Booking).

Para mais alternativas, consulte os sites do Booking, Trivago ou Tripadvisor. Caso prefira alugar um quarto, um apartamento ou uma casa mantendo contato diretamente com o proprietário, acesse o Airbnb.

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CABINE AO LADO DA PARLIAMENT SQUARE –  LONDRES

O QUE CONHECER
  • Big Ben e Parlamento (Palácio de Westminster) – Principal cartão-postal da cidade e do país. A Torre Eiffel inglesa. Para quem está nessa área, não deixe de dar uma volta pelas estátuas da Parliament Square e caminhar pela rua Whitehall, repleta das repartições governamentais. A visita ao interior da Elizabeth Tower (torre onde fica o famoso relógio) é exclusiva para residentes no Reino Unido e deve ser autorizada por algum Membro do Parlamento (se você se encaixa nesse requisito, descubra como fazer o pedido formal nesse link). Por sua vez, a visita ao Parlamento (inclusive, com acesso à Câmara dos Comuns e à Câmara dos Lordes e ao Westminster Hall – construído em 1097 e um dos poucos salões originais não destruídos pelo incêndio de 1834) é realizada em alguns dias e horários determinados. Ela é paga, seja por audioguia (mais barato; tem um aparelho em português brasileiro) seja por um guia físico. Confira os preços, dias e horários de visitas no site oficial. A compra pode ser feita online ou presencialmente (esta é feita no ticket office localizado no Enbankment (SW1A 2LW). Estação de metrô mais perto: Westminster Station (linha amarela/Circle, linha verde/District, linha cinza/Jubilee). Alguns ônibus que param perto: linhas 148, 211 (parada Westminster Station Bridge Street – Stop H), linhas 24, 748, 750, 715 (parada Parliament Square – Stop C), linhas 3, 11, 24, 87, 88, 748, 750, 751, N3, N11, N44, N87 (parada Parliament Square).

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BIG BEN VISTO E PONTE DE WESTMINSTER VISTOS DA MARGEM SUL DO RIO TÂMISA

  • Abadia de Westminster – templo construído no século XI como católico, passando a ser anglicano durante o reinado de Henrique VIII. Possui linda e detalhada fachada e é a mais importante por nela, desde 1066, acontecer a coroação dos reis/rainhas britânicos(as). Lá casaram a Rainha Elizabeth II e, mais recentemente, o Príncipe William e Kate Middleton, fica na frente da entrada do Parlamento, ao lado da Parliament Square. Ela não é “apenas” utilizada para cerimônias reais, sendo sede de missas e outros serviços eclesiásticos comuns. Visitas guiadas ocorrem quase diariamente, com maior horário de acesso nas quartas-feiras. Confira o preço (varia se comprado online ou presencialmente, se com guia físico ou audioguia, se individual ou em grupo) e horários nos links oficiais destacados. Estação de metrô mais perto: Westminster Station (linha amarela/Circle, linha verde/District, linha cinza/Jubilee). Alguns ônibus que param perto: linhas 11 e 24  (parada Parliament Square – Stop P), linhas 11, 24, 148, 211, N11, N44, N136 (parada Westminster Abbey – Stop R);
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ABADIA DE WESTMINSTER – LONDRES

  • London Eye – Imensa e linda roda-gigante inaugurada na virada do milênio.  São 32 cabines que representam os 32 distritos londrinos, cada uma com ocupação máxima de 25 pessoas. Funciona até as 18h na baixa temporada e até as 20h30 no verão. Margeie o Rio Tâmisa pelo The Queen’s Walk passeando pelo complexo de lazer do Shrek, The London Dungeon e pelo Aquário Sea Life, e os contêineres de lanches ao lado da linda roda-gigante. Não deixe de atravessar a Ponte Westminster em direção ao Big Ben, de dia e de noite. Tire fotos da roda-gigante iluminada. Confira os preços, horários de funcionamento e modalidades de ingresso (tem até casamento feito lá dentro ou passeios românticos nesse link). Estação de metrô mais perto: Waterloo Underground Station (linha marrom/Bakerloo, linha preta/Northern, linha cinza/Jubilee, linha turquesa/Waterloo & City) ou Westminster Station (linha amarela/Circle, linha verde/District, linha cinza/Jubilee). Alguns ônibus que param perto: linhas 12, 53, 148, 159, 211, 453, 734, N109, N155, N381 (parada St. Thomas’ Hospital County Hall – Stop D), linhas 76, 77, 211, 341, 381, 507, N381, RV1 (parada Waterloo Station York Road – Stop W), linhas 700, 715, 716, 717, 719, 720, 721, 722, 728, 750, 751, 774, 785 (parada Westminster Pier);
  • Tower Bridge – a mais bela e conhecida ponte da cidade, com duas torres cinzentas que lembram castelos. Inaugurada em 1894 como uma das pontes-básculas mais importantes e eficientes do mundo, elevando sua passagem para não atrapalhar o fluxo de navios pelo Rio Tâmisa. Lá são celebradas cerimônias de casamento e é possível subir para ter uma vista panorâmica de parte de Londres; fica ao lado da Torre de Londres (Tower of London). Consulte preços e horários de visita no link do título. Estações de metrô mais perto: Tower Hill (linha amarela/Circle ou linha verde/District), London Bridge Station (linha cinza/Jubilee ou linha preta/Northern). Alguns ônibus que param perto: linhas 42, 78, RV1 (paradas The Tower of London – Stop TH ou Tower Bridge City Hall – Stop P), linhas 47, 343, 381, N199, N381, RV1 (parada Tooley Street City Hall – Stop M), linhas 15, 734, 786, 788, 789, 790, A, N15 (parada The Tower of London Stop TA);
  • Torre de Londres (Tower of London) – edifício histórico, antiga residência real, tendo sido expandida pelos reis Ricardo I, Henrique III e Eduardo I, nos séculos XII e XIII. Foi, também, durante muito tempo presídio e local de execução (inclusive onde ficaram presos espiões durante as I e II Guerra) e hoje funciona como um dos mais visitados museus londrinos, onde está exposta a incrível coleção de joias da Coroa. Veja os preços nesse linkEstação de metrô mais perto: Tower Hill (linha amarela/Circle ou linha verde/District). Alguns ônibus que param perto: linhas 15, 734, 786, 788, 789, 790, A, N15 (parada The Tower of London Stop TA), linhas 42 e 78 (parada The Tower of London – Stop TH), linhas 17, 21, 35, 40, 48, 133, 141, 149, 521, N21, N133, N199 (parada Monument – Stop P);
  • City of London (ou City) – centro financeiro londrino (bolsa de valores, casas de seguros, escritório de advocacia se estabelecem aí), com lindos prédios de arquitetura bem diferente e arrojada (destaque para o arranha-céu oval The Gherkin, para o edifício Leadenhall e para a companhia de seguro Lloyd’s of London), contrastando com as fachadas clássicas dos edifícios históricos. Fica perto da London Tower, na Square Mile. Foi lá onde os romanos fundaram Londres como entreposto comercial, a partir de onde a cidade se expandiu antes mesmo do surgimento do reino inglês. Apesar de sua pequena extensão, possui uma prefeitura, bandeira e brasão próprios e é lá que mais de 400 mil pessoas trabalham todos os dias. Estações de metrô mais perto: Tower Hill, Monument ou Cannon Street Underground (todas acessadas pela linha amarela/Circle ou linha verde/District) ou Bank Station (linha vermelha/Central ou linha preta/Northern ou linha turquesa/Waterloo & City). Alguns ônibus que passam perto: linhas 8, 25, 242, N8 (parada Bank Station Poultry – Stop K), linhas 21, 133, 141, N21, N133 (parada King William St. Monument Stn – Stop G), linhas 17, 21, 35, 40, 48, 133, 141, 149, 521, N21, N133, N199 (parada Monument – Stop P), linhas 25, N550 (parada St. Mary Axe – Stop Z);
  • St. Paul’s Cathedral – monumental igreja anglicana com linda cúpula arredondada (a segunda maior do mundo, só atrás da cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano), construída no século XVII, seguindo o projeto do arquiteto Christopher Wren, para substituir a antiga catedral milenar, destruída pelo grande incêndio de 1666. Foi nela que a Princesa Diana casou-se com o Princípe Charles, em 1981. Sobreviveu ao bombardeio nazista de outubro de 1940 e abril de 1941. Entre as tumbas de notáveis britânicos lá localizadas, destaque para a do Duque de Wellington, Charles Cornwalls, Ivor Novello, William Turner, entre outros.  A visita é paga. Confira preços e horários de funcionamento nesse linkEstações de metrô mais perto: St. Paul’s (linha vermelha/Central) ou Blackfriars Station (linha amarela/Circle ou linha verde/District). Alguns ônibus que param perto: linhas 4, 11, 15, 17, 23, 26, 76, N11, N15, N21, N26, N199 (parada St. Paul’s Cathedral – Stop SJ), linhas 8, 25, 242, N8 (parada St. Paul’s – Stop SY);
  • Palácio de Buckingham – sede atual da monarquia britânica. É nesse palácio com um quintal gigantesco que vive a Rainha Elizabeth II; ponto quase obrigatório para ser visitado pelos turistas que desejam ver a famosa troca da guarda, que acontece diariamente às 10h45 da manhã (procure chegar meia hora antes para pegar um bom lugar). Em alguns poucos meses do ano (principalmente no verão, já que a Rainha passa essa estação na Escócia) é possível visitar alguns Salões do Estado, onde a família real recebe as representações diplomáticas internacionais e tira as fotos oficiais diante do trono (preço aproximado de 25 libras) e, por um período maior do ano, são realizadas visitas aos estábulos reais (The Royal Mews), onde é possível conhecer os cavalos, carruagens e automóveis utilizados pela família real (preço da visita, em média: 10 libras). Confira o valor atualizado e datas possíveis nos links destacados. Estações de metrô mais perto: St. Jame’s Park Station (linha amarela/Circle e linha verde/District) ou Green Park Undreground Station (linha azul escuro/Piccadilly, linha azul claro/Victoria; linha cinza/Jubilee). Alguns ônibus que param perto: linhas 9 e N9 (parada Pall Mall/St. Jame’s Palace), linhas 771 e 772 (parada Buckingham Palace Royal Mews), linhas 11, 24, 148, 211, 786, 788, 789, 790, N11, N44, N136 (parada St. James’s Park Station – Stop SD);
  • Trafalgar Square – centro oficial da cidade, é uma praça que simboliza a vitória do Almirante Nelson sobre Napoleão Bonaparte; marcada por uma imensa coluna e cercada por belos edíficios, com destaque para a impressionante National Gallery, com entrada gratuita; dica: entre a Trafalgar Square e o Buckingham Palace, caminhe pela linda avenida The Mall, com uma extensa alameda no seu percurso e o agradável St. Jame’s Park ao lado. Lugar público, de acesso gratuito e em qualquer horário. Estação de metrô mais perto: Charing Cross Underground Station (linha marrom/Bakerloo e linha preta/Northern). Alguns ônibus que param perto: linhas 3, 159, N3, N109 (parada Whitehall Trafalgar Square – Stop M), linhas N91, N97 (parada Trafalgar Square – Stop X), linha N113 (Trafalgar Square – Stop W), linha 94 (parada Charles II Street – Stop U), linhas 6, 9, 11, 15, 23, 87, 91, 139, 176, N9, N11, N15 (parada Bedford Street – Stop J);
  • Piccadilly Circus – região mais agitada no final de tarde e durante a noite londrina; é o centro festivo e cultural da cidade, com vários restaurantes, pubs, praças (a que tem a estátua de Eros – Shaftesbury Memorial Fountain – é comparada à Times Square de Londres) e onde são apresentados os musicais mais concorridos nas casas de show de Londres (a “Broadway” da capital inglesa). Estação de metrô mais perto: Piccadilly Circus Station (linha azul escuro/Piccadilly ou linha marrom/Bakerloo). Alguns ônibus que param perto: linhas 3, 12, 88, 94, 159, 453, N3, N109, N136 (parada Piccadilly Circus – Stop F), linhas 14, 19, 38, N19, N38 (parada: Dean Street Chinatown – Stop W), linhas 6, 9, 14, 19, 22, 38, N9, N19, N22, N38, N97 (parada Green Park Station – Stop J);
  • Leicester Square (pronuncia-se “Lester” Square) – quase uma extensão do Picadilly Circus, ao lado da Chinatown; trata-se de uma agradável praça onde acontecem os lançamentos dos filmes mais aguardados com tapete vermelho e desfile dos atores mais famosos do mundo; aqui também há bons restaurantes, lanchonetes e teatros. Estação de metrô mais perto: Leicester Square Station (linha preta/Northern ou linha azul escuro/Piccadilly). Alguns ônibus que param perto: linhas 24, 29, 176, N5, N20, N29, N41, N279 (parada Leicester Square – Stop J), linhas 3, 12, 88, 159, 453, N3, N18, N97, N109, N136 (parada Haymarket Charles II Street – Stop P); linhas 3, 12, 88, 94, 159, 453, N3, N109, N136 (parada Piccadilly Circus – Stop F), linhas 14, 19, 38, N19, N38 (parada: Dean Street Chinatown – Stop W);
  • Covent Garden – algumas ruas mais a leste da Leicester Square, fica essa animada área onde acontecem apresentações ao ar livre de bandas e artistas de rua, com vários prédios bonitos e boas lojas, padarias, lanchonetes e restaurantes ao redor, além do tradicional mercado em estilo neoclássico com teto de vidro, que é ponto de encontro para muita gente em busca de diversão e boa comida (3 pisos de cafeterias, patisseries, bares, sorveterias, casas de chá e chocolaterias, além de tendas onde são vendidas frutas, verduras, flores e outras barracas itinerantes ao redor), localizado no centro da primeira praça pública aberta na Inglaterra.  Aberto todos os dias das 10h às 19h30 (no domingo abre um pouco mais tarde e fecha um pouco mais cedo). Bares e restaurantes ficam abertos até 23h. Consulte os horários de funcionamento atualizados no link destacado no título. Estações de metrô mais perto: Covent Garden (linha azul escuro/Piccadilly) e Leicester Square Station (linha preta/Northern ou linha azul escuro/Piccadilly). Alguns ônibus que param perto: linhas 24, 29, 176, N5, N20, N29, N41, N279 (parada Leicester Square – Stop J), linha RV1 (parada Russell Street), linhas 6, 9, 11, 15, 23, 87, 91, 139, 176, N9, N11, N15 (parada Southampton St Covent Garden – Stop A);
  • Notting Hill – pitoresco bairro londrino, com várias casas coloridas lindas, pubs e mercados. O destaque vai para a ótima e famosa feira de rua que acontece todo sábado, onde são vendidos diferentes alimentos frescos, antiquário, flores e souvenirs. Ficou marcado pelo filme “Um lugar chamado Notting Hill”, protagonizado por Julia Roberts e Hugh Grant (tem que ver; muito bom), gravado nas suas charmosas ruas. Mesmo se você não for no sábado, vale à pena conhecer essa área. Para ver as melhores casinhas coloridas, caminhe pela Portobello Road e Denbigh Terrace. Estação de metrô mais perto: Notting Hill Gate Station (linha amarela/Circle; vermelha/Central; verde/District). Alguns ônibus que passam perto: linhas 31, 94, 198 (parada Notting Gate Hillgate St – Stops D e E); linhas 27, 28, 31, 328, N28, N31 (parada Notting Hill Gate Stn Pembridge Road – Stop B); linhas 52, 452 (parada Chepstow Villas – Stop PS)
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NOTTING HILL – LONDRES, INGLATERRA

  • Abbey Road – rua onde fica o histórico estúdio homônimo, onde a melhor banda de todos os tempos (The Beatles) gravou todos os seus álbuns, com exceção do Let it Be. É lá que fica a faixa de pedestres mais famosa do mundo, retratada na capa do último disco por eles produzido. Você encontrará muitos beatlemaníacos tentando imitar a pose dos “fab four” e muito motoristas impacientes por terem que parar para a travessia dos pedestres fanáticos. Para quem não curte muito a música deles ou não tem nenhuma afinidade, dá para pular essa atração, que fica no norte de Londres, perto de St. John’s Wood e Marylebone. Quem quiser entrar nos lendários estúdios, o horário de funcionamento durante a semana vai das 9h30 às 19h. Como ainda está em funcionamento, não há tours guiados lá dentro. Há uma loja bem bacana (Abbey Road Shop) ao lado. Estações de metrô mais perto: St. John’ Wood Station (linha cinza/Jubilee) e Maida Vale Station (linha marrom/Bakerloo). Alguns ônibus que param perto: linhas 139 e 189 (paradas Abbey Road Studios Grove End Road – Stop R ou Hall Road – Stop S), linhas 46 e 187 (parada Grove End Road – Stop F), linhas 16, 98, 332, N16, N98 (parada Elgin Avenue Maida Vale Stn – Stop A);
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QUERENDO SER PAUL MCCARTNEY NA ABBEY ROAD – LONDRES, INGLATERRA

  • Baker Street – famosa rua onde vivia Sherlock Holmes nos contos de Arthur Conan Doyle. O museu fica no início/norte dessa rua. Há também uma estátua do investigador mais conhecido do mundo perto da esquina dessa avenida com a Marylebone Road. Além disso, esse agradável caminho conta com restaurantes de todos os tipos e nacionalidades, supermercados, lanchonetes, padarias, cafeterias e galerias de arte (o museu de cera Madame Tussauds fica bem perto da estátua de Sherlock Holmes, já na Marylebone Road). Estação de metrô mais perto: Baker Street Station (linha amarela/Circle; marrom/Bakerloo; lilás/Hammersmith & City; violeta/Metropolitan; cinza/Jubilee). Alguns ônibus que param perto: linhas 13, 74, 189, 274, N74, 755, 757, 758, 771, 772 (parada Baker Street Station – Stop A), linhas 18, 27, 30, 74, 205, 453, N18, N74, N205 (parada Glentworth Street – Stop W), linhas 113, 139, N113 (parada York Street – Stop G);
  • Camden Town – reduto charmoso e seguro onde concentrava-se o público mais alternativo e underground da cidade, tendo esta tendência sido modificada ao longo dos anos, passando a ser frequentado por todas as tribos e uma das áreas mais visitadas da cidade. Ótimas atrações de lá (entre as ruas Camden High Street e Chalk Farm Road, separadas pelo Regent’s Canal): o mercado de artesanato (Camden Market), oficinas de artes, cafés, restaurantes e bares, lojas de acessórios, mercado de pulgas, lojas de discos, tatuagens e piercings. Ficou famoso por ser o ponto mais frequentado pela cantora Amy Winehouse na cidade (tem até uma estátua dela no Stables Market). Estações de metrô mais perto: Camden Town Station e Chalk Farm (ambas da linha preta/Northern). Alguns ônibus que param perto: 24, 27, 31, 168, N5, N28, N31 (paradas Camden Town – Stop X ou Hartland Road Camden Market – Stop CQ).

MUSEUS:

  • British Museum – o maior e melhor museu de Londres, fundado em 1753, com amplo acervo do Egito Antigo e peças originais da Acrópole de Atenas, além de seções destinadas às Idades Média, Moderna e Contemporânea em diferentes partes do mundo; entrada gratuita. Aberto todos os dias (exceto no Natal e no Ano Novo) das 10h às 17h30, e sexta até 20h30. Horários de funcionamento atualizados aquiEstações de metrô mais perto: Holborn (linha vermelha/Central ou linha azul escuro/Piccadilly), Tottenham Court Road (linha vermelha/Central ou linha preta/Northern), Goodge Street (linha preta/Northern). Alguns ônibus que param perto: linhas 14, 24, 29, 73, 134, 390. N5, N20, N29, N73, N253, N279 (parada Great Russell Street – Stop R), linha 10 (parada British Museum – Stop OA ou Stop W – ou parada Montague Street – Stop L), linhas 1, 8, 19, 25, 38, 55, 98, 171, N1, N8, N19, N38 (parada Museum Street – Stop E);
  • National Gallery – museu de arte que fica na Trafalgar Square, fundado em 1824. Lindo acervo de milhares de pinturas desde o século XIII até 1900, com originais de Da Vinci, Botticelli, Degas, Gauguin, Matisse, Klimt, Delacroix, Mabuse, entre outros. Um dos mais visitados no mundo e um dos preferidos dos turistas na cidade. Acesso livre/gratuito. Abre todos os dias (exceto entre 24 a 26 de dezembro e no dia 1 de janeiro) das 10h às 18h, e na sexta até às 21h (horários atualizados aqui). Estação de metrô mais perto: Charing Cross Underground Station (linha marrom/Bakerloo e linha preta/Northern). Alguns ônibus que param perto: linhas 3, 159, N3, N109 (parada Whitehall Trafalgar Square – Stop M), linhas N91, N97 (parada Trafalgar Square – Stop X), linha N113 (Trafalgar Square – Stop W), linha 94 (parada Charles II Street – Stop U), linhas 6, 9, 11, 15, 23, 87, 91, 139, 176, N9, N11, N15 (parada Bedford Street – Stop J)
  • Tate – o famoso museu inglês com quatro edifícios temáticos distintos (Tate Britain, Tate Modern, Tate Liverpool e Tate St. Ives) não poderia deixar de ter seus representantes na cidade principal do país – Tate Britain e Tate Modern, ambos em um complexo no Bankside, na margem sul do Rio Tâmisa (precisamente no Millbank), separado da Catedral de St. Paul pela Ponte Millenium. Destaque para o impressionante acervo de arte moderna (Tate Modern, que fica na região do Bankside) e para as obras clássicas (há exemplares de Cézanne, Sisley, Turner e Rossetti) do Tate Britain. Abre das 10h às 18h, diariamente (horário atualizado aqui). Entrada franca.  A Estações de metrô mais perto: Southwark (linha cinza/Jubilee) e London Bridge (linha cinza/Jubilee ou linha preta/Northern). Alguns ônibus que param perto: linhas 381, N343, N381, RV1 (parada Lavington Street – Stop K), linha 344 (parada Southwark Bridge Bankside Pier – Stop BC);
  • Victoria and Albert Museum (V&A) – em South Kensington, fica esse incrível museu. Ele é dedicado a exposições de obras decorativas e design, com milhões de objetos das mais distintas épocas e nacionalidades, em um prédio de bonita fachada. Como em todos os outros museus acima mencionados, a entrada neste também é gratuita. Horário de funcionamento: das 10h às 17h45 todos os dias, exceto na sexta-feira, que abre das 10h às 22h. Consulte o horário atualizado para o dia que pretende ir aqui.  Estação de metrô mais perto: South Kensington (linha amarela/Circle, linha azul/Piccadilly, linha verde/District). Alguns ônibus que param perto: linhas 14, 74, 414, C1, N74, N97 (parada Victoria & Albert Museum – Stop M), linha 430 (parada Victoria & Albert Museum – Stand R), linha 360 (parada Victoria & Albert Museum – Stop L), linha 70 (parada Natural History Museum Cromwell Road – Stop GM);
  • Museu de História Natural e o Science Museum – vizinho ao V&A fica o Museu de História Natural, voltado para a reprodução da evolução da natureza e a ocupação humana no mundo, com destaque para o imenso esqueleto com ossos reais de um dinossauro. Entrada gratuita, ressalvada algumas galerias temporárias, em que há a cobrança de taxa. Aberto diariamente (exceto no dia 13 de julho e de 24 a 26 de dezembro). Horário de funcionamento das 10h às 17h50. Confira o atualizado aqui. Anexo a este edifício fica o Museu da Ciência (Science Museum), dedicado às descobertas e experiências científicas. Entrada franca, exceto para o Teatro IMAX, para o simulador de voo e algumas exibições especiais. Abre todos os dias, exceto de 24 a 26 de dezembro. Horário de funcionamento: 10h às 18h (fecha às 19h, em feriados estudantis). Consulte o atualizado aqui. Estações de metrô mais perto: Gloucester Road e South Kensington (ambas acessadas pela linha amarela/Circle, linha azul/Piccadilly, linha verde/District). Alguns ônibus que param perto: linha 70 (parada Natural History Museum Cromwell Road – Stop GM), linha 49 (parada Stanhope Gardens – Stop GP), linhas 14, 74, 414, C1, N74, N97 (parada Victoria & Albert Museum – Stop M), linha 430 (parada Victoria & Albert Museum – Stand R), linha 360 (parada Victoria & Albert Museum – Stop L);                                                           * Se passar por essa região de South Kensington, não deixe de visitar o antológico Royal Albert Hall, um verdadeiro museu da música em funcionamento. Nessa linda casa de espetáculos já passaram as mais consagradas bandas e orquestras do mundo, e ainda recebe belos shows como uma das mais famosas do mundo. Para passear e até comer no café/restaurante de lá, clique aqui para saber o horário de funcionamento. Para visitas guiadas, confira os horários e preços atualizados neste link. Ainda nesta região fica a famosa loja de departamentos Harrods, que vende diferentes artigos de vestuário, objetos de decoração, cosméticos e outros itens em um extenso edifício de bonita fachada alaranjada (é o similar às Galerias Laffayette, de Paris). Estações de metrô mais perto: Gloucester Road e South Kensington (ambas acessadas pela linha amarela/Circle, linha azul/Piccadilly, linha verde/District) e estação Knightsbridge (linha azul escuro/Piccadilly). Alguns ônibus que param perto: linhas 9, 10, 52, 452, N9 (parada Royal Albert Hall – Stop RL), linha 702 (parada Royal Albert Hall – Stop K2).

*Mais um museu que vale à pena ser conferido é o Imperial War Museums/Churchill War Rooms, que fica na King Charles Street, bem perto da Parliament Square e do Big Ben. Trata-se do local onde Winston Churchill (primeiro-ministro inglês durante a II Guerra Mundial e considerado um dos maiores líderes do século XX) recebia as informações sobre o andamento da guerra e fazia seus inflamados discursos que incentivavam e encorajavam a população e as tropas inglesas a resistirem aos ataques alemães. O bunker foi praticamente mantido do mesmo jeito que utilizado por Churchill durante a guerra, inclusive, com objetos daquela época. Aberto diariamente, com entrada paga. Para visitas, consulte o valor e horário de funcionamento atualizados nos links destacados. Estação de metrô mais perto: Westminster (linha amarela/Circle, linha verde/District, linha cinza/Jubilee). Alguns ônibus que param perto: linhas 3, 11, 12, 53, 87, 88, 159, 453, N3, N11, N44, N87 (parada Parliament Square – Stop A), linhas 148 e 211 (parada Parliament Square – Stop P).

* Outro ótimo exemplar da história é o ótimo e pequeno Museu de Londres, que conta com diferentes artefatos, reportagens e obras do nascimento da cidade pela mão dos romanos e seu desenvolvimento como uma das mais importantes do mundo, com galerias dedicadas à sobrevivência de Londres às guerras, doenças e ao gigantesco incêndio que se sucederam entre o final do século XVI até 1666. Fica na região da City, bem perto da St. Paul’s Cathedral. Entrada gratuita. Aberto diariamente, das 10h às 18h. Estação de metrô mais perto: St. Paul’s (linha vermelha/Central). Alguns ônibus que param perto: linhas 100 e 338 (parada London Wall Museum of London – Stop BE), linhas 4 e 56 (parada Museum of London – Stop BD), linhas 4, 242, 388 (parada St. Paul’s – Stop SW), linhas 8, 25, 521, N8 (parada King Edward Street – Stop ST).

PARQUES:

  • Hyde Park – o maior de Londres (2,5 quilômetros quadrados ou 140 hectares), com diferentes entradas, parquinhos para crianças, alamedas, jardins, o lago Long Water e o amplo lago Serpentine (onde um grupo disciplinado de nadadores mergulham nele e praticam esportes todos os dias) no meio. Liga diferentes áreas importantes da cidade, como o bairro dos museus à região mais comercial da cidade e até bem perto do quintal do Palácio de Buckingham. Na face leste desse parque há várias estátuas interessantes e dois arcos que chamam a atenção: o Marble Arch (Arco de Mármore, projetado para ser a entrada de honra do Palácio de Buckingham, mas relocado de lá para seu lugar atual em 1851; fica ao lado da Oxford Street) e o Arco de Wellington/Arco da Constituição/Arco de Green Park (muito maior e mais bonito que o anterior; homenageia as vitórias britânicas nas guerras napoleônicas; no alto dele fica a maior estátua de bronze europeia, com o anjo da paz conduzindo a carruagem da guerra; fica no Hyde Park Corner). Estações de metrô mais perto: Hyde Park Corner e Knightsbridge (ambas acessadas pela linha azul escuro/Piccadilly), Marble Arch e Lancaster Gate (ambas acessadas pela linha vermelha/Central). Alguns ônibus que param perto: linhas 2, 6, 10, 13, 16, 36, 74, 137, 148, 390, 414, N2 (parada London Hilton Hotel – Stop Y), linhas N74, N137 (parada Hyde Park Corner – Stop W), linhas 94 e 148 (parada Lancaster Gate Station – Stop LC), linha 274 (parada Victoria Gate – Stop LD);
  • Kensington Gardens – é um anexo ao Hyde Park, e também uma ótima área verde para fazer piqueniques e caminhadas ou corridas no lago Round Pond, logo atrás do Palácio de Kensington, onde vive o Príncipe Willian, Kate Middleton e seus filhos (conecta Notting Hill a South Kensington). Estações de metrô mais perto: Queensway e Lancaster Gate (ambas acessadas pela linha vermelha/Central) e High Street Kensington (linha amarela/Circle ou linha verde/District). Alguns ônibus que param perto: linhas 70, 94 e 148 (parada Queensway Station – Stop A), linhas 94 e 148 (parada Lancaster Gate Station – Stop LC), linhas 27, 28, 52, 70, 328, 452, N28, N31 (parada Sheffield Terrace – Stop X);
  • St. James’Park – é o mais antigo parque real inglês e é o menorzinho entre os já citados, mas muito agradável, com laguinho com patos e outras aves, além de jardins coloridos. Foi o que mais gostamos, fica entre o Palácio de Buckingham e o Parlamento/Big Ben, conectando também a casa da Rainha à Trafalgar Square e à residência oficial do Primeiro Ministro (Downing Street, 10). Estação de metrô mais perto: St. James’s Park Station (linha amarela/Circle e linha verde/District). Alguns ônibus que param perto: linhas 11, 24, 148, 211, 786, 788, 789, 790, N11, N44, N136 (parada St. James’s Park Station – Stop SD), linhas 9 e N9 (parada Pall Mall/St. Jame’s Palace), linhas 771 e 772 (parada Buckingham Palace Royal Mews).

*Quem gosta desse contato com a natureza e um pouco de sossego dentro de uma cidade movimentada, vai curtir também um passeio agradável ao Regent’s Park, onde fica um zoológico, uma universidade e a mesquita principal da cidade, no norte de Londres, perto do mítico Abbey Road Studios. Estações de metrô mais perto: Regent’s Park (linha marrom/Bakerloo), Baker Street Station (linha marrom/Bakerloo, linha amarela/Circle, linha cinza/Jubilee, linha lilás/Hammersmith & City, linha violeta/Metropolitan). Alguns ônibus que param perto: linhas 18, 27, 30, 205, 453, N18, N205 (parada Regent’s Park – Stop A), linhas 13, 113, 274, N113 (parada London Business School – Stop LB), linhas 139 e 189 (parada Park Road London Business School – Stop LL).

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PALÁCIO DE BUCKINGHAM – LONDRES, INGLATERRA

DESLOCAMENTO DENTRO DA CIDADE

A pé – a melhor forma de circular pelos principais monumentos da cidade. Organize seu roteiro em boas e longas caminhadas na capital inglesa percorrendo os monumentos que se concentram em alguns setores. A seguir, algumas sugestões de percursos:

Dá para ver em uma agradável caminhada a London Eye, Ponte Westminster, Big Ben, Abadia de Westminster, Trafalgar Square, St. Jame’s Park, Palácio de Buckingham, Piccadilly Circus, Leicester Square e Covent Garden.

Em outra longa caminhada é possível conhecer, saindo do Covent Garden em direção a leste, a St. Paul’s Cathedral, os prédios arrojados da City, a Torre de Londres (Tower of London) e a Tower Bridge. Outro bonito percurso.

Outra concentração de pontos de interesse que podem ser conhecidos a pé é o que compreende o Hyde Park, a Oxford Street, Mayfair, Marylebone e Baker Street.

Da mesma forma, é possível caminhar (bastante) entre Hyde Park/Kensington Gardens, Notting Hill e South Kensington.

Observe que, diferentemente de Paris (onde a maioria das atrações mais famosas são concentradas, com exceções como o Jardim de Luxemburgo, o Panteão, Arc de la Defense), em Londres elas ficam mais espalhadas, o que torna difícil conhecer tudo o que é mais importante em um único dia ou em dois dias. É praticamente certo que você terá que utilizar um transporte mais veloz para conhecer a cidade de uma forma mais ampla.

Metrô – ideal para quem tem pouco tempo, não consegue caminhar muito, quer conhecer pontos bem afastados e quer fugir de engarrafamentos. A rede subterrânea de Londres é a mais antiga e uma das elogiadas do mundo. Super prática, bem explicada e com uma variedade de opções e funcionários dispostos a ajudar que tornam difícil qualquer turista cometer erros de deslocamento.

Existem, pelo menos, 11 linhas de metrô que percorrem quase uma centena de estações. Elas são organizadas por cores e zonas. Os pontos turísticos que mencionamos na seção “O que conhecer” ficam na Zona 1. O Aeroporto de Heathrow fica na Zona 6. À medida que você passa de uma zona para outra, o custo da passagem aumenta (para dar uma ideia, quando fomos a Londres em maio/junho de 2017, o valor unitário do bilhete do metrô custava 4,90 libras na zona 1 e 6 libras para ir do Aeroporto de Heathrow até o Covent Garden).

Aquelas atrações principais são quase todas alcançadas pela linha amarela/Circle, azul escuro/Piccadilly, verde/District, cinza/Jubille, marrom/Bakerloo ou vermelha/Central (nessa ordem de importância, a nosso entender). Aqui pedimos para que o leitor confira no final da descrição de cada ponto turístico que listamos as respectivas estações de metrô mais próximas.

Se tiver que escolher quatro estações principais, sugerimos: Westminster Station (atrações centrais londrinas), Bank (para conhecer as atrações da parte oeste da cidade), Gloucester Road (ideal para os museus de South Kensington e uma caminhada razoável até Notting Hill), Oxford Circus (atrações comerciais e Hyde Park no centro-norte da cidade). Para deslocamentos até aeroportos, as melhores estações são Victoria Station, Liverpool Street, Paddington, King’s Cross/St. Pancras e Waterloo.

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REDE DO METRÔ DE LONDRES

Ônibus – A mais barata e, para nós, a melhor e mais charmosa forma de conhecer a capital inglesa por transporte público (afinal, só de andar em um daqueles clássicos ônibus vermelhos de dois andares – exclusividade londrina – já é uma atração em si, mesmo que a versão clássica, Routemaster, tenha saído de linha).

Ideal para quem não está com muita pressa, encara alguns engarrafamentos para ver as paisagens da cidade enquanto se desloca. Se você tem pouco tempo em Londres, mas vai pra lá num fim de semana, o trânsito é consideravelmente menor, o que torna mais tranquilo e indicado trafegar por esse símbolo da cidade.

Também sugerimos a leitura da seção “O que conhecer” para saber quais são as linhas regulares de ônibus correspondentes a cada atração principal de Londres. A linha 24 e, sobretudo, a 148 passam pelos pontos turísticos principais (esta passa bem perto do Big Ben, da Abadia de Westminster, do parque ao lado do Palácio de Buckingham, do Hyde Park e da Oxford Street).

Para comprar a passagem, é necessário dirigir-se às estações de metrô ou alguns estabelecimentos comerciais. Isso porque o motorista não aceita dinheiro. É tudo na base de cartão eletrônico ou papel específico com tarja. O custo da passagem avulsa é de, aproximadamente, 1,50 libra. A vantagem é que esse valor é o mesmo independente da zona em que você está e, ainda, que você se desloque para outra zona da cidade. Muito mais em conta que a passagem avulsa de metrô.

Além disso, existe a ótima opção de uso ilimitado do ônibus por 1 dia, através de um papel específico. Quando fomos para Londres, utilizamos esta alternativa por dois dias e gostamos mais do que andar de metrô (não chegamos a comprar o Oyster). Na época, o “one-day ticket” do ônibus custava 5,50 libras, isto é, quase cinquenta centavos acima de uma passagem simples de metrô.

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NOVA VERSÃO DO ÔNIBUS VERMELHO DE DOIS ANDARES – LONDRES, INGLATERRA

Sobre pacotes/combos do transporte público: seguindo a “tradição” da cidade, o preço do bilhete avulso não é barato (cerca de 5 libras, cada passagem). Ele só é indicado se você for circular de transporte público por, no máximo, 2 vezes durante sua temporada londrina. Se for usar o metrô, ônibus, tram e DLR várias vezes, adquira o cartão Oyster. Ele custa 5 libras e deve ser carregado com valores ou passes da seguinte maneira para poder ser utilizado:

  • com um valor de créditos previamente pago (vai de 5 a 90 libras e tem um limite diário de uso em uma mesma zona; ultrapassado esse limite, você pode continuar usando sem nada ser debitado do seu carão Oyster; é a modalidade “pay as you go“). O mais barato desse tipo tem como teto diário o valor de aproximados 7 libras só na zona 1. Se você usar mais do que isso nessa zona, passa a ser gratuito o transporte para esta zona.
  • com a quantidade de dias que você pretende usar o metrô de forma ilimitada (é a modalidade “Travelcard“; caso você queira passar 7 dias usando o transporte público ilimitadamente nas zonas 1 e 2, por exemplo, terá que pagar quase 35 libras). O mais econômico dessa modalidade é o Travelcard para 1 dia, que custa pouco mais de 12 libras apenas para circular na zona 1.

Consulte o preço atualizado do bilhete avulso e dos Travelcards nos links destacados.

*É possível também combinar as duas modalidades acima do Oyster. Isso é: terminado o prazo do Travelcard (exemplo, você comprou ele por 3 dias, e no quarto dia quer voltar para o Aeroporto de Heathrow, que fica na zona 6), caso você queira usar o metrô com os créditos remanescentes do Oyster, não haverá problema, sendo eles deduzidos do seu Oyster.

Você só precisa passar o cartão no leitor da catraca do metrô ou no leitor digital do ônibus e a quantidade de créditos será diminuída à medida que você usa o cartão. Confira a tabela de valores atualizados nesse link oficial.

Ônibus turístico (Hop-on Hop-off): excelente alternativa para quem tem pouco tempo na cidade e quer otimizá-lo, selecionando os lugares que mais deseja conhecer dentre as principais atrações turísticas incluídas na rota pré-determinada, e podendo descer e subir no ônibus quantas vezes quiser, ouvindo durante o deslocamento algumas explicações e curiosidades históricas de Londres.

Aqui a mesma observação que fizemos quanto aos ônibus de linha regular: se puder escolher um dia para andar nesse Hop-on Hop-off, opte pelo domingo, visto que neste dia a chance de enfrentar engarrafamentos é muito menor, o que torna muito mais fluido o percurso e te permite conhecer muito mais lugares.

Há diferentes empresas que oferecem esse serviço: Citysighseeng London (ônibus de cor vermelha; a mais conhecida e com um valor mais elevado), Bigbus London (de cor bege com vinho/grená), Golden Tours (de cor azul; andamos nesta e gostamos muito; é um pouco mais barata que a Bigbus London). Todas as citadas empresas oferecem, pelo menos, 3 diferentes percursos durante o dia, inclusive com a possibilidade (um pouco mais cara) de fazer uma travessia de barco pelo Rio Tâmisa, entre a London Eye e a Tower Bridge. Também há passeios especiais noturnos.

Você pode trocar de rota durante seu dia, desde que pertença a mesma empresa com a qual adquiriu o ticket, sem precisar pagar nada a mais. A rota amarela do Citysightseeing é a que inclui as melhores atrações turísticas; a rota azul é a melhor do Bigbus London; e a rota vermelha é a melhor do Golden Tours. Confira os preços e percursos atualizados nos links destacados de cada empresa mencionada.

Táxi – é a modalidade de transporte mais confortável e cara da cidade, considerado o melhor serviço de táxi do mundo. Também muito charmosa pelo fato de todos os carros serem pretos, no modelo Austin FX4 ou LTI (param em qualquer lugar). Há outros pintados levemente de verde ou azul que, apesar de credenciados, não param em qualquer lugar da rua, mas apenas a pedido antecipado do cliente ou hotel em local previamente combinado.

Os assentos do passageiro são separados do condutor por um vidro. Há bancos de frente e de costas. Alguns aceitam o pagamento em cartão de crédito, mas cobram uma (pequena) taxa extra por isso.

A depender do horário e dia que for andar, pode ser mais caro ou mais barato (valor mais salgado entre 22h e 6h). Os primeiros 240 metros ou 50 segundos de espera custam cerca de 2,40 libras. A cada 120 metros adicionais de percurso ou 25 segundos de espera, o custo aumenta em 20 centavos e, se a distância percorrida é maior do que certo montante (17,20 libras para a tarifa 1; 20,80 libras para a tarifa 2), o custo por metro fica maior. Os referidos valores são apenas uma média e para quem usa os táxis da 6h às 20h, sendo mais oneroso depois desse horário.

Dito isso, o táxi é uma forma de se deslocar indicada apenas para quem quer parar na porta do hotel, está cansado de caminhar por estações de metrô/paradas de ônibus e pode dividir a corrida com outras pessoas.

CULINÁRIA LOCAL

Além do famoso e super consumido chá inglês, acompanhado de “scones” (biscoitos crocantes com geleia ou manteiga), outro destaque para a gastronomia de lá é o café da manhã com bacon, ovos, linguiça e feijão com molho de tomate adocicado (lembra ketchup). É o “english breakfast”. Parece estranho e tem gente que não gosta, mas a gente adorou.

Entre os tira-gostos típicos, destacamos o “bubble and squeak” (rodelas de uma massa aquecida no forno, feita de uma mistura purê de batata, com repolho, ervilhas e cenoura), o “cornish pasty”, que é um pastel de carne, cuja massa é feita de cebola e batata; e o “toad in a hole” (massa aquecida no forno recheada com salsichas, ainda mais gostosas quando servidas com molho e cebola roxa).

Agora, o mais comum mesmo de encontrar é o “fish and chips”, que nada mais é que um prato bem servido de batatas fritas com maionese, vinagre e peixe empanado. Esse prato está quase em todas as ruas. O preço é bem acessível e serve de lanche bem reforçado.

Junto a esses, também recomendamos o “Wellington beef”, que consiste em uma carne com patê e cogumelos como recheio de uma massa folheada bem crocante. Delicioso!

Você também verá em muitos restaurantes lá pratos com “roast beef” (carne assada, seja bovina/cordeiro/porco/peru), acompanhada de batatas, molhos, verduras e “Yorkshire pudding” (que é um salgado feito à base de ovos, leite e farinha, que lembra o formato do pastel de Belém, mas não é doce).

Entre as sobremesas, quem viaja no verão encontra com maior facilidade o “summer pudding”, feita com pão italiano, açúcar e frutas vermelhas.

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UM DOS VÁRIOS PARQUES PÚBLICOS NA MARGEM NORTE DO RIO TÂMISA – LONDRES

RESTAURANTES
  • Para comer bem e barato: Nero Caffè, Costa Coffe, Pret a Manger (esses três primeiros servem chocolates quentes, saladas, sanduíches quentes, cereais com iogurte e outros lanches rápidos deliciosos e a baixo custo; localizam-se em vários lugares espalhados e movimentados da cidade, como na avenida Strand, perto da estação Victoria, na Baker Street, na Oxford Street, na estação de trens King’s Cross/St. Pancras, etc.) barracas de comida internacional da praça Camden Lock (fica em Camden Town).
  • Preço razoável e boa experiência: Gourmet Burger Kitchen (ou GBK – premiado como o melhor hambúrguer de Londres, servido em um ambiente moderno e descontraído; tem vários espalhados na cidade, inclusive um bacana no Covent Garden), Bar Boulud (também famoso pelo hambúrguer – destaque para Piggy Hambúrguer – pelos patês, vinhos e pelas sobremesas; ambiente com mesas e balcões próximos, juntando desconhecidos em um burburinho bem charmoso; fica no Mandarin Hotel Hyde Park, do lado da estação de metrõ Knightsbridge; o custo individual da refeição deve passar de 30 libras); Dans Le Noir (esse é o famoso restaurante onde é servido um jantar às escuras, no qual você pede seu prato na recepção ou pede o menu surpresa e tenta apurar com os outros sentidos o melhor do prato que chega; fica perto da estação de tram Ferrington e da estação de metrô Barbican, atendido pelas linhas amarela/Circle, lilás/Hammersmith & City ou violeta/Metropolitan); Gordon’s Wine Bar (comida tipica inglesa, ótimos queijos e vinhos; destaque para o ambiente: o restaurante fica numa espécie de caverna com uma iluminação baixa; fica na Villiers Street, perto da estação de metrô Enbankment, acessada pela linha amarela/Circle, verde/District, marrom/Bakerloo, preto/Northern)
  • Estabelecimentos mais caros e elogiados: Rules (restaurante mais antigo de Londres, por onde já passaram muitas pessoas importantes; a especialidade da casa é a carne de caça; fica na Maiden Lane, nº 35, perto do mercado de Covent Garden, da Leicester Square e da avenida Strand), The Wolseley (decoração super elegante, onde são servidos pratos clássicos e sobremesas refinadas; fica na Piccadilly, nº 160), St. John (serve comida típica inglesa com preparo mais elaborado; ambiente simples e de bom gosto; aperitivos excelentes e acessíveis; fica na St. John Street, nº 26, bem perto da estação de metrô Barbican, atendido pelas linhas amarela/Circle, lilás/Hammersmith & City ou violeta/Metropolitan), L’Atelier de Jöel Robuchon (influência japonesa misturada com ingredientes ocidentais; restaurante com estrelas no guia Michelin; destaque para o ravioli de lagosta com purê de batata; existe um bar com drinks excelentes no terceiro andar; fica na Weat Street, nº 13-15, perto da Leicester Square e do Covent Garden e da avenida Shaftesbury).

É bom deixar claro que Londres é um mundo gastronômico. Não faltam restaurantes espetaculares de todas as origens e conceitos (ortodoxos e misturados), com diferentes decorações e propostas. Não faltam fast foods, restaurantes indianos, italianos, franceses, alemães, japoneses, chineses e até brasileiros (Brazilian Gourmet, perto da estação de metrô Goodge Street, linha preta/Northern). Existem muitos que os blogs especializados sequer conhecem, afinal, Londres não para de se reinventar.

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BIG BEN E LONDON EYE VISTOS DO PARLIAMENT SQUARE – LONDRES, INGLATERRA

A seguir, listamos apenas mais alguns restaurantes elogiados.

The Ledbury (restaurante com 2 estrelas Michelin; cozinha contemporânea, com destaque para o pavê de chocolate com sorvete; fica na Ledbury Road, nº 127, bem perto de Notting Hill; estações de metrô mais próximas: Westbourne Park e Royal Oak, acessados pela linha amarela/Circle ou lilás/Hammersmith & City; Notting Hill Gate, acessado pela linha amarela/Circle, vermelha/Central ou verde/District)

OXO Tower (restaurante no alto de um edifício com vista panorâmica da cidade; ótimos aperitivos e drinks, sem esquecer os pratos bem elaborados da cozinha internacional; fica na Barge House Street, na margem sul do Tâmisa – a mesma da London Eye – perto da Blackfriars Bridge; estações de metrô mais próximas: Southwark, acessada pela linha cinza/Jubilee e Blackfriars, acessada pelas linhas amarela/Circle ou verde/District);

Hakkasan (especializado em cozinha asiática, predominantemente do Cantão chinês, japonesa e indiana, também com estrela Michelin; fica na Bruton Street, perto da New Bond Street; estações de metrô mais próximas: Bond Street – linha vermelha/Central ou cinza/Jubilee, e Piccadilly Circus – linha azul escuro/Piccadilly ou marrom/Bakerloo)

taNgia (cozinha com influência árabe e marroquina misturada com a inglesa; fica na 108 Mitcham Road, distante do centro da cidade; estação de metrô mais perto: Colliers Wood, linha preta/Northern);

Alain Ducasse at The Dorchester (restaurante de comida francesa contemporânea do chef francês renomado no mundo e com uma localização luxuosa, em um dos endereços mais chiques de Londres; fica na 53 Park Lane, de frente para a face sudeste do Hyde Park; estação de metrô mais perto: Hyde Park Corner – linha azul escuro/Piccadilly, e Green Park – linha azul escuro/Piccadilly, cinza/Jubille, azul claro/Victoria);

Ye Olde Cheshire Cheese (comida simples e gostosa em ambiente histórico, reconstruído após o Grande Incêndio de 1666, e frequentado por Charles Dickens; fica na 145 Fleet Street, perto da St. Paul’s Cathedral; estações de metrô próximas: Blackfriars – da linha amarela/Circle ou verde/District, e St. Paul’s – linha vermelha/Central).

Rasa Samudra Restaurant (restaurante indiano bem elogiado por ser criativo, investindo em outras iguarias não limitadas ao curry; perto da loja Uniqlo na Oxford Street; estação de metrô mais perto: Bond Street, linha cinza/Jubilee ou linha vermelha/Central)

Jamie’s Italian (massas extraordinárias a preços acessíveis elaboradas pelo chef pop star Jamie Oliver, preocupado com ingredientes selecionados e alimentação saudável; tem uma unidade no Soho/Piccadilly Circus e outra no Covent Garden; as estações de metrô e ônibus para esses lugares estão indicadas na seção “O que conhecer”)

Clarke’s (comida fresca mediterrânea muito saborosa, e indicada para ser acompanhada por algum dos inúmeros vinhos do cardápio; fica na 124 Kensington Church; estação de metrô mais perto: Notting Hill Gate – linha amarela/Circle, vermelha/Central ou verde/District)

Bar 61 Restaurant (ambiente agradável, com bons aperitivos, comida internacional e ótimas bebidas; fica na parte sul da cidade, na 61A Streatham Hill, perto do St. George’s Hospital; estação de tram mais perto: Streatham Hill – linha Southern; metrôs mais perto: Tooting Bec ou Clapham South, ambos acessados pela linha preta/Northern)

The Paradise by Way of Kensal Green (frutos do mar e carne muito bem avaliadas, nesse restaurante britânico moderno; faixa de preço entre 20 e 40 libras; fica na 19 Kilburn Lane; estação de metrô mais pero: Kensal Green, linha marrom/Bakerloo);

Anchor & Hope (comida típica inglesa muito gostosa servida nesse gastropub concorrido; não dá para reservar o lugar com antecedência, por isso costuma fazer fila, mas vale à pena esperar; fica na 36 The Cut, na margem sul do Tâmisa; estações de metrô bem perto: Southwark – linha cinza/Jubilee, e Waterloo – linhas marrom/Bakerloo, preta/Northern, turquesa/Waterloo & City, cinza/Jubilee).

COMPRAS

Aqui não tem mistério: dirija-se a Mayfair (entre o Hyde Park e Marylebone, na altura do Marble Arch) e escolha uma das centenas de opções de lojas na Oxford Street e nas transversais Bond Street e Regent Street (esta leva até a praça principal da Piccadilly Circus).

A mais completa de todas, certamente, é a Oxford Street, com lojas de todos os tipos (grifes famosas misturadas com fast fashion) e a todos os preços: Primark (sonho de consumo por ter muita roupa e calçado bonito a preço MUITO MUITO baixo), Selfridges (a maior loja dessa rua, com restaurante, cafeteria e cinema lá dentro; é multimarcas, com produtos de marcas chiques – Alexander McQueen, Michael Kors, Givenchy, Chanel, Louboutin, Jimmy Choo, Hèrmes – e marcas acessíveis, como Illamasqua, H&M; destaque para a seção de sapatos) Topshop (gigantesca), Mango, H&M, Zara, Marks&Spencer (preços mais acessíveis, bom para produtos de casa e lençóis), Adidas, Aldo (loja de calçados), House of  Fraser (loja de departamentos que vende eletrônicos, roupas e um monte de coisa diferente), Boots (farmácia que vende cosméticos de marcas caras no Brasil, mas baratas na Europa, como L’Oreal, Chanel, Bourjois, etc.)

Na Regent Street e Bond Street ficam lojas de grifes mais famosas, como Chanel, Dior, Miu Miu e Hèrmes, além da Liberty (loja de departamentos com vários tipos de marcas, boa parte caras) e da Fenwick (elogiados acessórios para cabelo). Na New Bond Street, você encontra Dolce e Gabbana, Burbery e Cartier; na Old Bond Street, tem a loja da Gucci.

Estações de metrô mais perto: Marble Arch (linha vermelha/Central), Bond Street (linha vermelha/Central ou linha cinza/Jubilee) Oxford Circus (linha vermelha/Central, linha marrom/Bakerloo ou linha azul claro/Victoria). Alguns ônibus que passam perto: linhas 7, 10, 23, 98, 137, 159, 390, N7, N198, N137 (uma ou mais das seguintes paradas: Marble Arch – Stop K;  Selfridges – Stop BD; Bond Street Station – Stop BW; Oxford Circus Station John Lewis – Stop OF).

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LONDON EYE VISTO DA PONTE DE WESTMINSTER – LONDRES, INGLATERRA

Outro lugar muito aconselhado para quem quer comprar é a região da Knightsbridge/South Kensington. É lá que ficam várias boutiques de luxo e a espetacular loja Harrods (a Galeria Laffayette londrina, inclusive com restaurantes – destaque para o Food Hall), com várias marcas sofisticadas (Stella McCartney, Gucci, Marc Jacobs e outras) no seu imenso espaço interno, que compreende 2 hectares e cinco andares (dá para andar o dia inteiro lá). Fica na Brompton Road, perto dos museus Victoria & Albert).

Nessa área, na esquina da Sloane Street, fica também a gigantesca loja de departamentos Harvey Nichols (no 5º andar dessa loja, fica um restaurante de comida contemporânea todo branco).

Estações de metrô mais perto da Harrods e Harvey Nichols: Knightsbridge ou Hyde Park Corner (ambas acessadas pela linha azul escuro/Piccadilly) ou South Kensington (linha azul escuro/Piccadilly, linha amerla/Circle e linha verde/District). Alguns ônibus que passam perto: linhas 14, 74, 414, C1, N74, N97 (parada Knightsbridge Station Harrods – Stop KC), linhas 9, 10, 52, 452, N9 (parada Knightsbridge Station Harrods – Stop KH), linhas 19, 22, 137, 452, C1, N19, N22, N137 (parada Knightsbridge Station – Stop KJ)

Para quem procura pegar compras mais baratas, além da Primark, H&M, Marks&Spencer, aconselhamos a caminhada pelas lojas da Baker Street (ler metrôs e ônibus que passam por lá na seção “O que conhecer”), pela região Notting Hill (metrôs e ônibus que passam perto na seção “O que conhecer”) e de Camden Town (metrôs e ônibus, seção “O que conhecer”). Quem gosta de comprar alimentos frescos e outros produtos artesanais, indicamos o Borough Market (estação de metrô mais perto: linha cinza/Jubilee ou linha preta/Northern; alguns ônibus que param perto: linhas 17, 21, 35, 40, 47, 48, 133, 343, N21, N133, N199, N343 – parada London Bridge Borough High Street/Stop Y) e o Covent Garden Market (ler na seção “O que conhecer” metrôs e ônibus que param perto).

VIDA NOTURNA

Para quem quer dançar, ouvir músicas bem selecionadas, paquerar ou só curtir a noite nos lugares mais animados e da moda de Londres, listamos as baladas mais elogiadas abaixo:

  • Fabric – considerada uma das 100 melhores do mundo, com show de luzes e música contagiante – eletrônica e hip hop, predominantemente) das 23h às 8h do dia seguinte. Aberto sexta, sábado e domingo (dia em que rola o festival Wetyourself, com gente de tudo o que é tipo);
  • Koko – na região de Camden fica esse espaço que atrai todo tipo de público por tocar todo tipo de música, incluindo electro, rock alternativo, soul e sucessos pop;
  • Maddox – ambiente super cool, com caixas de som coloridas decorando o ambiente que é frequentado por personalidades do showbiz mundial. Embora abra no sábado também, suas noites mais animadas são as de quinta e sextas-feiras);
  • The Ministry of Sound – balada londrina conhecidíssima no mundo inteiro, por onde passam os melhores DJs da cidade;
  • Cirque Le Soir – ambiente super diferente, com ares circenses/burlescos, incluindo malabaristas, acrobatas, gente que cospe fogo, dançarinos, além de excelentes DJs. Pegada autêntica e incomparável na Europa;
  • Corsica Studios – também com um estilo muito original e criativo. Toca música indie e eletrônica, principalmente. Fica na estação de trem Elephant and the Castle.

Com pouco tempo e muita energia para gastar em Londres, não deixe de fazer o incrível Pub Crawl por lá, migrando entre ótimas casas noturnas com uma galera desconhecida que tem o seu pique, e tudo isso regado a inesquecíveis shots. Duas empresas que organizam esse tipo de diversão na cidade bem recomendadas: London Party e The Shoreditch.

A vida noturna de Londres passa longe de se resumir a baladas em discotecas industriais e clubs. Exemplo disso é o Sketch, ótima pedida para quem quer conhecer um ambiente excêntrico muito bonito, praticamente saído de alguma página do conto de Alice no País das Maravilhas misturado com alguma ficção científica (salões de chá rosados com mesas brancas e assentos rosa claro e bela louça, com banheiros localizados em verdadeiras cápsulas que lembram os OVNIs representados nos filmes). Nesse lugar bem intimista, toca uma música eletrônica super agradável e são servidos drinks incríveis. Fica na Oxford Circus, precisamente no nº 9 da Conduit Street. Recomendadíssimo!

Outros lugar espetacular e não tão agitados é o Kensington Roof Gardens. Trata-se de um bar chique por onde passa a high society londrina – mulheres bem vestidas, homens de blazers, ao som de uma música eletrônica preparada pelo DJ em sintonia com o tambor de um percussionista inspiradíssimo. Tudo isso em uma reprodução de óasis, cercado de fontes espanholas, vários tipos de planta e até flamingos, no maior jardim de terraço europeu. Fica no nº 99 da Kensington High Street.

Se prefere uma experiência mais independente, dirija-se à região de Camden Town, não tem como se arrepender nesse reduto de quem gosta de viver ao som de boa música e gente misturada. Também não tem como se decepcionar na área de Notting Hill (nossa dica aqui fica para o Trailer Hapiness, que é um salão no subsolo de um estabelecimento com a marca do peixe dourado na Portobello Road, com decoração dos anos 70 e toques havaianos eme ambiente descontraído e sem pretensões que vai se animando do happy hour ao cair da noite ao som de funk de primeira, com ótimas bebidas preparadas por grandes mixologistas; e para o Notting Hill Arts Club, onde tocam bandas novas do cenário independente com microfone aberto para manifestações ecléticas em um porão úmido).

Ainda nessa pegada hipster, a sugestão fica para o Happiness Forgets, um dos precursores da criação de coquetéis em Londres, em um ambiente à luz de velas que criam o clima perfeito para apreciar bebidas e misturas fortes, mantendo a tradição de ser avessa a playboys, estampada no próprio site deles na seguinte frase: “great cocktails, no wallies” (grandes coquetéis, nada de idiotas). Fica no Hoxton, no leste de Londres.

Para quem prefere uma noite mais tranquila, a dica é acompanhar algum espetáculo que pode rolar no Royal Albert Hall, ou no incrível Union Chapel (orquestras e bandas  dos mais variados estilos tocam no interior dessa linda igreja, com rosáceas e vitrais que tornam o ambiente impressionante e uma experiência diferente de todas) ou algum musical/peça teatral na região do Piccadilly (a Broadway inglesa) ou mesmo algum dos incontáveis restaurantes como os citados na seção anterior. Se você quer o meio termo, procure a programação de shows da O2 Arena ou algum possível show no verão do Hyde Park ou ainda algum pub ou bar descolado entre os tantos que existem na cidade.

NOSSA EXPERIÊNCIA

Fomos a Londres em maio/junho de 2015. Ficamos efetivamente na capital inglesa por 3 dias completos (os outros 2 que dormimos na cidade foram dedicados a bate-volta imperdíveis para Stonehenge e Liverpool). Encaramos um frio suportável (mínima de 11°C e máxima de 18°C) , com a sorte de enfrentarmos 1 dia de sol, outro nublado e uma garoa insistente que não avisava mas não atrapalhou em nada nosso passeio.

Chegamos pelo Aeroporto de Heathrow (o que é uma “mão na roda” pro turista, em virtude do metrô que leva direto ao centro turístico) e fomos embora pelo Aeroporto de Gatwick (o que gerou uma grande confusão e desepero na gente, que esperava voltar pelo aeroporto de chegada; se estiver na correria use o trem Gatwick Express a partir da estação Victoria, apesar de bem caro, não te faz perder o voo).

Tivemos três hospedagens lá: 1) Strand Continental, com uma localização espetacular, na Avenida Strand, perto do Big Ben/Piccadilly Circus/Covent Garden e com restaurantes muito bons por perto; a pousada em si é super simples, com banheiro compartilhado, cama e quarto aceitáveis); 2) uma pousada em Edgware Road, reduto arábe da cidade (quarto bom, amplo; lanches incluídos e banheiro compartilhado; a que menos gostamos, em virtude da localização mais distante e em uma região mais escura); e 3) no YHA Hostel St. Paul’s (filial da rede de albergue bem organizada, com café da manhã excelente pago por fora; localização incrível, literalmente ao lado da Catedral de St. Paul e bem perto da Ponte Millenium e muitas atrações por perto; o ponto negativo é o conforto, já que o quarto é minúsculo e o banheiro compartilhado foi o mais concorrido que já enfrentamos).

A gente recomenda ficar na região do Covent Garden/Piccadilly, por ser perto das atrações mais famosas e da área mais divertida e movimentada da noite londrina.

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ABADIA DE WESTMINSTER (LUGAR ONDE A RAINHA FOI COROADA) – LONDRES

Nosso roteiro: no primeiro dia, andamos pelos arredores do Big Ben, ponte Westminster, Abadia de Westminster, Avenida Whitehall (dos prédios oficiais do governo e bons pubs e restaurantes), Trafalgar Square, Avenida The Mall (arborizada ao lado do St. Jame’s Park), Palácio de Buckingham, London Eye.

No segundo dia, pegamos o ônibus hop-on hop-off da Golden Tours, vimos a St. Paul’s Cathedral, descemos na Tower od London e Tower Bridge, depois no Hyde Park. Lá caminhamos até Notting Hill e nos perdemos pelas ruas de casas coloridas. Pegando outro ônibus da Golden Tours, passamos pelos museus Victoria & Albert, de História Natural e Science Museum. Seguimos de ônibus até a Piccadilly Circus e de lá caminhamos pelas ruas dos teatros, lojas, pubs e musicais, entrando na Leicester Square e se perdendo pela agradabilíssima região de Covent Garden. Caminhamos mais um bocado até o píer da roda-gigante London Eye, do outro lado (margem sul) do Rio Tâmisa.

Nos dias seguintes, fomos até Stonehenge (a partir da rodoviária Victoria Coach Station) e até Liverpool (a partir da estação ferroviária de King’s Cross/St. Pancras), dois destinos espetaculares tratados em posts específicos. Como só foram passeios de um dia cada, voltamos para Londres e curtimos a noite iluminada à beira do Tâmisa, com a London Eye e o Big Ben lindamente acesos e, na noite seguinte, curtimos o movimento na Piccadilly Circus.

Na véspera da nossa viagem de retorno, fomos até o norte londrino, passeamos e tentamos imitar os Beatles na Abbey Road. No mesmo dia, dedicamos para fazer as compras na Oxford Street, principalmente na Primark.

Ficamos encantados por Londres, quase um vício. É uma cidade com muita opção para quem quer se divertir. Lugar com uma história tão antiga quanto fascinante, aberta para o presente, futuro e para todos os tipos de tribos. Tudo é bonito. Até as casas simples da periferia têm fachadas lindas, com muitos tijolos aparentes ou em um estilo mais sofisticado, mas numa padronização que é de cair o queixo de tanto bom gosto. A gente não parava de comentar um com o outro a beleza de cada rua, cada esquina, cada parque, tudo muito limpo.

Talvez seja a única cidade do mundo em que basta sair do hotel e parar na calçada para o dia já valer à pena para o turista. Afinal, só mesmo lá para ficar olhando e não cansar de olhar aqueles táxis pretos em carros clássicos, aqueles ônibus vermelhos de dois andares e aquelas cabines telefônicas vermelhas. Sem contar a quantidade de bares, cafeterias, restaurantes deliciosos e variados; os inúmeros parques imensos e bem cuidados; o comércio para todo tipo de público (tem muita coisa barata para comprar lá, sem ser mal feito); a vida cultural efeverscente e eclética. Foi a cidade em que mais vimos cartazes de peças acontecendo. E o que dizer da quantidade absurda de museus espetaculares gratuitos por lá.

Nada fora do lugar, mas nada artificial, sem alma. Tudo na medida. Isso também em virtude do povo, que é outro destaque e compõe o cenário com perfeição. Todos super educados: mesmo o cara com terno caminhando apressado para o trabalho parava para nos indicar como chegar na nossa pousada/hostel; os funcionários do metrô, mesmo nas primeiras horas do dia, nos ensinavam como chegar no ponto turístico que queríamos utilizando a rede subterrânea e o ônibus e qual era a melhor e mais econômica forma de deslocamento (o metrô é incrível, mas gostamos ainda mais do ônibus).

Dentre as megalópoles desenvolvidas reconhecidas internacionalmente que já visitamos (Nova York, Paris, Roma, Barcelona), Londres foi a que Rafa mais gostou. Uma das 5 cidades preferidas dele. Realmente, não falta coisa para fazer e aproveitar por lá.

Destacamos entre os pontos altos: Big Ben, London Eye, Tower Bridge, Piccadilly Circus, Notting Hill, Palácio de Buckingham e Covent Garden (para quem é fã dos Beatles, como nós, Abbey Road tem que estar nesta lista). Essas são as atrações imperdíveis.

Como pontos negativos, apenas mencionamos o já conhecido custo alto de hospedagem, o fato de chover quase todos os dias (o que, querendo ou não, limita e é chato para quem quer turistar) e o impressionante trânsito nos dias de semana e sábado (para se ter uma ideia, em uma pesquisa realizada, constatou-se que a velocidade média dos carros lá é de 16 km/h, praticamente a mesma das carruagens antigas) – mas este problema pode ser contornado nessa cidade com uma rede de metrô incrível.

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DEBINGH TERRACE, NOTTING HILL – LONDRES, INGLATERRA

DICAS

⇒ Leve uma capa ou guarda-chuva. Dificilmente você vai escapar de uma garoa chata durante seus dias em Londres.

⇒ Evite ir no inverno. A cidade fica gelada e você não consegue andar tanto tempo na rua, curtindo menos que nas outras estações. Em qualquer época, não esqueça um agasalho forte. O vento aparece quando a gente menos espera, baixando a sensação térmica.

⇒ Prefira gastar um pouco mais para ficar perto das atrações principais (Soho, Temple, City of London, Marylebone, Bayswater, Camden têm preços mais acessíveis – não confunda com barato) do que economizar em hospedagens distantes da cidade. O deslocamento não é barato e você não vai ter a liberdade de ficar ao lado do agito quando quiser.

⇒ Sempre agradeça (thak you), peça desculpa (sorry) e com licença (excuse me). Eles valorizam turistas bem educados.

⇒ Querendo carregar seu celular ou máquina, não esqueça de levar um adaptador. O plugue de Londres tem três pinos chatos, 2 na horizontal e paralelos e outro na vertical, separado. A voltagem lá é também diferente: 240 volts, mas não levamos transformador para isso. Se for levar secador de cabelo, vale à pena levar o transformador para a voltagem. Fora isso, não precisa, já que os celulares e notebooks, em sua maioria, são bivolts.

⇒ Se quiser muito andar na roda-gigante, evite as imensas filas e compre seu ingresso com antecedência no site oficial da London Eye. O bilhete mais barato é o Standart. O que te permite andar em uma fila mais rápida é o Fast Track.

⇒ Consulte o site do London Pass, cartão integrado de um programa turístico, que dá descontos, brindes (garrafas de vinho, sobremesas), mapas, guias, filas mais curtas e até entradas incluídas para atrações (Tower of London, Abadia de Westminster e Castelo de Windsor são alguns que têm acesso gratuito para quem adquire o London Pass), lojas, transporte (inclusive, 1 dia gratuito de hop-on hop-off) e até jantares em uma lista excelente de restaurantes. Veja se o preço atende seu orçamento e sua programação no link destacado.

⇒ Não sobrou muita grana para gastar, mas você estava doido para levar alguma roupa de Londres? Não fique triste! Dá para ser muito feliz na Marks&Spencer, H&M e, principalmente, na Topshop e na Primark (nesta chegamos a comprar 3 tênis muito bons por menos de 10 libras, além de camisas por menos de 5 libras, etc.).

⇒ Aproveite os dias em Londres para utilizá-la como base para passeios em outras cidades como, Windsor (o Castelo vale muito ser visitado), Stonehenge/Salisbury, Oxford, Cambridge e Liverpool. Algumas são facilmente percorríveis em meio dia (Liverpool demanda, pelo menos, um dia completo e é obrigatório para quem é beatlemaníaco, como nós).

⇒ Certifique-se que seu aeroporto de chegada é o mesmo da saída. Esse aviso é por experiência própria: compramos a passagem de ida e volta na mesma oportunidade; acontece que nosso voo chegava em Londres pelo Aeroporto de Heathrow, e o nosso voo de volta para o Brasil saía do Aeroporto de Gatwick. Só descobrimos bem perto do voo de retorno sair e quase o perdemos.

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CATEDRAL DE ST. PAUL (LOCAL DO CASAMENTO DE LADY DI) – LONDRES, INGLATERRA

CURIOSIDADES

→ O nome Londres deriva de Londinium, dado pelos romanos que a fundaram em 43 d.C, liderados pelo imperador Cláudio (há, inclusive, restos da muralha romana que cercava a área antiga da cidade perto da Tower of London: é a London Wall). O domínio romano durou até o século V, mais precisamente no ano 410 com as invasões bárbaras. No século IX também passou pelo domínio dos vikings e seu povoamento com caráter civilizatório só foi retomado em 886, por Alfredo, o Grande.

→ Assim como em toda a Inglaterra e outros países por ela colonizados, em Londres os carros trafegam pela esquerda e o volante do motorista fica no assento da direita. Isso só não acontece no Savoy Court (na frente do Hotel Savoy, por determinação legal). O curioso é que mesmo a regra sendo diferente da nossa, ela não se aplica nas escadas rolantes das estações de metrô: as pessoas lentas ou paradas devem ficar à direita; quem quer correr e ultrapassar deve fazê-lo pela esquerda.

Ciente da confusão que essa mão viária poderia causar, o governo londrino determinou a fixação de avisos de direção que os pedestres devem olhar antes de atravessar uma rua. Basta olhar para o chão e seguir o sinal escrito em branco (“Look Right”/Olhe para a direita OU “Look left”/Olhe para a esquerda) antes de cruzar a faixa.

→ Uma maiores tradições inglesas – o consumo do chá – foi introduzido pela influência da princesa portuguesa Catarina de Bragança. Ela gostou do hábito japonês que tinha o chá como bebida social e trouxe isso para o Ocidente, virando tendência a partir de seu casamento Carlos II, da Inglaterra.

→ A rede de metrô em Londres é a mais antiga do mundo, datada de 1863. Depois dela veio a de Budapeste (1896). O famoso e extenso sistema metroviário de Nova York só veio a surgir em 1904.

→ A Torre de Londres, o Maritime Greenwich, o Palácio de Westminster (que inclui a Abadia e a Igreja de Santa Margaret) e o Jardim Botânico Real são os 4 patrimônios londrinos tombados pela UNESCO.

O Big Ben não é um relógio, mas sim um sino. Aquele relógio da torre mede 6,9 metros e sequer é o maior da cidade – esse posto pertence ao relógico no número 60, da Avenida Strand (sede administrativa da petrolífera Shell Mex). Ambos sequer figuram entre os dez maiores relógios do mundo.

→ A expressão “Keep Calm and Carry On” que voltou a virar moda recentemente e foi adaptada para outras frases divertidas, deve sua origem ao Ministério da Informação inglês, que criou aquele bordão durante a II Guerra Mundial para tranquilizar as famílias e passar uma mensagem de continuar seguindo suas vidas sem desespero ou fraqueza.

→ Apesar da fama da Tower Bridge e da Millenium Bridge, a ponte mais antiga da cidade é a London Bridge, criada originalmente pelos romanos e reconstruída e reformada posteriormente. Durante bom tempo entre o final da Idade Média e durante a Idade Moderna nela ficavam estacas com cabeças de traidores fincadas para servir de exemplo.

→ A água da torneira das residências é considerada apropriada para beber. E isso se reflete também no Rio Tâmisa, que, embora tenha uma cor cinzenta, é um dos mais limpos em perímetro urbano do mundo. Ainda nesse quesito de saneamento básico, o papel higiênico usado deve ser descartado dentro do vaso sanitário, não em uma lixeira, em virtude do excelente sistema de tratamento de esgoto da cidade.

→ A grande coluna (The Monument) erguida para lembrar o Grande Incêndio de 1666, e localizada bem perto da Catedral de St. Paul,  possui 61 metros de altura. Esse tamanho representa a distância que na horizontal separa este monumento da antiga padaria na Pudding Lane onde a catástrofe começou. Antigamente, era possível subir até o alto da coluna, mas em virtude de sucessivos suicídios de pessoas que se jogavam do topo, a visita até lá não é mais realizada, sendo o lugar cercado.

→ Em outubro de 1814, após o expediente da cervejaria Mieux and Company, a pressão da cevada fez os galões despedaçarem-se em um efeito dominó, gerando uma avalanche de 1,5 milhão de cerveja pela vizinhança. A quantidade foi tão grande que chegou a derrubar duas casas próximas e matou 8 pessoas entre tantas que se jogaram e megulharam para aproveitar esse “milagre”.

→ Engana-se quem pensa que a Rainha pode frequentar qualquer lugar na cidade. A Câmara dos Comuns é o único lugar em que ela não pode entrar (na Câmara dos Lordes sue acesso é aceito).

→ Existem mais de 170 museus na cidade, 3 deles já foram incluídos na lista dos 10 melhores do mundo: Museu Britânico (British Museum), National Gallery e o Tate Modern.

→ Apesar da pequena extensão territorial comparada a grandes países, Londres é celeiro de muitas das melhores bandas de rock da história, entre elas: The Rolling Stones, The Who, Led Zeppelin, Pink Floyd, Queen, Cream, The Clash, Black Sabath, The Sex Pistols, entre outras. Sem considerar que The Beatles, apesar de formados em Liverpool, gravaram todos os seus discos e viveram enquanto banda consolidada na capital inglesa.

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PAISAGEM QUE DEIXA UMA SAUDADE IMENSA – LONDRES, INGLATERRA

 

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UMA DAS FACES DA ABADIA DE WESTMINSTER – LONDRES, INGLATERRA

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11 comentários sobre “LONDRES

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