AUSCHWITZ e BIRKENAU

“Embora seja difícil de acreditar que hoje tantas pessoas queiram visitar um cenário que causava desespero, sofrimento e ojeriza às vítimas aqui concentradas há mais de 70 anos, a importância e responsabilidade de recebermos turistas ainda é incalculável e se justifica para mostrarmos a todos que esse complexo não foi criado por extraterrestres ou outra forma de vida, mas foi feito por humanos contra humanos, o que revela até onde a nossa natureza pode chegar e, assim, a todo custo, devemos lembrar disso e estarmos alertas para que não se repita”.

Iniciamos esse post com essas inesquecíveis palavras narradas por nossa guia e que explicam o por quê, embora triste e carregada, a visita emocionante aos mais famosos campos de concentração nazista deva ser incluída no roteiro de quem visita a Polônia, sobretudo aos que passam pela linda cidade de Cracóvia.

Leia nos tópicos abaixo como chegar e outras informações úteis para conhecer esse símbolo da história contemporânea.

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ENTRADA DE BIRKENAU – POLÔNIA

COMO CHEGAR

Os campos de concentração de Auschwitz e Birkenau ficam a pouco mais de 70 km (1h10) de Cracóvia, a antiga capital imperial e a cidade mais turística da Polônia. É lá que fica o aeroporto internacional mais próximo dos destinos desse post.

Desta maneira, ao chegar no Aeroporto Jana Pawla II ou na estação ferroviária de Krakow Glowny (para informações detalhadas, leia a seção “Como Chegar” no post de Cracóvia), contrate um tour entre as várias agências de turismo na mencionada cidade – principalmente na rua Florianska – para ir até lá. Os passeios até Auschwitz costumam sair antes das 10h da manhã, em van confortável, com motorista e guia – nem todos incluem almoço – e retornam às 15/16h.

Entre as operadoras de viagem até Auschwitz, destacamos: Krakow Shuttle, Musement, Auschwitz Tours, Krakville Tours, entre outras. Encontre a relação completa e a localização correspondente dessas agências clicando aqui.

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Caso prefira ir de maneira independente, siga de ônibus Lajkonik – que passa de hora em hora saindo de Cracóvia (encontre as paradas aqui) – ou alugue o carro no aeroporto ou na estação de trem e siga pelo anel viário A4 e, em seguida, dirija pela ótima rodovia 44, guiando-se pelas placas em direção a Oswiecim (cidade onde ficam os mencionados campos). Não deixe de ter um mapa físico e uma boa Internet com aplicativos confiáveis de navegação (Waze, Google Maps). O estacionamento em Auschwitz é gratuito e há ônibus também gratuitos que circulam entre os campos de concentração abertos à visitação.

QUANDO IR

Considerando que trata-se de um passeio de um dia apenas e que boa parte dele é feito em ambientes cobertos (há poucos trechos de caminhada a céu aberto), a sugestão de melhor época para ir até lá leva em conta os dias mais ensolarados e temperaturas mais amenas em Cracóvia, onde certamente você ficará mais tempo.

Dito isso, a primavera e o verão são os melhores períodos para visitar os pontos de interesse turístico poloneses, especialmente os meses de maio, agosto e setembro. Isso porque suas temperaturas são suportáveis (máximas que oscilam entre 19ºC e 23ºC; mínimas entre 8ºC e 12ºC). Além disso, a cidade de Cracóvia recebe bons festivais nessa época, o risco de enfrentar chuva é estatisticamente menor do que em junho e julho e você ainda evita o frio intenso que ataca a região entre novembro e março.

Se preferir ir no inverno, escolha dezembro, quando Cracóvia fica toda decorada para o famoso Natal.

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MAQUETE, PLANTA E FOTO SOBRE CÂMARA DE GÁS E CREMATÓRIO – AUSCHWITZ

VISTO

Não é necessário para brasileiros que visitam a Polônia. Bata levar um passaporte válido por, no mínimo, 3 meses a contar da sua saída daquele país. Ex: se você vai viajar (ida e volta) em junho de 2019 para a Polônia, seu passaporte tem que ser válido até setembro daquele ano. Para mais informações, acesse o Portal Consular ou o site da embaixada polonesa.

FUSO HORÁRIO

GMT +1 durante boa parte do ano e GMT +2, nos meses de verão europeu (junho a setembro). Isso significa que são 4 horas à frente do horário oficial predominante no Brasil, desconsiderando o horário de verão. Assim, se o relógio marca 7h30 da manhã em Brasília, em Cracóvia são 11h30 da manhã (no verão deles, o horário seria 12h30).

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CÂMARA DE GÁS – AUSCHWITZ

MOEDA

Zloty. Para uma estimativa da cotação, confira o conversor monetário do Banco Central do Brasil. Procure ter o equivalente a 50 euros por dia na moeda local. Isso é suficiente para fazer boas refeições e algumas compras.

Leve cartão de crédito/débito habilitado para uso internacional e saque seu dinheiro local nos caixas eletrônicos ATM (Euronet Polska Sp) do aeroporto/ferroviária/rodoviária ou da Galeria Krakowska. É nesses locais – todos em Cracóvia – que você consegue o câmbio mais vantajoso.

Você também encontra facilmente bancos e casas de câmbio nos locais citados, bem como no centro histórico, especialmente na rua Florianska e nos edifícios da praça Rynek Glowny.

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CUMBUCAS E POTES CONFISCADOS DOS PRESOS – AUSCHWITZ

IDIOMA

Polonês/polaco. Trata-se de uma língua eslava, por isso, de dificílima compreensão para ocidentais. Todavia, diferentemente de Varsóvia, pelo fato de Auschwitz e Birkenau serem atrações turísticas para diversas nacionalidades de interessados na história, há guias que falam inglês, espanhol e outras línguas mais corriqueiras. Por isso, comunicação não é um problema, principalmente se você estiver hospedado e circular pelas ruas do centro histórico.

QUANTO TEMPO FICAR

Em Auschwitz + Birkenau o passeio dura 1 dia (a van sai de Cracóvia às 9h/10h e chega de volta às 15h30, 16h30) e você circula em um roteiro pré-definido pelo guia nos cenários mais emblemáticos desses campos de concentração.

Caso queira aproveitar que está perto, reserve mais 1 ou 2 dias completos para conhecer as atrações principais de Cracóvia (vale muito a pena) e mais 2 dias para visitar outros pontos de interesse nos arredores da antiga capital – recomendamos um passeio para as Montanhas Tatra e outro para a Mina de Sal de Wieliczka.

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PLACA DE CERCA ELÉTRICA E BARRACÃO – AUSCHWITZ

HOSPEDAGEM

Não precisa alugar um quarto perto de Auschwitz. Como já dissemos, o passeio dura 1 dia e, se você contratar o tour com uma agência em Cracóvia, estará de volta no meio da tarde.

Em virtude disso, e por ter mais coisas para fazer em Cracóvia, as melhores hospedagens ficam nesta cidade, como as listadas a seguir:

  • Hotel Imperial (hotel 4 estrelas localizado na mencionada Praça do Mercado; nota 9,3 no Booking);
  • Hotel Elektor (hotel 3 estrelas, quartos modernos, banheiro privativo, a 3 minutos a pé da Praça do Mercado; nota 9 no Booking);
  • Hotel Wentzl (hotel 4 estrelas; quartos de luxo, restaurante próprio e localização a meio do caminho entre a estação de trem e o Castelo Wawel – 10 minutos para cada lado; nota 9,2 no Booking);
  • Tango House Bed & Breakfast (ótimo custo-benefício; embora o acesso seja por uma ruela decadente, trata-se de uma casa histórica de estilo boutique, com quartos revitalizados e banheiros privativos, bem pertinho da Praça do Mercado; nota 8,8 no Booking);
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BLOCO 4 – AUSCHWITZ

  • Pokoje Góscinne Sw. Anny (acomodações modernas e elegantes, com Wi-Fi gratuito e aluguel de bicicletas; fica a 50m da Praça do Mercado; um dos melhores custo-benefício da cidade; nota 8,8 no Booking);
  • Hostel u Kmity (albergue que conta com um bar próprio, wi-fi gratuito e quartos compartilhados muito baratos; nota 8,7 no Booking);
  • Welcome 2 (o albergue mais barato indicado pelo Booking, com quartos coletivos mais compactos; fica perto do Castelo Wawel; nota 7,6).

Não deixe de consultar com o seu hotel se o transfer do aeroporto está incluído.

Para mais alternativas, acesse o Booking, Trivago ou Tripadvisor. Caso deseje alugar um quarto, apartamento ou uma casa por uma temporada, mantendo contato direto com o proprietário, consulte o Airbnb.

O QUE CONHECER

Vale a pena fazer o tour guiado para ouvir explicações e curiosidades em inglês/espanhol passando pelos pontos principais de Auschwitz e Birkenau, entre eles:

  • a entrada principal com a famigerada frase “Arbeit Macht Frei” (Só o trabalho liberta);
  • os barracões principais onde os judeus eram confinados;
  • as salas administrativas dos nazistas;
  • setores de triagem – com tufos de cabelo e objetos confiscados dos judeus que chegavam (relógios, sapatos, latas, escovas e pentes, óculos, ternos, vestidos, dentes de ouro);
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CALÇADOS CONFISCADOS DOS PRESOS – AUSCHWITZ

  • Bloco 11, com suas “celas verticais” (prisioneiros ficavam em pé por dias), “celas escuras” (prisioneiros ficavam totalmente em um recinto na penumbra, com apenas um pequeno buraco para respirarem, morrendo assim que o oxigênio sumia) e “celas de fome” (cárcere onde os prisioneiros ficavam até morrer de fome);
  • Bloco 10, onde eram desenvolvidas as experiências médicas para evitar a reprodução de judeus.
  • banheiros coletivos;
  • muros e guetos de fuzilamento;
  • laboratório de desenvolvimento do gás tóxico;
  • câmara de gás e crematório;
  • linha de ferro da chegada do trem em Birkenau.
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BIRKENAU – POLÔNIA

Grande parte do roteiro dentro das salas de administração e controle nazista é ilustrado com reportagens, fotos, gráficos e estatísticas que mostram didaticamente a insanidade daquela máquina de extermínio, mostrando o recrudescimento da matança com o passar dos anos da II Guerra Mundial, dizimando o máximo de judeus possíveis, com o mínimo de gasto e tirando das vítimas tudo o que os governados de Hitler podiam aproveitar economicamente – todo esse sistema feito para não deixar rastros para que os Aliados descobrissem (o que choca ainda mais por provar que os nazistas tinham consciência da crueldade daquilo que faziam).

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MURO DE HOMENAGENS AOS MORTOS FUZILADOS – AUSCHWITZ

NOSSA EXPERIÊNCIA

Visitamos Auschwitz no dia que fomos a Cracóvia, em um dia de sol forte em junho de 2017.

Chegamos lá em um tour guiado que contratamos junto a uma agência de viagens na Rua Florianska, na antiga capital polonesa.

A van saiu às 10h/10h30 e retornou às 16h. Chegamos no estacionamento e o motorista nos deixou com a guia, que nos levou até a entrada (paga a parte) e, a partir de então, começou a contar toda a história do complexo e boa parte do contexto nazista, além de explicações sobre como funcionava cada setor que visitamos.

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BIRKENAU – POLÔNIA

O tour passou primeiro pelo campo de Auschwitz (onde passamos a maior parte do tempo) e, depois de uma tempo para lanche na cantina/restaurante perto do estacionamento), seguimos para visitar o que sobrou do imenso campo de Birkenau.

Nossas impressões: a visita aos campos de concentração foi uma das experiências mais tocantes que já tivemos em nossas viagens. De longe, é o “museu” mais rico em histórias e marcante que já visitamos. Emociona pela maldade inigualável dos nazistas e pela coragem e resistência absurdas das vítimas (judeus, gays, comunistas, deficientes físicos e mentais).

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AUSCHWITZ

Muita gente pode pensar que é desnecessário e que não combina misturar o prazer de uma viagem com ambientes de energia pesada como aqueles. A gente também pensava assim. Mas a gente recomenda essa visita pela aula de história (sobre pessoas, e não quadros, esculturas ou objetos de luxo) que ela significa.

Saímos de lá transformados – incrédulos em ver o que o homem já fez contra outro, e autocríticos buscando ser mais tolerantes e com maior capacidade de perdoar e de evitar fazer o mal ao próximo.

Enfim, para quem tem alguns dias em Cracóvia, é um passeio imperdível (organizado, didático, que não apela para sentimentos e fotos turísticas forçadas) como exercício de conhecimento da natureza humana em seus extremos.

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BIRKENAU – POLÔNIA

DICAS

⇒ Visite Auschwitz e Birkenau com uma agência de viagens. É muito mais completo e prático do que ir sozinho, já que você ouve histórias aprofundadas/detalhadas de quem é especializado na área. Esse passeio é fornecido por inúmeras empresas em Cracóvia (a oferta é bem menor em Varsóvia).

⇒ Dedique alguns dias para ficar em Cracóvia. Há muita coisa para fazer na cidade mais turística da Polônia e seus arredores. Para facilitar sua vida, recomendamos a leitura desse post.

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RETRATO ORIGINAL DA CHEGADA DE UMA LEVA DE PRISIONEIROS – AUSCHWITZ

⇒ Assista aos filmes A Lista de Schindler e A Vida é Bela, bem como às séries-documentário “A II Guerra Mundial em cores” (no Netflix) e “O Círculo do Mal de Hitler” (também no Netflix).

⇒ Não vá com roupas curtas. O ambiente é de bastante respeito por lá. Visite o complexo, pelo menos, de calça e blusa de manga curta. Dessa forma, você ficará relativamente confortável e não vai causar nenhum constrangimento.

⇒ Por bom senso, evite ficar gargalhando em conversas paralelas, falando alto, atrapalhando o(a) guia ou insistindo para outras pessoas tirarem fotos suas. Seja discreto(a) e concentrado(a), procurando absorver o máximo das ricas explicações que há naquele incomparável “museu”.

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AUSCHWITZ – POLÔNIA

CURIOSIDADES

→ Auschwitz foi o maior dos campos de concentração nazistas. Todo o complexo era formado por: Auschwitz I (Stammlager, campo principal e centro administrativo do complexo); Auschwitz II–Birkenau (campo de extermínio), Auschwitz III–Monowitz, e mais 45 campos satélites.

→ O nome Auschwitz é o equivalente alemão para Oświęcim, a cidade no sudoeste polonês (quase fronteira com a Eslováquia) onde foram construídos os campos. Já Birkenau é a tradução alemã para Brzezinka, palavra polonesa que significa “floresta de bétulas”.

→ Os nazistas tornaram os então alojamentos da artilharia – decorrente do confisco/esbulho de propriedades antes ocupadas por fazendeiros poloneses – nos edifícios administrativos de Auschwitz I.

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HOMENAGENS AOS MORTOS – BIRKENAU

→ O Bloco 11 era um dos piores locais para ficar confinado. Além das “celas verticais”, “celas escuras” e “celas de fome”, foi nos porões dele que os nazistas testaram, em setembro de 1941, os efeitos do Zyklon-B contra 600 prisioneiros de guerra soviéticos e 150 poloneses. Trata-se do pesticida letal a base de cianureto que foi utilizado nas câmaras de gás até o final da II Guerra como instrumento de extermínio de mais de 600 mil pessoas.

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DORMITÓRIOS DOS JUDEUS E OUTROS PRISIONEIROS – MUITOS VIVIAM AMONTADOS E PREFERIAM DORMIR EM CIMA, JÁ QUE QUEM FICAVA EMBAIXO SOFRIA COM OS EXCREMENTOS E RATOS – BIRKENAU, POLÔNIA

→ Embora seu nome seja menos famoso que Auschwitz, foi em Birkenau (dezenas de vezes maior do que o primeiro campo, construído no final de 1941) que foi exterminado o maior número de pessoas do complexo, sobretudo entre 1942 e 1943. Diferentemente de Auschwitz I – ocupada em boa parte por edifícios administrativos dos comandantes e funcionários nazistas -, Birkenau foi construída com o propósito exclusivo idealizado pelo chefe da SS, Henrich Himmler, para dar a “Solução Final para o problema judeu”, servindo de palco da tortura e matança de judeus, ciganos, homossexuais, pessoas com deficiência, prisioneiros de guerra e etnias não arianas.

→ Na chegada dos trens com os não arianos, os nazistas davam as boas vindas discursando que os recém-chegados estavam lá para trabalhar, ser bem tratados e remunerados, além de receber cuidados com a saúde e refeições após o banho. Esse era o discurso da mentira, contado por oficiais poucos instantes antes de enviar os passageiros dos trens às câmaras de gás.

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ENTRADA DE AUSCHWITZ – PLACA QUE SIGNIFICA “O TRABALHO LIBERTA”

→ Outra forma de enganar e manter motivados os recém-chegados aos campos de concentração era o nome dado pelos nazistas aos barracões: Canadá, Estados Unidos e outros países cujos prisioneiros sonhavam em conhecer e eram prometidos a eles pelos administradores do complexo.

→ Os nazistas usavam os judeus como cobaias dos experimentos médicos para erradicá-los, bem como selecionavam os judeus mais fortes para operar as câmaras de gás e os crematórios onde eram aniquilados os seus pares, sob supervisão dos oficiais alemães e sob pena de perder a vida. Essa tarefa era desempenhada por pouco tempo, já que, para evitar que a notícia da existência de locais de extermínio em massa fossem difundidas nos barracões onde viviam os prisioneiros, os nazistas assassinavam a sangue frio os operários judeus das câmaras de gás e crematórios.

→ Muitos dos que trabalhavam em Auschwitz-Birkenau foram evacuados pelos nazistas meses antes da chegada dos soviéticos para outros campos de concentração, realizando as chamadas “Marchas da Morte”. Milhares morreram de fraqueza (não conseguiam mais andar), e outros foram assassinados pelos nazistas quando não conseguiam acompanhar o passo.

→ Entre os prisioneiros de Auschwitz, a mais famosa foi Anne Frank, a menina que escreveu o diário de sua vida como confinada em um esconderijo minúsculo em Amsterdã, que virou best seller.

→ Embora Aliados britânicos soubessem da existência de Auschwitz-Birkenau desde 1943, os prisioneiros que restaram foram libertados em 27 de janeiro de 1945 pelo Exército Vermelho (União Soviética). Alguns libertados morreram logo após terem sido alimentados pelos soldados soviéticos, porque seus estômagos não podiam mais funcionar normalmente, de tão fracos e desnutridos que estavam.

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AUSCHWITZ – POLÔNIA

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AUSCHWITZ – POLÔNIA

 

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BIRKENAU – POLÔNIA

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13 comentários sobre “AUSCHWITZ e BIRKENAU

  1. Herculano disse:

    Locais que servem pra lembrar, até onde pode chegar a crueldade humana.
    Imagino quão dramáticos momentos nas visitas, entretanto, parabéns pela iniciativa, proporcionando aos leitores do blog uma única e rica oportunidade de conhecer monumentos, apesar de tristes, mas históricos.

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  2. Maria Antônia disse:

    Ótimo post, parabéns pelos esclarecimentos!
    É muito triste… Lugar de reflexões, emoções e lembranças da crueldade dos Nazistas. Ainda assim, penso em um dia , quem sabe , irei conhecer tudo isso.🤔🤔🤔

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  3. Pingback: CRACÓVIA

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