QUEENSTOWN

Muito além de ser a capital mundial dos esportes radicais e a base das filmagens da trilogia Senhor dos Aneis, a cidade mais espetacular da lindíssima Nova Zelândia é destino obrigatório para quem gosta de paisagens de todos os tipos de beleza, tranquilidade para passear (ou vida de aventuras para quem não gosta de monotonia) e gente feliz para conviver.

Dito isso, não é sem motivos que tanta gente larga tudo para estudar ou trabalhar por lá. Certamente, entre os três lugares mais fantásticos que já visitamos na outra banda do planeta. Descubra nos tópicos a seguir alguns dos porquês.

20190831_194449.jpg

MIRROR LAKES – A CAMINHO DE MILFORD SOUND (QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA)

COMO CHEGAR

Por ficar na ilha sul de um país sem nenhum vizinho em vias terrestres, a forma de acesso mais recomendada é de avião.

Não há voos diretos até Queenstown saindo do Brasil. Para chegar lá, seu voo provavelmente fará conexão em Santiago (LATAM) ou Buenos Aires (Aerolíneas Argentinas), fazendo um nova parada em Auckland – a principal cidade da Nova Zelândia.

20190902_205853.jpg

CORONET PEAK – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

Os pontos de partida de interesse turístico mais comuns para quem voa até Queenstown (provavelmente, seu voo vindo da Ásia ou da América passará por eles) são:

  • Auckland (1h55 de voo direto);
  • Sydney (3h de voo direto); e
  • Melbourne (menos voos diários que os anteriores; 3h15 de voo direto).

Companhias aéreas que operam esses trajetos (na ordem crescente de custo da passagem): Air New Zealand, Jetstar, Virgin, Qantas e Emirates.

IMG_2801

FIORDE MILFORD SOUND – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

* Faça a simulação no Skyscanner, no Decolar, no Google Flights e baixe o aplicativo de Passagens Imperdíveis para acompanhar as promoções até lá. A compra de passagens costuma ser mais barata se for feita entre terça-feira e quarta-feira. Além disso, navegue de forma anônima (Ctrl + Shift + N no Google Chrome) para ter mais chance de manter os preços de sua primeira consulta.

IMG_2587.JPG

** Carroalugar um automóvel e fazer uma roadtrip na Nova Zeländia deve ser espetacular (quem fez, não esquece). Todavia, se tiver pouco tempo em Queenstown, apenas use esse modal para chegar na cidade tema deste post se partir de Christchurch, a maior cidade da ilha sul neozeolandesa. São quase 500 km em estradas impecáveis, lindas e bem sinalizadas. As rotas mais comuns entre Christchurch e Queenstown você encontra aqui.

IMG_3041

MILFORD SOUND – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

Vá preparado para dirigir na mão inglesa (volante no assento dianteiro direito; marcha à esquerda do motorista; carros lentos trafegando pela faixa da esquerda e ultrapassando pela faixa da direita). Baixe o Google Maps e o aplicativo Maps.Me no seu celular, marque os pontos de referência da estrada por essas ferramentas, estude o percurso e, se possível, tenha o chip SIM com Internet internacional ilimitada.

Este slideshow necessita de JavaScript.

***Não recomendamos ônibus (por ser cansativo e perda de tempo, com alternativas aéreas que cabem no bolso de quem já gastou muito para chegar na Nova Zelândia). Trem também não é opção (não há estação ferroviária em Queenstown).

IMG_3383

QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÄNDIA

QUANDO IR

Sem dúvidas, no inverno (entre o fim de junho e o início de setembro), principalmente em julho ou agosto. Essa é a temporada em que as montanhas do horizonte ficam cobertas de neve. É quando a cidade recebe mais turistas, os estabelecimentos ficam abertos até mais tarde, e as estações de esqui ficam movimentadas, aumentando exponencialmente a variedade de atrações.

IMG_3710

SKIPPERS CANYON – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

Caso não queira encarar o frio, a sugestão é fazer essa viagem em fevereiro, abril ou novembro. Evite ir em outubro, o mês historicamente mais chuvoso.

Para ajudar na escolha, confira neste link ou aqui a programação de festivais para ver se algum coincide com o período de sua estada.

20190830_205954.jpg

QUEENSTOWN – NOVA ZELÄNDIA

VISTO

Diferentemente da vizinha Austrália, a Nova Zelândia não exige visto para turistas brasileiros que ficam no país por até 3 meses.

Todavia, faz-se necessária solicitar uma pré-autorização eletrônica de viagem (NZeTA, que custa entre 9,00 e 12,00 dólares neozeolandeses). Baixe no seu celular o aplicativo correspondente, pague e receba em pouco tempo essa autorização, ficando seguro para viajar até lá, sem problemas.

IMG_3108.JPG
FUSO HORÁRIO

GMT +13. Isso significa que são 16 horas à frente do horário predominante brasileiro. Exemplo: Quando o relógio marca 7h da manhã em Brasília, são 23h em Queenstown.

IMG_3329.JPG

QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÄNDIA

MOEDA

Dólar neozeolandês (NZD). Para ter uma estimativa da cotação, confira o conversor monetário do Banco Central do Brasil (1 dólar neozelandês é equivalente a pouco menos que 3 reais).

Com o hotel e passeios pagos no cartão ou em dinheiro separado (leve impresso o voucher da sua reserva, disponibilizado assim que feito o pagamento antecipado pelo site da agência), é bom levar, no mínimo, 80 euros ou dólares americanos convertidos em dólares neozeolandeses por dia, além de cartão de crédito habilitado para uso internacional.

IMG_3797.JPG

Caso deseje adquirir mais dólares neozeolandeses, recomendamos o saque nos caixas ATM ou nas casas de câmbio que ficam na Camp Street (O’Connells Shopping Centre ou no centro de informações turísticas The Station). Clique no link destacado e aproxime o mapa para localizar as alternativas mais próximas do local em que você se encontra.

IDIOMA

Inglês. Os nativos são ainda mais gente boa que os australianos e a comunicação é mais fácil no país dos kiwis, por não haver tantas gírias e expressões locais tampouco sotaque carregado como no país dos cangurus.

IMG_2698.jpg

QUANTO TEMPO FICAR

Têm programas para se divertir por uma semana em Queenstown e arredores, mas 4 dias completos são suficientes para curtir o principal, mesclando diferentes atrações.

IMG_2568.JPG

COMO SAIR DO AEROPORTO

De ônibus, shuttle ou de carro alugado.

Ônibus – forma mais barata para chegar no centro. Há apenas duas linhas da ORBUS que servem o centro da cidade (1 e 2) e ambas conectam-se com o aeroporto. Os coletivos saem entre 15 e 30 minutos, chegam no centro da cidade em pouco mais de 20 minutos, e o pagamento é feito em dinheiro diretamente ao motorista ou por um cartão de transporte (GoCard). Com NZD 15,00, você adquire o GoCard e consegue ir e voltar nesse trajeto (provavelmente o único em que você usará o transporte público na pequena e fofa Queenstown). Em dinheiro, o valor despendido para ir e voltar do aeroporto é de NZD 20,00. Fomos e voltamos de ORBUS e gostamos. Foi bastante satisfatório porque tínhamos tempo sobrando.

IMG_3242.JPG

Super Shuttle – van compartilhada que você contrata na saída das esteiras de bagagem. A van leva de porta em porta de vários hotéis no centro da cidade. O custo é de NZD 15,00 e NZD 20,00 cada trecho.

Carro alugado – maneira mais cara, porém, mais prazerosa de conhecer a cidade e os arredores maravilhosos de Queenstown. O trajeto de 8 km entre o aeroporto e o centro é sem mistério. Há placas e as vias são bem cuidadas e sem tráfego. Alugue um automóvel com câmbio automático (isso facilita bastante a condução na mão inglesa). Sempre indicamos a Rentcars, por levantar os melhores preços e oferecer descontos.

IMG_3418.JPG

SEQUOIA NO QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÄNDIA

* Também há táxis no desembarque. Todos são confiáveis, embora seja a pior opção por ser a mais cara. Indicado apenas para quem tem dinheiro sobrando e problemas de locomoção. Em novembro de 2019, pesquisamos mas não localizamos Uber em Queenstown.

HOSPEDAGEM

Como a cidade é muito pequena, dificilmente você estará mal localizado. Procure ficar nos arredores do Lago Wakatipu ou o mais perto possível da Camp Street. A seguir, algumas alternativas bem avaliadas pelos hóspedes, em ordem decrescente do custo da diária:

IMG_2130.JPG

Queenstown-CBD-Haz-clic-para-ver-todos-los-hoteles-en-un-mapa

ONDE FICAR EM QUEENSTOWN (CRÉDITO – XIXERONE.COM)

20190903_010327.jpg

De qualquer forma, para mais alternativas de hospedagens, consulte o Booking, Trivago, Tripadvisor. Caso prefira alugar um quarto, apartamento ou uma casa para uma temporada, tratando dos detalhes diretamente com o proprietário, acesse o Airbnb.

O QUE CONHECER

Há uma infinidade de atrações em Queenstown, quase todas elas ao ar livre. Embora as principais sejam bastante caras (facilmente encontradas em tabelas de preços na frente das diversas agências de turismo espalhadas pelo centrinho), também é possível curtir essa cidade incrível em programas gratuitos, como trilhas e em mirantes acessíveis com um carro alugado. A seguir, listamos o que consideramos essencial em ordem de prioridade.

Milford Sound – fiordes com montanhas e cachoeiras inacreditáveis, acessíveis por uma estrada cinematográfica entre lagos de degelo, pradarias e florestas, com ovelhas e cervos por todos os lados.

O passeio pode ser feito de forma própria (carro alugado) ou em ônibus/van de excursão (este com paradas em Te Anau, nos Mirror Lakes, entre outros lugares maravilhosos).

IMG_2757

MILFORD SOUND – NOVA ZELÂNDIA

Após atravessar um túnel impressionante escavado dentro da montanha e passar por uma estrada em zigue-zague, o turista chega no porto de onde saem os passeios de barco pelo mítico fiorde com o Pico Mitre como cartão de visitas “apelativo”. O trajeto de barco pode ser incluído no preço do pacote ou pode ser pago à parte – melhor incluí-lo, para deixar a logística sincronizada.

Se o dia estiver limpo (céu azul), não deixe de fazer o sobrevoo de helicóptero/hidroavião cruzando as montanhas nevadas, aterrissando em Queenstown. Esse passeio aéreo é bastante salgado, mas é considerado uma das melhores experiências de vida para todos os que têm as condições de fazê-lo.

IMG_2353

CAMINHO PARA MILFORD SOUND – NOVA ZELÂNDIA

Todo o trajeto Queenstown – Milford Sound – Queenstown dura o dia inteiro. Reserve o primeiro dia ensolarado que tiver. Será o mais bonito e inesquecível de sua temporada na Nova Zelândia. Pelo menos, foi o nosso.

No centrinho de Queenstown, há diversas empresas e agências que vendem esse tour (com e sem passeio de barco; com e sem helicóptero/hidroavião). Recomendamos a Cruise Milford. Foram extraordinários conosco, providenciando o motorista mais simpático e conhecedor da região.

20190831_225011

MILFORD SOUND – NOVA ZELÄNDIA

Saltar de bungy jump/ledge/swing/catapulta: nada mais marcante e cheio de adrenalina que saltar em um precipício preso apenas por uma “corda” nas pernas ou na cintura (esta modalidade chamada de “ledge”) no país onde essa loucura foi inventada. Outra alternativa é se desafiar no “swing”, espécie de balanço gigante na mesma altura dos saltos de bungy, em que você pode ir acompanhado.

IMG_3339

QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÄNDIA

Há diversas plataformas de lançamento, sendo as mais famosas a Kawarau Bridge (a mais antiga do mundo, onde foi feito o primeiro salto comercial; custo aproximado de NZD 205,00, já incluído o transporte de ida e volta; ele acontece aqui), a Nevis Bungy (a mais alta do país; custo aproximado de NZD 275,00, já incluído o transporte de ida e volta; fica aqui) e o Ledge Bungy que fica no Skyline (o mais fácil de ser acessado, bem no centro de Queenstown; custo aproximado de NZD 205,00).

Você encontra inúmeros pontos de venda para fazer esse salto em Queenstown, seja no centro de informações turísticas, em agências ou hotéis (o pacote pago inclui o transporte de ida e volta). É possível ir até o local de lançamento só para ver a loucura dos outros, sem precisar se aventurar.

IMG_3290

QUEENSTOWN – NOVA ZELÂNDIA

Esquiar/Snowboard: um dos passeios preferidos dos neozeolandeses, australianos e europeus é descer as montanhas nevadas em Queenstown, consideradas de excelente nível e relativamente baratas pelos especialistas. As mais recomendadas são: Coronet Peak (mais próxima da cidade e permite esquiar durante a noite; fica aqui) e The Remarkables (a mais extensa, fica aqui). O custo aproximado do pacote com teleférico, aulas e aluguel de equipamentos em ambas as estações citadas é de NZD 250,00. Visite-as no auge da temporada de inverno, entre julho e a primeira semana de setembro. Em outras épocas, não aconselhamos esse programa.

IMG_2848

MILFORD SOUND – NOVA ZELÄNDIA

Além de você poder ir até lá com carro alugado, ambas as estações de esqui acima referidas são acessadas por ônibus especiais que saem do centro de Queenstown (Snow Centre, localizado na Duke Street, exatamente aqui). O custo aproximado da passagem de ida e volta desse ônibus é de NZD 30,00. Alugue roupas e calçados especiais nesse ponto de saída dos ônibus, na chegada dos centros de esqui ou em alguma das inúmeras lojinhas de trajes de neve no centro da cidade.

Vale dizer que é possível visitar essas estações de esqui apenas como espectador, sem precisar alugar todo o equipamento ou praticar esportes. É o ingresso Sightseeing, no qual você só paga pelo transporte e pelo calçado apropriado para neve, caso você náo tenha. A emoção não é a mesma, mas é continua sendo bonito demais.

20190902_220002

CORONET PEAK – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Lancha rápida entre cânions: entre os passeios de maior adrenalina, este é o mais barato. As empresas mais contratadas são a Shotover Jet (ponto de saída mais perto de Queenstown, passeio mais curto) e a Skippers Canyon Jet (o passeio é mais longo, por ser feito no trecho de rio localizado em uma região montanhosa mais afastada, onde houve uma intensa exploração garimpeira/mineradora, e que tem um visual lindo no qual foram filmadas algumas cenas de Senhor dos Anéis). O custo cobrado por ambas as empresas é de NZD 160,00, e inclui o transporte de ida e volta, saindo do centro de informações The Station. O passeio mais longo – já com o deslocamento de ida e volta – não dura mais do que 3h, podendo ser feito no turno da manhã ou à tarde.

image19-09-02_15-26-17-95

SKIPPERS CANYON JET – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Skyline: excelente complexo de entretenimento e mirante mais bonito de Queenstown. Por lá, você encontra plataformas de bungy jump (custo aproximados de NZD 205,00) e de paragliding (custo aproximado varia de NZD 219,00 a 239,00); luge (espécie de carrinho de rolimã em um mini autódromo com uma vista lindíssima; ingresso incluindo teleférico e duas descidas custa entre NZD 60,00 e 65,00), passeio de helicóptero (custo entre NZD 195,00 e 1390,00; passeios variados, com diferentes roteiros e durações), trilhas de caminhada e de mountain bike, observatório para ver estrelas sob lentes avançadas (custo aproximado de NZD 100,00, incluído o teleférico), restaurantes e lojas. Visita obrigatória na cidade para turistas de todas as idades, principalmente perto do por do sol.

Para chegar nele no Skyline, deve-se subir de teleférico coberto (gondola). O ingresso é pago na loja que fica na esquina entre a Camp Street e a Shotover Street (exatamente em frente ao centro de informações).

IMG_3917

SKYLINE – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

*Não deixe de descer de Luge. É muito divertido, bonito, fácil de aprender (não há pedal, nem marcha; basta empurrar/para acelerar ou puxar/para frear o guidão ou mudar sua direção). Inclua, pelo menos, duas descidas – uma de dia e outra à noite, com a pista já iluminada.

20190902_015125

PARTE DA PISTA DO LUGE – SKYLINE QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Rafting e Canoagem: com rios lindos e corredeiras de todos os níveis de dificuldade, não poderia deixar de haver aventuras a remo, seja em botes ou em canoas. Entre as expedições mais famosas deste segmento, destaque para o Dart River Funyak (custo aproximado de NZD 400,00). Trata-se de passeio de dia inteiro, que inclui trajeto feito em lancha rápida + canoagem sobre rios de degelo de cor espetacular e trilha por algumas das paisagens mais lindas e menos concorridas da região. Por ser um passeio completo, ele é um dos mais caros. Com dinheiro e tempo sobrando, inclua no seu roteiro!

Outras empresas respeitadas que realizam o rafting – Go Orange (custo estimado a partir de NZD 190,00; fica aqui) e Challenge Rafting (custo estimado a partir de NZD 235,00; fica aqui).

IMG_3773

QUEENSTOWN – NOVA ZELÂNDIA

Passeios de barco pelo Lago Wakatipu: a partir do píer da cidade, saem barcos de todos os tamanhos e das mais variadas propostas, desde modelos velozes que submergem e dão saltos de 90º sobre a água (Hydro Attack – custo aproximado de NZD 140,00, fica aqui), até navios a vapor com tripulação vestida como nos tempos coloniais (TSS Earnslaw – custo aproximado a partir de NZD 70,00; o píer de embarque fica aqui). Tudo isso sem contar os barcos à vela naquele cenário fabuloso com o lago limpo de azul profundo e o horizonte montanhoso.

IMG_3255

LAGO WAKATIPU – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Queenstown Gardens: sabemos que você vai caminhar pelo charmoso e acolhedor centro da cidade, passando pelo atraente galpão de restaurantes Boardwalk (fica aqui), pela pracinha com a árvore típica da região (Earnslaw Park) e pela margem da praia (Marine Parade), mas nem todos reservam um tempo para caminhar neste que é um dos parques mais lindos que já visitamos. O Queenstown Gardens é curto, mas impecável. A jardinagem, o paisagismo e as vistas que ele proporciona são absurdas, sendo perfeitamente compreensível porque caminhar, namorar, praticar esportes (entre eles, patinação no gelo) ou levar crianças para lá seja um dos programas preferidos de quem mora na cidade. Reserve 2 ou 3 horas nesse espaço verde com flores, lago, riacho, sequoias, ponte de pedra, clube de lazer e rink de patinação. Atração gratuita maravilhosa!

IMG_3366

QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÂNDIA

Visite uma vinícola: a produção de vinhos de Queenstown é a maior do país e é cada vez mais renomada mundo afora. A sugestão é contratar o Wine Trail Tours (custo aproximado a partir de NZD 195,00; fica aqui) ou os Winery Tours (custo a partir de NZD 150,00 ou almoço com vinho por cerca de NZD 50,00) para viver uma experiência mais enxuta em um roteiro selecionado. Para mais alternativas de degustação de vinhos em lojas ou fazendas nas proximidades, clique aqui.

IMG_3421

QUEENSTOWN – NOVA ZELÂNDIA

*Com mais tempo, contrate uma excursão para ir até o Monte Cook (o ponto mais alto da Nova Zelândia; fica aqui), pule de sky dive/paraquedas (custo aproximado a partir de NZD 300,00 – ponto de encontro fica aqui), faça bicicross ou ande de quadriciclo off road por algumas das dezenas de trilhas nos arredores desse lugar fantástico.

IMG_3115

MILFORD SOUND – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

DESLOCAMENTO DENTRO DA CIDADE

No pequeno e seguro centro de Queenstown, faça os percursos a pé. É impossível perder-se pelas poucas ruas transversais que cortam o burburinho da cidade. Caminhe até o Queenstown Gardens e até a estação base do teleférico para o Skyline, seja de dia ou à noite.

c82b61c3e806b6e189e70a01a6feced6

MAPA ILUSTRATIVO DE PONTOS IMPORTANTES DE QUEENSTOWN (CRÉDITO – PINTEREST)

a3f479e9a69b1ecb0c1db7ae2a88fae5 (1).jpg

MAPA DE QUEENSTOWN (CRÉDITO – PINTEREST)

As demais atrações ficam distantes do centro. Logo, alugue um carro para passar pelos pontos turísticos gratuitos (mirantes, parques, trilhas, entrada das estações de esqui) ou contrate uma ou mais agências para fazer os passeios avulsos listados acima (Milford Sound, lancha rápida, bungy jump, vinícola, rafting, etc).

IMG_3430

QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÂNDIA

Se ficar hospedado a menos de 2 km do centro, só use o ônibus para fazer o trajeto aeroporto-centro e vice-versa (confira mais informações sobre isto no tópico COMO SAIR DO AEROPORTO). Não há metrô nem Uber por lá. Não há muitos táxis, mas todos eles são confiáveis.

CULINÁRIA LOCAL

Muito semelhante com a encontrada na Austrália, porém mais apegada aos temperos e influências ancestrais dos povos que habitavam as ilhas do Pacífico, notadamente os maoris.

O café da manhã é similar ao inglês, com salsichas, ovos, pães assados, geleias, creme de avelã, batatas empanadas (hash browns), bacon e tomate assado.

IMG_3209

COMIDA MAORI – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Entre os salgados, destacamos: as ostras, bolinhos de peixe, mexilhões (procure os que tenham lábios verdes) e lagostins, entre outros pescados (whitebait, blue cod, etc.), bem como a carne de ovelha ou cordeiro (em especial, o roast hogget, o lamb shank com feijão branco ensopado, e o cordeiro de Canterbury, este sendo mais fácil de ser encontrado em Christchurch) e o hangi (churrasco maori feito de legumes variados assados com frango ou carne em um buraco escavado na terra). Os pratos costumam vir acompanhados de beterraba, salada fresca com brócolis e cenoura, kumara (espécie de batata doce dos maoris), purê de batata ou batata frita regadas ao caldo grosso de gravy.

IMG_3377

QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÂNDIA

Além disso, experimente as pies (empadas quentes e recheadas de carne e queijo, menos duras e massudas que as brasileiras); os dampers (pãezinhos secos que vão bem quando acompanhados de azeite); e o fish & chips.

Há também vários restaurantes tailandeses, japoneses e chineses, além de opções sul-coreanas e unidades de fast food norte-americanas.

IMG_2200

MELHOR COOKIE DA VIDA – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

No tocante aos doces, vale recomendar: cookies da loja COOKIE TIME (fica aqui). São de vários sabores, recheios e texturas. Os melhores que já comemos na vida. Experimente um saído do forno. Duvidamos que você resista a comprar mais.

Além disso, prove o TIM TAM, pacote de biscoitos crocantes mais deliciosos e famosos da  vizinha terra dos cangurus. Há pacotes com diferentes coberturas, sendo o tradicional/ao leite, o de caramelo e o de chocolate amargo/extra dark os mais consumidos; encontrado em qualquer supermercado); Pods, pacote de mini biscoitos crocantes super recheados com sabor de Twix, Mars ou Snickers (encontrado em alguns supermercados); sorvete (há sorveterias que remetem à Patagônia Argentina nas ruas de Queenstown),  lamingtons (bolo quadrado com cobertura de chocolate e coco, levando geleia ou creme no recheio da massa) e pavlovas (torta de frutas com suspiro e merengue; prove com kiwi, fruta típica do país).

As bebidas mais comuns são os chás (para as refeições mais leves e lanches) e os vinhos (no almoço e na janta).

IMG_2192

SORVETES MARAVILHOS AO LONGO DA MARINE PARADE – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

RESTAURANTES

Os restaurantes mais caros são os mais bonitos e ficam nas imediações da Marine Parade e no Boardwalk (fica aqui). Para quem quer economizar, a dica é comprar a refeição pronta ou os ingredientes nos supermercados ou comer os pratos promocionais destacados na entrada de restaurantes tailandeses ou chineses mais simples (varia entre NZD 15,00 e 20,00) ou localizados na praça de alimentação do O’Connells Shopping Centre (fica aqui). A seguir, algumas alternativas bem avaliadas:

  • Stratosfare (reúne panorâmico chique localizado no alto do Skyline; vista espetacular e comida refinada; experiência marcante em Queenstown; fica aqui);
  • Blue Kanu (comida refinada com toques e ingredientes dos povos nativos do Pacífico; reserve com 1 dia de antecedência; fica aqui);
  • FINZ Seafood & Grill (fica no Boardwalk, exatamente aqui);
IMG_2394

MIRROR LAKES (A CAMINHO DE MILFORD SOUND) – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

*Reserve um lanche para ir na Fergburger, hamburgueria gourmet bastante popular entre os jovens na cidade (fecha cedo, perto do por do sol; fica aqui). Sugerimos a sobremesa no Cookie Time (fica aqui) ou na sorveteria e doceria Patagonia Chocolates (fica aqui). Compre algum desses aperitivos e sente no gramado vendo o rio passando sob a ponte no Village Green, ponto de encontro dos jovens tocando violão e dos trabalhadores durante o intervalo do expediente.

IMG_3227

FERGBURGER – LANCHONETE GOURMET CLÁSSICA EM QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

COMPRAS

Em virtude da grande variedade de belos souvenirs (destaque para as joias com pedras locais, as ovelhas ou kiwis de pelúcia e as camisas de rugby), roupas de frio excelentes, produtos artesanais com alusão às tradições maoris e ótimos cosméticos a preços acessíveis, consumir em Queenstown é uma tentação difícil de resistir. Trata-se de um passatempo muito bom na cidade, sobretudo no início da noite, com os turistas voltando a se animar depois de um dia inteiro de programação radical.

As melhores lojas ficam na Mall Street (a que é exclusiva para pedestres e que tem o Starbucks na ponta norte), e na Beach Street. Explore com calma cada rua e o shopping/galeria O’Connells (fica aqui). Você verá muita coisa boa em poucas horas.

20190901_202740

QUEENSTOWN – NOVA ZELÂNDIA

VIDA NOTURNA

Como há muitos jovens em Queenstown, não faltam opções para curtir a noite na cidade (mais pubs do que boates). Uma vez que ela é muito pequena, não há necessidade de contratar um pub crawl (se quiser ter mais informações sobre esse combo de baladas selecionadas, basta clicar no link destacado). Faça o “reconhecimento do terreno”, circulando pelas charmosas ruas no início da noite enquanto o movimento vai crescendo, até escolher a que melhor agrade o seu gosto.

IMG_2179

ENTARDECER NO BOARDWALK – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Abaixo, algumas sugestões:

20190830_205954

IMG_2209

HAKA (DANÇA DE GUERRA MAORI) – QUEENSTOWN

20190902_041950

ESCADA DE ACESSO AO SKYLINE GONDOLA – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

NOSSA EXPERIÊNCIA

Fomos a Queenstown no início de setembro de 2019, chegando pelo aeroporto em um voo da Jetstar partindo de Melbourne (10 kg como peso máximo para 2 bagagens somadas por pessoa), fazendo do bom albergue Alpine Lodge Backpackers – quarto privativo, banheiros compartilhados, a menos de 10 minutos de caminhada do centro da cidade – nossa base por 3 dias e meio.

IMG_2446

NOS MIRROR LAKES, A CAMINHO DE MILFORD SOUND – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Saímos do aeroporto e voltamos para ele por meio do ônibus ORBUS, comprando os cartões GoCard diretamente com o educado e esclarecedor motorista (coletivo confortável e com Wi-Fi, trajeto até a acomodação feito entre 20 e 30 minutos). Todos os nossos demais deslocamentos em Queenstown foram feitos a pé – de dia e de noite -, salvo quando a programação envolvia algum tour mais afastado. Nessas ocasiões, seguíamos com a van da empresa contratada.

IMG_3565

NO QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÂNDIA

Em todos os momentos, para qualquer lugar que íamos naquela região da ilha sul da Nova Zelândia, sentimos completa segurança; zero preocupação com furtos ou crimes violentos.

IMG_2971

EM MILFORD SOUND – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Mesclamos refeições baratas em restaurantes tailandeses e de culinária internacional no shopping center O’Connells, com clássicos locais (Fergburger, Cookie Time, sorvetes na Marine Parade) e com um jantar mais refinado no Blue Kanu. Nossos preferidos foram os restaurantes orientais e as sobremesas maravilhosas no Cookie Time. Tanto o Fergburger quanto o Blue Kanu foram decepcionantes diante da injustificada fama que ostentam (há hamburgers mais gostosos em diversas outras cidades no Brasil e ao redor do mundo; e pratos típicos maoris mais baratos e saborosos em Auckland).

IMG_4047

EM CORONET PEAK – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Achamos o centro limpo, ordeiro e muito bonito, com gente feliz formada por trabalhadores, mochileiros, famílias e casais de todas as partes do mundo, tanto de dia quanto no cair do sol. Pela manhã, quando não tínhamos passeios programados, curtíamos as margens do Lago Wakatipu (principalmente em caminhadas pelo lindíssimo parque Queenstown Gardens e pela Marine Parade) e o visual montanhoso e arborizado da cidade. Já nas horas noturnas, dedicávamos nossas pernas e olhares para as ruas de comércio e de bares e restaurantes.

Este slideshow necessita de JavaScript.

A noite em Queenstown nos surpreendeu positivamente. Isso porque, diferentemente de outras cidades voltadas para a prática de esportes ao ar livre e trilhas (como San Pedro do Atacama e Capadócia), a pequena cidade neozeolandesa mostrou uma ótima infraestrutura e variedade de opções para se animar em algum pub, cassino, restaurante ou balada até 4h da manhã. A cidade aumenta o ritmo e o movimento de pessoas com o passar das horas; ela não morre nem fica entediante com o tempo.

IMG_2171

NO PÍER DO BOARDWALK – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

Programação/sugestão de roteiro: No dia da chegada, como estávamos cansados por ser o final da volta ao mundo que fizemos em 1 mês, circulamos sem programação reconhecendo o ambiente no centro de Queenstown, parando em restaurantes, na orla do lago, na galeria Boardwalk e nas lojas de todos os tipos.

20190902_014848

PREPARANDO PARA DESCER DE LUGE – SKYLINE QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

No segundo dia, fizemos nossa excursão para Milford Sound com a Cruise Milford. Sem dúvidas, um dos 5 melhores dias da nossa viagem que passou por Paris, Zakynthos, Kefalonia, Istambul, Capadócia, Pequim, Grande Muralha da China, Tóquio, Sydney, Whitehaven, Melbourne, Great Ocean Road + 12 Apóstolos e Auckland. Estrada mais bonita que já trafegamos na vida. Era uma paisagem mais bonita que a outra: montanhas nevadas, lagos espelhados, vida rural com fazendas bucólicas e animais fofos, florestas de transição, vales, pradarias, túnel dentro da montanha e fiordes. Não tem como não se emocionar. É indescritível a quantidade de beleza naquela região. Tem que ir! Nosso auge da temporada neozeolandesa.

IMG_2281

A CAMINHO DE MILFORD SOUND – QUEENSTOWN, NOVA ZELÂNDIA

No terceiro dia, passamos nossa manhã no apaixonante Queenstown Gardens. Que parque delicioso! Compacto e bonito, com vistas incríveis para todos os lados. Depois do almoço, fizemos o passeio de lancha rápida com a Skippers Canyon Jet, após recomendação do recepcionista do nosso albergue. Os cenários também são lindos (mais rochosos e secos que o visto no caminho do dia anterior, todavia, também espetaculares). A van militarizada da empresa passa por uma estrada de terra estreita na beira do precipício, até chegar na margem do lindo rio (verde esmeralda) onde houve uma corrida pelo ouro entre o final do século XIX e o início do século XX. De lá começa a parte mais famosa da aventura, com o motorista da lancha fazendo giros e outras manobras abruptas perto dos paredões durante cerca de 20 minutos, com fotos profissionais sendo tiradas em pontos estratégicos (valor do pen drive com os registros pagos à parte).

Gostamos do passeio, mas ele é dispensável, por ser caro, rápido e não muito emocionante. Ao invés de fazê-lo, sugerimos que você salte em um bungy jump/ledge/swing, faça o sky dive, ou curta uma pedalada guiada de bicicross ou uma trilha em quadriciclo.

IMG_3665

PARADA DO TOUR SKIPPERS CANYON JET – QUEENSTOWN, NZ

Já no final da tarde daquele dia, passeamos pelo Birdlife Park, onde vimos o pássaro nativo kiwi e outras aves ameaçadas de extinção (programa recomendado para crianças; custo aproximado entre NZD 55,00 e 60,00; fica aqui) e subimos o excelente Skyline. Nesse complexo de entretenimento, passamos um bom tempo apreciando a vista magnífica de Queenstown e descemos no divertido carrinho de rolimã Luge. Ainda circulamos pela loja e conhecemos o maravilhoso restaurante panorâmico Stratosfare. O Skyline é imperdível para quem quer muita adrenalina (há plataformas de bungy jump e paragliding por lá) e para quem não é tão corajoso assim.

IMG_3480

NO QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÂNDIA

No último dia, seguimos de ônibus especial para a linda estação de esqui Coronet Peak, onde passamos algumas horas assistindo às pessoas descerem de ski e snowboard em um cenário fantástico e muito bem equipado de restaurantes, mirantes e áreas específicas de aluguel de equipamentos. Ao voltarmos, andamos no Queenstown Gardens, na Marine Parade e na galeria Boardwalk. Depois disso, fomos até a parada na frente do shopping O’Connells, de onde seguimos de ônibus até o aeroporto, rumo a Auckland.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Isso foi o que fizemos, mas os passeios/programas que consideramos principais em Queenstown estão organizados em ordem decrescente de prioridade na seção “O QUE CONHECER”. Fique à vontade para encaixá-los dentro dos dias disponíveis que tiver e de acordo com o seu perfil (aventureiro, viciado em adrenalina OU mais familiar, romântico e contemplativo). Só não deixe de fazer o daytour para Milford Sound, curtir o por do sol no Skyline, com direito a descidas de Luge, e de caminhar durante o dia pelo parque Queenstown Gardens – além disso, deve valer muito a pena saltar de bungy jump e esquiar; se tiver curiosidade, destemor e grana, faça!

IMG_2162

BOARDWALK – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

Veredicto: Foi difícil nos despedirmos de Queenstown. É uma cidade que abraça e não larga. Reúne o que há de mais bonito na natureza interiorana (montanhas, lagos e florestas), com uma cultura europeia de cuidado com a cidade em seus mínimos detalhes (em especial, variedade de serviços de excelência; construções bem planejadas; transporte público limpo, inclusivo e eficiente), além de uma verve turística inegável e consciente – agências pontuais, honestas, profissionais, com staff simpático, interessado em agradar e transmitir conhecimento sobre o produto que entrega.

IMG_3067-694613629-1573593024744.jpg

EM MILFORD SOUND – QUEENSTON, NOVA ZELÂNDIA

Cidade que, em pouco mais de 150 anos, encontrou o equilíbrio perfeito: maravilhosa de dia, animada à noite; tranquila para quem é de vinho, de passeios de barco por fiordes e/ou parques para caminhadas e mirantes, da mesma forma que é excitante para quem prefere pular e sentir a liberdade, superando os medos em precipícios e/ou acelerar nas águas ou na neve. Sem trânsito, com muitos bares, restaurantes, praças e parques, sem miséria (pouca desigualdade), tratando estrangeiros de todas as partes do mundo e nativos de todas as idades com muito respeito e boas oportunidades de empregos, nem o ponto negativo dos altíssimos/extorsivos preços dos passeios é capaz de tirar o brilho e o encanto que nos cativou na cidade internacional mais bonita do Hemisfério Sul, na nossa opinião.

IMG_3920

NO SKYLINE QUEENSTOWN – NOVA ZELÄNDIA

DICAS

⇒ Viaje até Queenstown entre junho e setembro. Embora seja a época mais fria, é a mais bonita e com maior variedade de atrações.

⇒ Compre um chip SIM para ter Internet o tempo todo no seu celular. Isso facilita, principalmente, para chamar o Uber, baixar mapas e postar fotos e vídeos a qualquer hora e em qualquer lugar. Baixe o aplicativo Maps.Me e salve seus pontos de interesse nele e no Google Maps antes de viajar. Ao chegar lá, basta traçar a rota, que eles darão direção mesmo off-line.

IMG_3503

LAGO WAKATIPU VISTO DO QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÄNDIA

⇒ Reserve seu primeiro dia ensolarado para fazer o tour para Milford Sound. Recomendamos, novamente, a irretocável Cruise Milford. Pesquisamos extensamente antes de viajar e comprovamos lá que essa empresa não tem fama à toa. É a mais confiável e organizada que existe na região, sem cobrar preços abusivos frente a suas concorrentes.

⇒ Caminhe pelo centro pesquisando e pechinchando antes de decidir contratar qualquer passeio/aventura. Há inúmeras agências e hotéis que vendem o mesmo “menu” de programas, com preços similares. Informe-se no seu hotel, no centro de informações turísticas The Station e na bilheteria do Skyline sobre o que cada empresa oferece de diferencial. Entre as companhias mais respeitadas: Nomads (fica aqui), Jucy (fica aqui), Go Orange (fica aqui), Shotover Jet (fica aqui), Skippers Canyon Jet (o ponto de encontro fica aqui), Happy Travels (fica aqui).

IMG_3097

FOCAS EM MI;FORD SOUND – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

⇒ Leve seu cartão de crédito/débito habilitado para uso internacional e prefira sacar seus dólares neozeolandeses nos caixas eletrônicos ATM (encontrados aqui). Eles trabalham com a cotação oficial e você não paga as comissões geralmente cobradas nas casas de câmbio. Vale dizer que quanto menos você saca, menos imposto você paga pela operação financeira. Logo, é preferível sacar uma quantia maior, para evitar usar mais vezes o caixa.

IMG_3681

SKIPPERS CANYON – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

⇒ Não precisa, mas se for alugar um carro, alugue com câmbio automático. Torna a direção mais fácil para quem não está acostumado a guiar na mão inglesa. Tenha em mãos o Google Maps e o aplicativo Maps.me com os pontos de interesse já baixados antes de ficar sem Internet.

IMG_4190

LAGO WAKATIPU E CORDILHEIRA REMARKABLES VISTO DO QUEENSTOWN – NOVA ZELÄNDIA

⇒ Leve filtro solar e, pelo menos, um conjunto de roupa de frio (recomendamos um casaco impermeável e corta-vento, calça e tênis de montanhismo impermeáveis da Decathlon). Se for no inverno, adquira as demais roupas de frio (segunda pele, luva, cachecol e botas especiais no centro de Queenstown, onde os preços são acessíveis).

⇒ Para não correr o risco de ficar sem fotos, leve um adaptador universal para tomadas. A tomada da Nova Zelândia é do tipo I. A voltagem padrão é 230v.

DSC_0336

SKIPPERS CANYON JET – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

CURIOSIDADES

→ A Nova Zelândia é também chamada Aotearoa, nome dado pelos maoris – habitantes nativos do país, de origem polinésia, até a chegada dos ingleses – cujo significado é “a terra da grande nuvem branca”.

→ O primeiro europeu a chegar na Nova Zelândia foi o navegador holandês Abel Tasman, em 1642, logo expulso pelos maoris. O mapeamento do litoral realizado pelo inglês James Cook deu início a uma sucessão de visitas de exploração comercial pelos europeus na região.

IMG_3333

→ Hoje os descendentes de maoris representam cerca de 15% da população. Sua cultura é preservada com o ensino da língua e tradições em muitas escolas neozeolandesas.

→ De acordo com o Wikipedia, a topografia variada da Nova Zelândia deve-se ao seu aparecimento acima do nível do mar no limite dinâmico que acontece entre as placas do Pacífico e Indo-Australiana.

→ O isolamento geográfico do país justifica a sua fauna exótica, com pássaros e répteis só encontrados lá. Para se ter uma ideia, quando da chegada dos ingleses, sequer havia mamíferos terrestres na Nova Zelândia.

IMG_2587

→ Queenstown foi fundada em 1863 pelo inglês William Gilbert Rees, e é a mais visitada da Nova Zelândia por turistas estrangeiros.

→ É uma cidade com menos de 30 mil habitantes (sequer figura entre as 10 mais populosas do país), sendo 10% de sua população brasileira.

→ A cidade serviu de base para as filmagens da trilogia Senhor dos Anéis e O Hobbit (dirigidos pelo cineasta neozeolandês Peter Jackson) na região montanhosa ao redor. Algumas cenas de Mordor foram realizadas no caminho do Skippers Canyon; a perseguição de cavalo contra Arwin e Frodo foi feita em um campo perto dos Mirror Lakes, a caminho de Milford Sound; etc. Outros filmes rodados nas imediações de Queenstown: Limite Vertical, X-Men Origens – Wolverine, Willow.

IMG_2992

→ Há mais ovelhas na Nova Zelândia do que pessoas, sendo “sheep” o termo pejorativo como os australianos chamam seus vizinhos.

→ Os neozeolandeses são carinhosamente chamados de “kiwis”. Isso se deve à referência ao pássaro homônimo de hábitos noturnos que só se encontra no país. Ele é caracterizado pelo corpo entroncado, longo e inclinado bico e pela penugem marrom.

→ O primeiro homem a chegar ao topo do Everest era neozeolandês, Edmund Hillary. Seu rosto está estampado na cédula de NZD 5,00.

IMG_3594

→ Os kiwis são apaixonados pelo rugby. A seleção é multicampeã mundial e é conhecida como All Blacks, tendo seus uniformes vendidos em todas as lojas esportivas e de souvenirs. Antes das partidas internacionais, os atletas da Nova Zelândia (em quase todos os esportes) fazem o “haka”, dança de guerra de origem maori encenada com gritos, caretas e pisadas com pernas abertas para intimidar o adversário.

SEGURO VIAGEM

>

Para viajar tranquilo, só curtindo as paisagens e desfrutando de todos os pontos turísticos e passeios, recomendamos o conforto (a preços justos) do seguro viagem pela empresa Real Seguro. Ela indica a seguradora mais confiável e adequada – muitas vezes a mais barata – para a cobertura dos sinistros que você quer evitar. Confira!

NAQRE8766
IMG_3798

SKIPPERS CANYON – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

IMG_4180

QUEENSTOWN GARDENS – NOVA ZELÄNDIA

IMG_3867

CABLE CAR PARA O SKYLINE – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

IMG_3201

TUNEL DENTRO DA MONTANHA – MILFORD SOUND, QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

IMG_3243

LAGO WAKATIPU E CORDILHEIRA REMARKABLES – QUEENSTOWN, NOVA ZELÄNDIA

14 comentários sobre “QUEENSTOWN

  1. Herculano disse:

    Com certeza um dos lugares mais espetaculares pra se conhecer, as imagens postadas são um convite para isso, sensacionais! A natureza abundante, deve ser ideal pra renovar energias.
    Como sempre, ótimas dicas indicadas pelo blog.
    Parabéns!

Deixe uma resposta