SYDNEY

A cidade mais populosa e turisticamente conhecida da Austrália é deslumbrante. Daqueles lugares que dá vontade de ficar de vez, por reunir ótimos serviços, belas paisagens naturais, clima agradável o ano inteiro, segurança, espaços públicos limpos, gente educada e feliz nas ruas, nos parques e nos bares, transporte impecável, comida internacional de alta qualidade e muito mais.

Um dos locais (junto com a Alemanha e o Japão) que provam da melhor forma possível que, com vontade política, educação e esforço consciente comunitário é possível transformar locações improváveis (como essa antiga colônia penal britânica descoberta pelos europeus no final do século XVIII) em destinos multiculturais auto-sustentáveis exemplares, como Sydney, considerada em inúmeras publicações um dos 10 melhores lugares para viver no mundo.

Confira nos tópicos a seguir todas as dicas e informações sobre a cidade mais completa da Oceania.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

COMO CHEGAR

Avião – a melhor forma para chegar em Sydney. Não há voos diretos saindo do Brasil até lá. Considere uma conexão por Santiago ou Dubai (formas mais rápidas – duração de voo mais curta: 21h) ou parando em Buenos Aires/Ezeiza + Auckland.

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A BAÍA DE SYDNEY VISTA DO ALTO – AUSTRÁLIA

Companhias aéreas que realizam os citados voos: Qantas, LATAM ou Emirates.

Preço bom para passagem ida e volta: R$ 3.500,00 a R$ 4.500,00, por pessoa.

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FONTE ARCHIBALD, NO HYDE PARK, COM VISTA PARA A CATEDRAL DE ST. MARY – SYDNEY, AUSTRÁLIA

*** Faça a simulação no Skyscanner, no Decolar, no Google Flights e baixe o aplicativo de Passagens Imperdíveis para acompanhar as promoções até lá. A compra de passagens costuma ser mais barata se for feita entre terça-feira e quarta-feira. Além disso, navegue de forma anônima (Ctrl + Shift + N no Google Chrome) para ter mais chance de manter os preços de sua primeira consulta.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Carro alugado – caso você chegue na Austrália por outra cidade grande (Melbourne, Brisbane, Camberra ou Adelaide) e deseje fazer uma roadtrip pelo 6º maior país do mundo, as ótimas estradas que levam até Sydney são as seguintes:

A partir de Melbourne – via National Highway M31 e M31 (880 km ou 9h de deslocamento).

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GALERIA DE ARTE DE NOVA GALES DO SUL – SYDNEY, AUSTRÁLIA

A partir de Brisbane – via Pacific Hwy/A1 e M1 (915 km ou 10h de deslocamento).

A partir de Camberra – via M23 + M31 (290 km ou 3h10 de deslocamento).

A partir de Adelaide – via Sturt Hwy/A20 e M31 (1375 km ou 14h15 de deslocamento).

Para mais opções de rodovias, clique nos links destacados.

ICEBERGS CLUB, EM BONDI BEACH – SYDNEY, AUSTRÁLIA (CRÉDITO: ICEBERGS.COM.AU)

* Vá preparado para dirigir na mão inglesa (volante no assento dianteiro direito; marcha à esquerda do motorista; carros lentos trafegando pela faixa da esquerda e ultrapassando pela faixa da direita). Baixe o Google Maps e o aplicativo Maps.Me no seu celular, marque os pontos de referência da estrada por essas ferramentas, estude o percurso e, se possível, tenha o chip SIM com Internet internacional ilimitada para se preparar para essa odisseia.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Ônibus – também para quem chega na Austrália por outra cidade. É a forma mais desvantajosa, pelo tempo desperdiçado (mais de um dia de deslocamento) e, muitas vezes, sem nenhuma economia de despesa, visto que o preço de passagens internas/nacionais até Sydney são mais baratos que muitos trajetos rodoviários. Ainda assim, se tiver interesse, a companhia de ônibus que faz esses percursos é a Greyhound Australia. Compre no link destacado ou acessando o site da Busbud. O terminal rodoviário de Sydney fica aqui.

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JARDIM BOTÂNICO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

QUANDO IR

Entre julho e dezembro, por ser o período menos chuvoso – notadamente, setembro, julho e dezembro (os meses mais secos, nesta ordem). Recomendamos setembro, por ter as temperaturas mais amenas (média de 15ºC) e por ser um mês excelente para combinar a viagem com uma esticada até a linda região litorânea de Whitsundays.

Outra época extraordinária para visitar a cidade é durante as festas de fim de ano, sendo a queima de fogos da Harbour Bridge uma das que disputam o título de mais famosa do mundo com o Rio de Janeiro e Nova York. Se cogitar ir nesse período a Sydney, programe-se e reserve hospedagem e passeios com antecedência, para não correr o risco de ficar sem vaga ou com opções absurdamente caras.

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THE ROCKS, BAIRRO HISTÓRICO COM PRÉDIOS VITORIANOS – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Para conferir quando acontecem os melhores festivais/eventos e se programar para estar lá durante alguns deles, clique no link da Sydney.com ou no What’s On ou nesse link.

VISTO

O visto de turista é exigido para quem viaja de férias, a negócios ou para estudar até 12 semanas na Austrália e deve ser feito eletronicamente (via Internet pelo programa “eTourist”). Ele vale por 1 ano.

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CIRCULAR QUAY COM VISTA PARA A HARBOUR BRIDGE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Basta você preencher o formulário de turista visitante (Visitor – subclass 600; tenha seu itinerário com voos, hotéis e endereços na Austrália definidos para facilitar a obtenção desse visto), pagar a taxa de solicitação (cerca de 150 dólares australianos com cartão de crédito habilitado para uso/pagamento internacional) e esperar entre 15 e 20 dias para receber o e-mail com a liberação de seu visto – um documento/papelada com a informação “GRANTED” que você deve levar impresso.

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Vale a pena também levar o cartão de vacinação internacional com a vacina de febre amarela em dia (isto é, tomada há mais de 10 dias e há menos de 10 anos antes da viagem). Ninguém nos exigiu isso em momento algum na Austrália, mas recomenda-se essa prudência.

Para mais informações, entre em contato com a Embaixada da Austrália.

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OPERA HOUSE VISTA DE FRENTE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

FUSO HORÁRIO

GMT +11. Isso significa que são 14 horas à frente do horário predominante brasileiro. Exemplo: Quando o relógio marca 8h da manhã em Brasília, são 22h em Sydney.

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THE CALYX – JARDIM BOTÂNICO DE SYDNEY, AUSTRÁLIA

MOEDA

Dólar australiano (AUD). Para ter uma estimativa da cotação, confira o conversor monetário do Banco Central do Brasil (1 Dólar Australiano é equivalente a pouco menos que 3 reais).

Com o hotel e passeios pagos no cartão ou em dinheiro separado (leve impresso o voucher da sua reserva, disponibilizado assim que feito o pagamento antecipado pelo site da agência), é bom levar, no mínimo, 50 euros ou dólares americanos convertidos em dólares australianos por dia, além de cartão de crédito habilitado para uso internacional.

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MUSEU AUSTRALIANO AO FUNDO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Caso deseje adquirir mais dólares australianos, recomendamos o saque nos caixas ATM ou nas casas de câmbio que ficam no aeroporto ou nas imediações da Opera House, do bairro histórico The Rocks e do centro financeiro, próximo à torre panorâmica e ao Hyde Park. Cloque no link destacado e aproxime o mapa que aparecer para localizar as alternativas mais próximas da área em que você se encontra.

IDIOMA

Inglês com um sotaque muito forte e gírias próprias. Não é tão fácil entender como em outros países anglófonos, mas é só ter paciência e pedir para repetirem a informação de forma lenta.

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CALÇADÃO ABAIXO DO MIRANTE MRS. MCQUARIE, NO JARDIM BOTÂNICO (UM DOS MELHORES LUGARES PARA FOTOS DA OPERA HOUSE) – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Os australianos são muito simpáticos e de bem com a vida. Além disso, Sydney é a cidade mais globalizada/multicultural do país, com muitos trabalhadores e prestadores de serviço asiáticos e brasileiros que querem deixar uma boa impressão e falam um inglês compreensível.

QUANTO TEMPO FICAR

3 a 4 dias. Período suficiente para conhecer os principais pontos de interesse turístico com calma, sem que fiquem repetitivos. Com mais tempo, a dica é esticar para conhecer os parques nacionais dos arredores.

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INTERIOR DA CATEDRAL ST. MARY – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Se a intenção é se sentir como um nativo e absorver o máximo da cultura da cidade no ritmo local, acreditamos que 20 dias a 1 mês já dão conta (se esse for o caso, vale a pena procurar uma agência de intercâmbio + trabalho antes de viajar até lá; indicamos a World Study).

COMO SAIR DO AEROPORTO

Caso seu hotel não disponibilize transfer incluído no valor da diária, seguem as opções mais comuns recomendadas para seguir do aeroporto até o CBD – centro turístico e comercial de Sydney, onde se concentra a maioria dos hotéis:

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JARDIM BOTÂNICO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Trem/metrô – forma mais barata, prática e pontual. No aeroporto, siga as placas com o ícone do trem (City Circle). A estação fica no subsolo, abaixo do piso de desembarque. Existe uma no Terminal Internacional (terminal 1) e outra para os terminais domésticos (2 e 3). Ao chegar lá, adquira o cartão Opal (é integrado, isto é, serve para qualquer transporte público que usar na cidade, e pode ser recarregado em várias lojas de conveniência), coloque créditos – no mínimo, a partir de AUS$ 20,00 na primeira carga – e siga pela linha verde (T8) até descer na estação mais próxima do seu hotel ou no CBD. O valor do trajeto depende do local que você vai descer, mas é de aproximadamente AUS$ 18,00 até o Circular Quay ou Museu.

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THE ROCKS – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Uber/táxi – alternativa mais confortável, e até mais econômica para quem pode dividir a corrida com mais 2 pessoas. Há diversos motoristas esperando na saída de todos os três terminais. Em simulação realizada rapidamente, vimos que o preço entre o aeroporto e o Circular Quay é de quase AUS$ 45,00.

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AEROPORTO E SINALIZAÇÃO PARA OS TRENS NO SUBSOLO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

HOSPEDAGEM

Quanto mais perto do Circular Quay, da Opera House ou do Hyde Park, melhor localizado você estará. É nessa região que ficam os melhores restaurantes, os melhores museus, parques, muitas opções de transporte público e a vida mais animada de Sydney. Abaixo, algumas alternativas bem avaliadas, em ordem decrescente de valor (não esqueça que todos os hotéis tem preço de altas taxas acrescidos ao informado nos sites sobre as diárias):

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HARBOUR BRIDGE VISTO DO THE ROCKS – SYDNEY, AUSTRÁLIA

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CATEDRAL DE ST. MARY VISTA DE OUTRO ÂNGULO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

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OPERA HOUSE, UM DOS MONUMENTOS MAIS FAMOSOS DO MUNDO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Caso deseje mais alternativas de hospedagens, consulte o BookingTrivagoTripadvisor. Caso prefira alugar um quarto, apartamento ou uma casa para uma temporada, tratando dos detalhes diretamente com o proprietário, acesse o Airbnb.

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JARDIM BOTÂNICO (PEDAÇO DA HARBOUR BRIDGE AO FUNDO) – SYDNEY, AUSTRÁLIA

O QUE CONHECER

Opera House – monumento mais famoso e fotografado da Oceania. É possível fazer visitas guiadas e/ou assistir a alguma performance artística (horário e preços atualizados nos links destacados). Essa atração fica aqui. Transporte público até lá: trem T2/azul, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde, T9/vermelho (estação Circular Quay); ônibus das linhas 304, 374, 377, 507, 515, 518 (parada Circular Quay, Alfred Street).

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

*Dica: para as fotos clássicas com a Opera em primeiro plano e a ponte Harbour Bridge ao fundo durante o dia, o melhor período é pela manhã (até 12h), visto que é o momento que o sol fica a favor. O passar das horas à tarde torna as fotos “estouradas” nessa perspectiva. No turno vespertino, tire as fotos do ângulo inverso, isto é, de cima da Harbour Bridge (com a Opera ao fundo) ou a partir do bairro The Rocks.

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OPERA HOUSE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Circular Quay – calçadão de entretenimento, com shows de rua, lojas de souvenirs e restaurantes às margens do porto com vista para a Opera e para a ponte. A caminhada por lá é obrigatória tanto de dia quanto à noite, quando as luzes do skyline da cidade se acendem, tornando-a ainda mais espetacular. Essa atração fica aqui. Transporte público até lá: trem T2/azul, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde, T9/vermelho (estação Circular Quay); ônibus das linhas 304, 374, 377, 507, 515, 518 (parada Circular Quay, Alfred Street).

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CIRCULAR QUAY – SYDNEY, AUSTRÁLIA

The Rocks – bairro histórico da cidade, a partir de onde Sydney começou. Por lá, há bonitos prédios antigos revitalizados, ruas estreitas onde acontecem feirinhas aos domingos com comidas e artigos bons e baratos, além de restaurantes e pubs escondidinhos, galerias, museus (destaque para o Museu de Arte Contemporânea e para o Museu Discovery) e até um ótimo observatório. Lugar charmoso, pequeno/não cansativo e perfeitamente conciliável em um roteiro pelos pontos turísticos mais famosos de Sydney, já que dá acesso à base da Harbour Bridge. Essa atração fica aquiTransporte público até lá: trem T2/azul, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde, T9/vermelho (estação Circular Quay); ônibus das linhas 304, 374, 377, 507, 515, 518 (parada Circular Quay, Alfred Street) ou linha 311 (parada Argyle Place at Lower Fort Street).

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THE ROCKS (FEIRA DE DOMINGO) – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Harbour Bridge – a ponte mais famosa do país, que sempre aparece na queima de fogos do Ano Novo. É possível escalar um dos seus arcos (Bridgeclimb, fica aqui) ou simplesmente tirar fotos de um dos pilares-mirante para a baía com a Opera House ao fundo (Pylon Lookout, fica aqui). Para horários e preços atualizados de acesso a esses pontos, clique nos links destacados. A ponte em si fica aqui. Transporte público até lá: trem T2/azul, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde, T9/vermelho (estação Circular Quay); ônibus das linhas 304, 374, 377, 507, 515, 518 (parada Circular Quay, Alfred Street) ou linha 311 (parada Argyle Place at Lower Fort Street) ou linhas 324 e 325 (parada Hickson Road opp Wharf Theatres).

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HARBOUR BRIDGE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Jardim Botânico Real – lindíssima área verde, com amplos espaços para piqueniques, calçadão à beira mar, construções antigas e modernas (The Calyx), laguinhos, casa de chá, restaurantes… tudo isso com uma vista linda para a Opera House e a Harbour Bridge ao fundo. Nosso lugar preferido na cidade. Entrada gratuita. Essa atração fica aqui. Transporte público até lá: trem T2/azul, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde, T9/vermelho (estação Circular Quay) ou trem T4/azul escuro (estação Martin Place); ônibus das linhas 339 e 343 (parada Chifley Square, Philip Street), linha 200 (parada Martin Place Station, Mcquarie St., Stand B), linha 311 (parada Bourke St at Nicholson St).

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JARDIM BOTÂNICO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

 

Bondi Beach (leia-se Bondái) – praia mais famosa de Sydney, com um ar jovem/descolado e uma boa infraestrutura (galerias, restaurantes e lojinhas) nas ruas coloridas de acesso, principalmente a Campbell Parade. Destaque para o caminho litorâneo de 5 km entre essa praia e a Coogee Beach (“Bondi-Coogee Coastal Walk” – o sentido mais elogiado é o que sai de Coogee até Bondi), passando por prainhas lindas e mais sossegadas, como Tamara, Bronte e Clovelly, e pelo Icebergs, um clube com restaurante e uma piscina pública que é alimentada pela água do mar na arrebentação das ondas (valor atualizado da entrada na piscina você encontra nesse link). Essa atração fica aqui. Transporte público até lá: ônibus das linhas 333 ou 380 saindo do Hyde Park (estação de metrô mais próxima: Bondi Junction, linha T4/azul escuro).

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CLUBE ICEBERGS – BONDI BEACH, SYDNEY, AUSTRÁLIA

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CAMINHO ENTRE BONDI E COOGEE BEACHES – SYDNEY, AUSTRÁLIA (CRÉDITO: GENKIN.ORG)

Porto de Darling – região que reúne muitas opções de entretenimento, como o shopping Harbourside, belos restaurantes à beira mar (como o Cockle Bay Wharf), aquário, museu, roda-gigante, cinema moderno, boliches, queima de fogos e mais. Lugar com variedade de programas de dia e à noite, sempre movimentado. Essa atração fica aqui. Transporte público até lá: trem T2/azul claro, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde T9/vermelho (estação Town Hall ou St. James ou Wynyard); ônibus das linhas 441 e 442 (parada Sussex St after King St) ou linhas 607N, 607X, 610N, 610X, 613X, 614X, 615X, 616X (parada Clarence St at King St).

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PELO PORTO DE DARLING – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Hyde Park – parque mais antigo da cidade, perto de museu, da catedral e da área comercial e financeira. Destaque para a fonte com estátuas (Archibald Fountain). Essa atração fica aqui. Transporte público até lá: trem T2/azul claro, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde T9/vermelho (estação St. James ou Museum); ônibus das linhas 311, 324, 325, 389, L24 (parada Hyde Park, Park St., Stand C) ou linhas 333, 333N, 339, 373, 374 (parada Elizabeth St. near St. James Station).

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FONTE NO HYDE PARK COM VISTA PARA A CATEDRAL ST. MARY – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Catedral de St. Mary – igreja gótica mais bonita de Sydney, construída em 1821. Fica ao lado do Hyde Park e pertinho do Museu Australiano e de um centro de natação, também no CBD. Entrada gratuita. Transporte público até lá: trem T2/azul claro, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde T9/vermelho (estação St. James ou Museum); ônibus das linhas 311, 324, 325, 389, L24 (parada Hyde Park, Park St., Stand C) ou linhas 333, 333N, 339, 373, 374 (parada Elizabeth St. near St. James Station).

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INTERIOR DA CATEDRAL DE ST. MARY

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CATEDRAL ST. MARY VISTA DE FRENTE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Tower Eye – torre panorâmica com restaurante e a possibilidade de o visitante caminhar sobre um piso de vidro (Skywalk). Construído sobre o shopping e prédio empresarial Centrepoint ou Westfield, acessado pela Pitt Street Mall. Essa atração fica aqui. Aproveite que está perto para tirar umas fotos da fachada do Town Hall (administração da cidade) e da vizinha Catedral de St. Andrew. Transporte público até lá: trem T2/azul claro, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde T9/vermelho (estação St. James ou Museum); ônibus das linhas 311, 324, 325, 389, L24 (parada Hyde Park, Park St., Stand C) ou linhas 333, 333N, 339, 373, 374 (parada Elizabeth St. near St. James Station).

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TOWER EYE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Manly – península que fica na outra extremidade (nordeste) da baía de Sydney. Área mais sossegada da cidade, com famílias fazendo piqueniques nos seus parques e nas praias banhadas por um mar bonito com mais ondas. Destaque para a Praia Shelly, de água calma e cor mais bonita que a praia principal, a poucos minutos de caminhada da ponta sul desta. Essa atração fica aqui. Transporte até lá: balsas que saem do Circular Quay (píer/Wharf 2). A balsa sai a cada 15 minutos e a duração da travessia é de 20 minutos, e o valor da passagem custa cerca de AUS$ 10,00 (o Uber custa AUS$ 36,00, saindo do mesmo Circular Quay).

Shelly Fotografias de Banco de Imagens, Imagens Livres de Direitos ...

MANLY – SYDNEY, AUSTRÁLIA (CRÉDITO: BR.DEPOSITPHOTOS.COM)

Art Gallery NSW – casa de exposições de pinturas e esculturas modernas e clássicas, além de palco de performance temporárias. Como Sydney é uma cidade para ser explorada ao ar livre, recomendamos a visita a esse local nos dias chuvosos ou para quem já passeou pelos pontos anteriores. Essa atração fica aqui. Transporte até lá: trem da linha T4/azul escura (estação Martin Place); ônibus da linha 441 (parada Art Gallery of NSW) ou da linha 311 (parada Bourke St at Nicholson St).

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Museu Australiano – dedicado à história natural e antropologia (com fósseis impressionantes e com informações sobre a cultura aborígene), é o mais antigo do país, inaugurado em 1827. Se não estiver com crianças (elas adoram esse museu), recomendamos para as mesmas circunstâncias do anterior. Essa atração fica aquiTransporte público até lá: T2/azul claro, T3/laranja, T7/cinza, T8/verde T9/vermelho (estação St. James ou Museum); ônibus das linhas 311, 324, 325, 389, L24 (parada Hyde Park, Park St., Stand C) ou linhas 333, 333N, 339, 373, 374 (parada Elizabeth St. near St. James Station).

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MUSEU AUSTRALIANO – SYDNEY

*Com mais tempo na cidade, faça um tour para conhecer o parque nacional das Blue Mountains, com penhascos, formações rochosas, florestas de eucaliptos, lindos mirantes em um cenário que lembra alguma chapada brasileira. Essa atração fica aqui. Para chegar lá, alugue um carro e siga pela rodovia M4 (menos de 50 km), vá de ônibus ou trem seguindo o tutorial do site oficial (basicamente o trem da linha Blue Mountains Line – uma extensão da linha T1, que sai da estação Central; descer na estação Katoomba, e de lá seguir no ônibus 686) ou contrate o passeio com uma agência de turismo (seja a tradicional Get Your Guide, seja uma das várias empresas locais – há muitas que vendem esse pacote nas imediações do Circular Quay).

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

DESLOCAMENTO DENTRO DA CIDADE

Se estiver hospedado em alguma das sugestões que indicamos anteriormente ou em qualquer outro hotel do CBD, dá para conhecer quase todos os pontos turísticos acima caminhando, não gastando praticamente nada com transporte, ou por meio de uma bicicleta alugada. A cidade é plana, com atrações concentradas em uma área pequena, com calçadas bem cuidadas e respeito ao ciclista.

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TREM – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Caso queira uma caminhada guiada com informações e curiosidades sobre as atrações mais famosas pagando o que acha que o guia merece, faça o free walking tour com a I’m Free (mais opções nesse link). Há também circuitos turísticos feitos em pedaladas guiadas, como o Bonza Bike Tours.

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TOWN HALL (ADMINISTRAÇÃO DA CIDADE) – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Para chegar em Bondi ou Coogee, siga de ônibus (para tanto, compre um cartão Opal) ou, se puder dividir a corrida com outras 2 ou 3 pessoas, vá de Uber (valor aproximado do trajeto: AUS$ 22,00). Para ir até Manly, a melhor forma é seguir de barco saindo do Wharf 2 do Circular Quay.

O trem ou um carro alugado são boas alternativas para o trajeto aeroporto-centro-aeroporto ou para quem está hospedado fora do CBD e quer ter acesso a essa que é a área mais legal da cidade ou para quem deseja conhecer as Blue Mountains. Se for dirigir, tenha em mente que Sydney não tem um tráfego tão carregado e as vias são muito bem conservadas e sinalizadas (só esteja preparado para dirigir na mão inglesa).

Cityrail : Mapa do metrô de Sydney , Austrália

MAPA DO TREM/METRÔ DE SYDNEY (DESTAQUE PARA O PEQUENO QUADRADO NA DIREITA, ONDE FICA O CBD) – CRÉDITO: MAPA-METRO.COM

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LINHAS DE METRÔ PELO CBD DE SYDNEY – CRÉDITO: MAPA-METRO.COM

CULINÁRIA LOCAL

Tirando as deliciosas pies (empadas quentes e recheadas de carne e queijo, menos duras e massudas que as brasileiras) e os simples e saborosos dampers (pãezinhos secos que vão bem quando acompanhados de azeite), não há nada muito marcante em termos de comida típica salgada australiana.

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PRATO COMUM EM SYDNEY, AUSTRÁLIA

Predomina a influência da colonização inglesa, com o  fish & chips dividindo o destaque do cardápio com costelas e carnes (sobretudo, de carneiro) regadas ao molho barbecue e acompanhadas de batatas (fritas ou rústicas); raramente você encontra arroz como acompanhamento. É aquele estilo que encontramos nos restaurantes da franquia Outback/Applebees. Também é comum encontrar pratos típicos indianos e árabes em lanchonetes espalhadas pelo país.

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BISCOITO ANZAC – SYDNEY, AUSTRÁLIA

*Os australianos adoram colocar Vegemite (pasta apimentada escura feita a partir da levedura da cerveja) em pães pela manhã ou nos lanches. Provamos e detestamos. Arrisque, se puder!

Já em termos de doces, a conversa é outra…

TIM TAM. Guarde esse nome! É o pacote de biscoitos crocantes mais deliciosos e famosos da terra dos cangurus. Há pacotes com diferentes coberturas, sendo o tradicional/ao leite, o de caramelo e o de chocolate amargo/extra dark os mais consumidos. A boa notícia é que os pacotes são muito mais baratos do que várias sobremesas vendidas em restaurantes e nem tão gostosas assim.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Outro doce delicioso e barato que encontramos naquelas bandas foi o Pods, pacote de mini biscoitos crocantes super recheados com sabor de Twix, Mars ou Snickers. Viciamos naquilo ali. Encontramos facilmente no supermercado Woolworths e em lojas de conveniência perto da estação King’s Cross.

Também vale a pena experimentar Lamingtons (bolo quadrado com cobertura de chocolate e coco, levando geleia ou creme no recheio da massa) e Pavlovas (torta de frutas com suspiro e merengue), bebendo um Bubble Tea (chá gelado com xarope e bolinhas de tapioca).

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Para quem curte comer coisas simples enquanto caminha sem hora para parar, vale a pena experimentar os biscoitos Anzac (são espécies de cookies secos e crocantes, sem recheio; trata-se de um patrimônio imaterial histórico dos australianos, tendo sido criado pelas mulheres dos combatentes da I Guerra Mundial para alimentarem seus maridos durante as longas expedições, por serem alimentos nutritivos e não perecíveis).

RESTAURANTES

O calçadão entre a Opera House e o Circular Quay, bem como a galeria gastronômica Gateway (fica aqui) contam com restaurantes excelentes e muito bonitos, com preços variados (quanto mais perto da Opera, geralmente é mais caro). Outras boas recomendações são os restaurantes às margens do Porto Darling e os restaurantes charmosos escondidos no bairro histórico The Rocks. A seguir, algumas opções bem avaliadas:

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PORTO DE DARLING, UMA ÓTIMA CONCENTRAÇÃO DE RESTAURANTES E ENTRETENIMENTO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

*Para maior variedade de restaurantes descentralizados em Sydney, confira a seleção do sempre ótimo guia da Time Out.

 

 

 

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SHOPPING QUEEN VICTORIA – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Para quem não quer ou não pode gastar muito, sugerimos comprar as refeições ou ingredientes nos supermercados da rede Woolworths (encontre a unidade mais perto aqui), em lojas de conveniência (7 Eleven nunca deixa na mão; encontre a unidade mais próxima aqui), no italiano Vapiano (fica aqui) ou nas redes fast food que ficam no Porto Darling e perto do Circular Quay.

Como chegar: as estações Martin Place, Wynyard, St. James, Town Hall ou Circular Quay ficam próximas da maioria dos restaurantes indicados, mas, ao clicar na localização constante do link “aqui” em cada restaurante, é possível identificar o símbolo T em branco com o fundo amarelo para saber a estação de trem mais perto; ou o símbolo do ônibus branco com fundo azul (para saber as paradas de ônibus mais próximas).

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RESTAURANTE DE FRENTE PARA A GALERIA DE ARTE E AO LADO DO JARDIM BOTÂNICO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

COMPRAS

O calçadão entre a Opera House e o Circular Quay, os arredores da Tower Eye (com destaque para a linda e sofisticada galeria Queen Victoria Building, para o Strand Arcade, para o Westfield e para as ruas Pitt, King e George) e o shopping Harbourside, no Porto de Darling, concentram o principal do comércio para turistas.

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O LINDO SHOPPING QUEEN VICTORIA (ESTILO “ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS”) – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Como chegar: as estações Martin Place, Wynyard, St. James, Town Hall ficam próximas da maioria dos shoppings e ruas comerciais do CBD. Se quiser chegar de ônibus, clique no “aqui” dos shoppings acima listados e encontre o símbolo do coletivo branco com fundo azul para localizar  as paradas mais próximas e as linhas respectivas.

VIDA NOTURNA
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SYDNEY – AUSTRÁLIA

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EL CAMINO CANTINA (EM THE ROCKS) – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Para mais alternativas, clique nesse link, no guia da Time Out ou circule pelo Porto Darling. Outra dica: não perca a chance de ver algum espetáculo na Opera House (acompanhe a programação no atalho destacado) ou na arena multiuso Anzac/ANZ Stadium (fica ao lado da estação de trem Olympic Park – T1/amarela, T2/azul ou T7/cinza, exatamente aqui).

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CBD DE SYDNEY, AUSTRÁLIA

Caso tenha pouco tempo na cidade e quer dar uma volta pelos pubs/baladas mais turísticas de Sydney na mesma noite com uma galera animada, recomendamos o Big Night Out Pub Crawl (fica pertinho da estação de trem Town Hall, exatamente aqui). Para mais opções na categoria pub crawls, acesse esse link.

Como chegar: Da mesma forma que explicado nos tópicos anteriores, as estações Martin Place, Wynyard e Town Hall são as mais próximas das nightclubs que elencamos acima. Clique no aqui de cada uma e localize o ícone “T” em branco com fundo amarelo ou o ônibus branco com fundo azul para saber o transporte público com a estação/parada que melhor te atenda.

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RESTAURANTE DO OPERA HOUSE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

NOSSA EXPERIÊNCIA

Estivemos em Sydney no final de agosto de 2019, por dois dias completos (um de sol forte e céu limpo, e outro de muita chuva). Viemos de Tóquio, com conexão em Bangkok e Cingapura, em um voo da Scoot. Saímos de Sydney em direção a Whitsundays, por meio da Jetsar.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Ficamos hospedados no Ibis Budget Sydney East, de excelente custo-benefício, já que ficava a menos de 5 minutos de caminhada da estação de trem King’s Cross (que dava acesso fácil ao aeroporto) e a 10/15 minutos a pé até o Hyde Park, com muitas lojas de conveniência e cafeterias pelo caminho. O quarto e banheiro eram privativos e limpos, com um espaço suficiente para nossas bagagens sem atrapalhar nosso deslocamento. Recomendamos bastante.

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SHOPPING QUEEN VICTORIA – SYDNEY, AUSTRÁLIA

Saímos do aeroporto e voltamos para ele através do trem, em um trajeto de 15 minutos (cada trecho). Compramos o Opal Card na estação do subsolo do aeroporto. Dentro de Sydney, fizemos todos os nossos deslocamentos a pé. Sentimos bastante segurança, mesmo andando sozinhos em já no meio da noite. Em nenhum lugar ficamos preocupados com furtos ou crimes violentos. Infelizmente, no dia reservado para passearmos por Bondi Beach e Coogee Beach, a chuva não deu trégua e deixamos de ir a esse famoso ponto turístico (no roteiro, iríamos até lá de trem + ônibus).

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Fizemos refeições na galeria gastronômica Gateway (pertinho do Circular Quay), na feirinha de domingo do bairro The Rocks (nosso almoço favorito), em um restaurante parecido com o Outback no shopping Harbourside, que fica no Porto de Darling, bem como em cafés perto do nosso hotel, em King’s Cross. Comidas boas, mas sem nenhum destaque.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Conhecemos o Jardim Botânico, a Opera House com vista para a Harbour Bridge, o Circular Quay, The Rocks, o Porto Darling, a galeria Queen Victoria, as ruas comerciais e financeiras do CBD, o Hyde Park, as catedrais de St. Mary e St. Andrew e a Art Galery. Como dito antes, infelizmente resolvemos não ir até Bondi Beach, pois o dia estava chuvoso e, a nosso ver, não fazia sentido ir até uma praia (ainda que famosa) na chuva.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Consideramos imperdível: Jardim Botânico, Opera House, Circular Quay e The Rocks. No nosso entender, é fundamental ficar na região da Opera House e Circular Quay também à noite. O calçadão entre esses pontos é um ótimo lugar para ver os prédios do CBD lindamente iluminados. Nos sábados à noite, vale também caminhar pelo Porto Darling, dia em que acontece a queima de fogos semanal.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Sugestão de roteiro (para 4 dias completos):

1º dia – caminhar logo pela manhã no Jardim Botânico, tirando fotos no nível inferior do mirante Mrs. McQuarie Chair; seguir pelo calçadão e ficar um bom tempo diante da Opera House (tudo isso antes de meio dia); andar pelo Circular Quay, passear pelo bairro histórico The Rocks. Após o almoço, subir o mirante Pylon da Harbour Bridge. Se der tempo, caminhar pela linda galeria Queen Victoria e subir a Tower Eye. À noite, curtir o Porto Darling.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

2º dia – pela manhã cedo, caminhar pelo Hyde Park e entrar na Catedral St. Mary. Depois disso, ir até Coogee Beach, a partir da qual fazer uma caminhada pelo calçadão até a Bondi Beach, parando para nadar e/ou almoçar no clube Icebergs. À tarde, aproveitar a praia de Bondi e as ruas descoladas, em especial, a Campbell Parade. De noite, curtir a noite no calçadão entre o Circular Quay e a Opera House, tirando fotos da cidade iluminada.

3º dia – passar a manhã no parque nacional Blue Mountains. À tarde, visitar a Art Gallery. Jantar no 360 Bar & Dining.

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VISTA DA BAÍA A PARTIR DO MIRANTE MRS. MCQUARIE, AO LADO DO JARDIM BOTÂNICO – SYDNEY, AUSTRÁLIA 

4º dia –  fazer o passeio de barco saindo do Circular Quay até a península de Manly. Passar o dia entre a Manly Beach e a Shelly Beach. Ao voltar, visitar o Museu Australiano. À noite, ir de Uber até o bairro alternativo e eclético de Newtown, com destaque para a King Street.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

Veredicto: cidade completa, com muita coisa pra fazer ao ar livre, sem deixar de ter uma vida cultural vibrante. Com atrações turísticas bonitas e próximas – acessadas em caminhadas despreocupadas ou por transporte público eficiente -, Sydney é uma delícia de local para ser visitado sem pressa e sem altas expectativas. Não tem a beleza natural da Cidade do Cabo ou do Rio de Janeiro, porém é mais segura que elas, tem um inegável encanto na sua movimentada baía e no calçadão de Bondi, e mistura o charme e educação britânicos com a vibe relaxada e alto astral da costa oeste norte-americana. Cá entre nós, equilíbrio de atributos para ninguém botar defeito.

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

DICAS

⇒ Viaje até Sydney em setembro ou nos festejos de final de ano. Se for em setembro, estique a viagem para conhecer uma das praias mais bonitas do mundo, na região da Grande Barreira de Corais, mais especificamente em Whitsundays.

⇒ Hospede-se na região do CBD (centro comercial da cidade). Estando lá, você gastará muito pouco com transporte e poderá esticar seus dias até mais tarde por estar perto da área mais animada de Sydney.

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JARDIM BOTÂNICO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

⇒ Se viajar com 2 ou 3 pessoas a mais, o Uber compensa nos deslocamentos quando comparado aos gastos individuais do cartão de transporte público integrado (Opal)

⇒ Compre um chip easySIM4u para ter Internet o tempo todo no seu celular. Isso facilita, principalmente, para chamar o Uber, baixar mapas e postar fotos e vídeos a qualquer hora e em qualquer lugar.

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OPERA HOUSE – SYDNEY, AUSTRÁLIA

⇒ Leve seu cartão de crédito/débito habilitado para uso internacional e prefira sacar seus dólares australianos nos caixas eletrônicos ATM (encontrados aqui). Ele trabalha com a cotação oficial e você não paga as comissões geralmente cobradas nas casas de câmbio. Vale dizer que quanto menos você saca, menos imposto você paga pela operação financeira. Logo, é preferível sacar uma quantia maior, para evitar usar mais vezes o caixa.

⇒ No primeiro dia de sol que tiver, vá para o nível inferior do mirante Mrs. MacQuarie, na ponta leste/direita do Jardim Botânico. Tire as fotos com a Opera no primeiro plano e com a Harbour Bridge ao fundo antes do meio dia (período com o sol a favor). À tarde, tire as fotos a partir da Harbour Bridge ou do bairro The Rocks com a Opera ao fundo.

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THE CALYX – JARDIM BOTÂNICO, SYDNEY, AUSTRÁLIA

⇒ Caso esteja na cidade em um sábado à noite, dirija-se até o Porto Darling. Nesse dia, acontece uma queima de fogos semanais nessa área repleta de entretenimento.

⇒ Não precisa, mas se for alugar um carro, alugue com câmbio automático. Torna a direção mais fácil para quem não está acostumado a guiar na mão inglesa. Tenha em mãos o Google Maps e o aplicativo Maps.me com os pontos de interesse já baixados antes de ficar sem Internet.

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SHOPPING QUEEN VICTORIA – SYDNEY, AUSTRÁLIA

⇒ Leve filtro solar e chapéu. A Austrália é o país com maior índice de câncer de pele do mundo.

⇒ Para não correr o risco de ficar sem fotos, leve um adaptador universal para tomadas. A tomada australiana é do tipo I. A voltagem padrão é 230v.

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GALERIA DE ARTE DE NOVA GALES DO SUL – SYDNEY, AUSTRÁLIA

CURIOSIDADES

→ Sydney é a cidade mais populosa da Oceania e é a capital do estado de Nova Gales do Sul, embora a capital da Austrália seja Camberra.

→ O capitão britânico Arthur Phillip trouxe, em 26 de janeiro de 1788, os primeiros colonos europeus, tornando a cidade uma colônia penal, encerrando a ocupação ancestral dos aborígenes (26/1 é comemorado até hoje como o “Dia da Austrália”).

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JARDIM BOTÂNICO – SYDNEY, AUSTRÁLIA

→ A partir de 1830, cidadãos britânicos livres chegaram em Sydney em busca de uma vida melhor, passando a superar o contingente de detentos (até então responsáveis pela construção de pontes, ruas e prédios públicos, sobretudo durante a gestão desenvolvimentista do governador Lachlan MacQuarie). Imigrantes de várias partes do mundo chegaram em Sydney em 1851, ano da primeira das “corridas do ouro”.

→ A cidade é multicultural, tendo mais de 1/3 de seus habitantes nascidos no exterior (principalmente, vindos da China, Nova Zelândia e Grã Bretanha, nessa ordem). Estima-se que essas nacionalidades somem 250 línguas diferentes em Sydney. Além disso, recebe mais da metade dos turistas que viajam para a Austrália.

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SHOPPING QUEEN VICTORIA – SYDNEY, AUSTRÁLIA

→ Trata-se do maior centro financeiro da região Ásia-Pacífico (à frente de Hong Kong e Cingapura, inclusive). Responde por 25% do PIB australiano, e é a que tem a maior média de renda per capita do país, o que explica, em parte, ser uma das 20 cidades mais caras do mundo, de acordo com o The Economist.

→ É classificada como uma das quinze principais cidades turísticas do mundo desde 2000, ano em que sediou as Olimpíadas (única vez até hoje em que os Jogos foram realizados na Oceania).

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

→ O Royal National Park, a pouco mais de 30 km ao sul de Sydney, é considerado o segundo parque nacional mais antigo do mundo. Já o Hyde Park é o parque público mais antigo do país.

→ Sydney é o berço do primeiro museu de história natural do país (o Museu Australiano) e do primeiro jornal publicado na Austrália (Sydney Gazette).

→ Alguns filmes de sucesso gravados na cidade: Matrix, Missão Impossível 2, O Grande Gatsby, Guerra nas Estrelas Episódio II – O Ataque dos Clones, Moulin Rouge.

→ Atores famosos que estudaram arte dramática em Sydney: Mel Gibson, Cate Blanchett e Hugo Weaving (o agente Smith, de Matrix).

SEGURO VIAGEM

 

Para viajar tranquilo, só curtindo as paisagens e desfrutando de todos os pontos turísticos e passeios, recomendamos o conforto (a preços justos) do seguro viagem pela empresa Real Seguro. Ela indica a seguradora mais confiável e adequada – muitas vezes a mais barata – para a cobertura dos sinistros que você quer evitar. Confira!

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SYDNEY – AUSTRÁLIA

20 comentários sobre “SYDNEY

  1. Herculano disse:

    Navegando nas fotos e informações neste momento de quarentena, é que fica mais prazeroso em perceber o convite que o blog nos faz em conhecer lugares. Sydney com certeza pelo que fica apresentado, é uma cidade encantadora, cheia de opções pra todos os gostos.
    Obrigado por nos proporcionar tantas dicas e viagens virtuais maravilhosas.

  2. Viveca disse:

    Não me canso de segui-los. Sem dúvidas um blog de viagens e turismo bastante completo. Adorei as informações desta cidade que é um caldeirão multicultural. Deve ter uma vibe incrível. As construções modernas e belas nos faz um convite a conhecê-las.

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